Do leitor que se assina Aldemir Frazão, via contato do blog:
Jeso,
Quero falar sobre o direito de ir e vir que não acontece com os moradores da Nova República, os que moram nas travessa 13 até a 19. Quando chove, essas travessas ficam numa situação muito difícil. A gente não consegue sai de casa. As ruas viram rio, literalmente, e com isso a água vai acabando com o que resta das ruas naquele setor.
Aí param os ônibus. Quem tem carro tambem não pode sair porque pode bater seu carro e ter alto prejuízo. Já tivemos muito tempo para o poder público arrumar essas rua, mas ninguem olha para aquele lado.
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Fizeram agora a avenida Trancredo Neves, mas esqueceram que não existe gente só lá.
Gostaria que você divulgasse isso e quem sabe fazer uma matéria nos dias de chuva para mostrar o como fica aquilo.
A Avenida Alvorada entre Curuá-Una e Dom Frederico Costa quando chove não fica um rio fica uma cachoeira, nem gente passa mais, e não é só quando chove são todos os dias do ano, agora com as chuvas fica muito pior. Esta rua só viu uma máquina da prefeitura no 1º ano do mandato da Maria.
Caro leitor Ademir, eu acho que a Prefeita e a sua concunhada (Valéria), não conhecem nossa Cidade, só o belo centro, o parque, a orla e a Fernando guilhon isso porque elas estão sempre indo pro Alter do Chão e Aeroporto. Acho que o Bairro da Nova Republica tém uma associação e um presidente eleito pela comunidade, pena que o presidente do bairro também esta com a mesma virose da prefeita não liga para os problemas do bairro, faz que não ve, e não escuta e nem faz nada. Meu amigo 2012 esta chegando só nos resta saber escolher tanto para prefeito(a) quanto para presidente do bairro, vai chegar a nossa vez não esqueça. quém dá esquece quém apanha lembra, a população já deu exemplo em 2010 com Ana Júlia, vamos pedir para o Papai do Céu não mandar muita chuva se não essas chuvas vão ser as desculpas de sempre e São Pedro vai ser CULPADO.
O prefeito de São Paulo quer que cada subprefeito caminhe cada dia em 5 km de ruas da cidade, na jurisprudência de sua subprefeitura. Eu se fosse prefeito de Santarém teria vergonha profunda em sê-lo pela situação em que o município se encontra. Pela urgência de tudo, eu mesmo me sentaria no comando das máquinas e auxiliaria nos trabalhos. Não pensem que não há prefeito e vice-prefeito de cidades do interior que tomem à frente desta maneira. O que precisamos em termos gerais, é o restabelecimento da vergonha no íntimo do ser.
Reclama, reclama, reclama…
Não sou anarquista, mas estou cansada de tanta presepada. Tô cansada de tanto “Pão e circo”. cansada de ver a prefeita falar em obras de praças, alguns metros de asfaltament, de escolas “reformadas – na realidade uma pintura só do lado de fora. Tô cansada de tanta mentira. Cansada de me sentir lesada. Cansada de política mentirosa e de políticos cheio de artimanhas. Tô cansada de brigas entre partidos. Cansada dessa falsa democracia na hora de votar e ver muitos vendendo seu voto em troca de cesta básica, churrasquinho de gato, festas de tecnobregas e afins. Cansada de ver gente se humilhando pra ter um atendimento hospitalar mais digno. Cansada de ver tantos direitos humanos ficar somente no papel. Tão cansada de tanta coisa… Há alguma coisa que podemos fazer? =(
… Descanse um pouco ….
Tiberio Alloggio
Calma que o secretario Everaldinho está de volta e já prometeu que Santarém vai virar um canteiro de obras, cabe a nós acreditarmos e espararmos……………..