Um nome para escola em Alenquer

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 Luiz Ismaelino Valente - Blog do JesoNatural de Alenquer, o advogado e historiador Ismaelino Valente (foto) sugeriu ao governador Simão Jatene que a escola estadual que se ora se constroi no município seja batizada de Francisco Gomes de Amorim.

A sugestão foi feita em carta aberta, publicada no site O Marambiré.

Poeta e escritor português, Gomes de Amorim morou em Alenquer e onde, segundo Valente, o artista “teve a primeira revelação da poesia”.

– (…) o Governo de Vossa Excelência estará, sem dúvida alguma, saldando uma imensa dívida de gratidão para com o saudoso vate lusitano e (re)valorizando, sobremaneira, a cultura regional – escreve o procurador de Justiça aposentado.

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7 Responses to Um nome para escola em Alenquer

  • Meu caro Doutor e Historiador Esmaelino valente você conheece a história da nega Miró e do Juiz que foi removido a Faro,,, muito linda essa historia desejo que o amigo mandesse para meu email quedson.apc@hotmail.com ou quedsoncardos.apcgmail..com deseja trabalha em sala deaula divulgando a historia da nossa linda alenquer se for atendido agradeço. quedson

  • olá sr. Ismaelino,
    é com grande prazer que consegui contato com você depois de grande procura sobre autor portugues francisco gomes de amorim. Estou fazendo um trabalho academico em minha graduaçao de licenciatura em letras. mas eu gostaria mesmo é de informaçoes sobre a obra cantos matutinos porque esse será o assunto para o meu tcc (projeto).

    obrigada!

  • Isso sim! É uma luta de MMA (Menção Máxima de Amizade) civilizada, com luvas de seda. Oxalá, todas as diferenças fossem resolvidas assim…
    Parabpens aos dois!!!

    Cordiais Saudações.

  • Ismaelino, meu caro,

    Só fiz uma provocação porque acho que a publicação da obra é muito mais importante do que o simples nome. Isso eu acho e esterno.
    Quanto aversão a você, nem pensar, você é civilizado, tem conteúdo intelectual e é prazeroso interagir, mesmo descordando e as vezes sendo áspero (ambos) rsrsrs.
    Agradecido pela sua generosidade vou enviar meu endereço, estou em processo de mudança, é só uma questão de tempo, pois com certeza, com seu livro vou aumentar o meu cabedal de conhecimentos.

    Chico Corrêa

    1. As publicações virão. Fazem parte do projeto. Só espero contar com o apoio necessário, primeiro, dos que amam a cultura e, em especial, a literatura, em segundoi lugar dos órgãos entidades culturais do Estado e de Alenquer. Vamos torcer.

  • SR. Ismaelino,

    Será que em Alenquer não teve no passado pessoas ilustres que merecam emprestar o nome para essa Escola? Daqui a pouco vamos rebatizar o Rio Amazonas para Francisco Orellana. (rsrsrs).
    Em vez do nome, use seu prestigio com o governador e peça para republicar as obras de Gomes de Amorim. Os estudantes agradecem!

    Chico Corrêa

    1. Gomes de Amorim foi o primeiro — e, não tenho dúvida em afirmar — o maior escritor a entronizar o nome de Alenquer e do seu belo Lago Curumu na Literatura Universal em pleno Século XIX em suas obras, especialmente no livro de poemas “Cantos Matutinos” (1858) e na peça teatral “O Cedro Vermelho” (1856). Esta, totalmente ambientada nas duas margens do Lago Curumu, foi a primeira (e rara) obra indigenista e a primeira a dar notícias da Cabanagem na Literatura Portuguesa. Alenquer teve, sim, muitas personalidades ilustres, muitas das quais já devidamente homenageadas pelos poderes públicos. Falta, porém, regastar, pelo menos em parte, essa que talvez seja uma impagável dívida de gratidão de Alenquer, da Amazônia e do Pará para com o escritor nascido em Aver-O-Mar (Póvoa de Varzim) em Portugal que viveu entre nós e elevou muito mais alto do que muitos alenquerenses da esquerda ou da direita o nome da “povoaçãozinha” que o acolheu com carinho na juventude e onde “se fez homem” e “se tornou poeta”. Tu achas pouco?

      Quanto à reedição das obras de Gomes de Amorim, o Projeto “Alenquer da Saudade / Memória de Alenquer” terá necessariamente esse desdobramento (se vier a ser feita a homenagem, porque se ninguém der bola para a sugestão, cadê estímulo para continuar?): primeiro, municiando a escola que levar seu nome com muitas de suas obras das quais já disponho; segundo, estabelecer intercâmbio entre a escola e a Biblioteca “Rocha Peixoto”, de Póvoa de Varzim, para estimular o estudo da obra de Gomes de Amorim, especialmente as de temática amazônica, eo mesmo tempo em que projetará o nome da escola de Alenquer internacionalmente, o que já está apalavrado; terceiro, fazer da escola que receber seu nome o polo de irradiação, divulgação e popularização da obra de Amorim, entrando aqui a reedição de, pelo menos, quatro de seus livros: “Cantos Matutinos”, “O Cedro Vermelho”, “Ódio de Raças” e “Os Selvagens”, que mais se ligam a Alenquer, ao Pará e à Amazônia.

      Chico, se tu te despires do ranço ideológico e da tua (gratuita?) aversão por mim, e tiveres realmente interesse em conhecer um bom bocado da vida e da obra de Gomes de Amorim, manda-me pelo contato do Portal O Marambiré (www.omarambire.com.br) o teu endereço, com CEP e tudo, que te remeterei, “de grátis”, pelo Correio, um exemplar do meu livro “O Curumu de Alenquer na Obra de Francisco Gomes de Amorim”.Verás coisas lindíssimas nele, podes crer!

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