Uma área de 12,45 m² do acanhado aeroporto Maestro Wilson Fonseca, em Santarém, está sendo licitada pela Infraero.
Ela está localizada no terminal de passageiros e é destinada à implantação de atividade de cafeteria.
A abertura das proposta está prevista para o dia 2 de fevereiro, em Belém.
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Jeso,
Essa cafeteria não está prevista na reforma do terminal de passageiros. Ao menos no mesmo local de onde será locada no edifício atual.
Analisei as plantas fornecidas pela Infraero nas licitações, tanto a planta de locação do ponto a ser concedido ao serviço de cafeteria (https://licitacao.infraero.gov.br/arquivos_licitacao/2011/SRNO/110_ADNO-3_SBSN_2011_PG/ANEXO_VI_B_mixSBSN.pdf); quanto as plantas da licitação da reforma geral do terminal de passageiros (No caso, a de rede de águas pluviais, para exemplo https://licitacao.infraero.gov.br/arquivos_licitacao/2012/SRNO/001_ADNO-3_SBSN_2012_PG-e/AnexoXII_09.pdf). Resultado: a cafeteria será removida quando da reforma.
Será que não há um planejamento quanto à obra, para que se evite gastos desnecessários?
Está provado, recomprovado e mais que provado que a Infraero é péssima gestora. Com essas reformas além de infernizar a vida dos sofridos usuários, deforma o espaço existente. Santarém é vítima desse desmando.
Os tucanos quando no governo, na onda da privataría, quase privatizaram a Petrobrás, nosso orgulho. Por que não a Infraero? A presidenta Dilma parece estar nessa direção. Eu acho que na parte da administração dos terminais – não no controle de voos – seria uma boa.
Chico Corrêa
Jeso , é impressionante como a infraero teima em fazer remendos internos no aeroporto de Santarém, criar mais um espaço que vai gerar demanda naquele saguão. Não precisa esperar pelo projeto de milhões, bastaria que se levasse a cobertura que já existe no atual terminal até o estacionamento, parecido com o de Brasilia, e se transformasse aquele campo de futebol em estacionamento. Nesse período de inverno, princialmente os carros, estariam parando para deixar os passageiros em um local coberto e se abriria o saguão.
Isso não custaria duzentos mil reais e resolveria por um bom tempo esses problemas, claro se possivel com pelo menos mais uma esteira para bagagem .
Um grande exemplo da criação de obstáculos para o acesso ao aeroporto foi a retirada de pelo menos cinco vagas de estacionamento para colocação do busto do Maestro Isoca. Será que não poderia ter sido feito no meio do canteiro daquela praçinha? Bastava que se colocasse em uma base mais elevada. Mas como a Infraero só gosta e trabalhar com milhões, obras simples, práticas e baratas não merecem atenção .
E o usuário, SE CONTENTA COM O QUE TEM, OU VAI RECLAMAR PRO BISPO!!!!