por Sidney Canto
Dia 7 de agosto de 1852
Continuamos acompanhando o diário do naturalista Henry Bates em sua viagem pelo rio Cupari, que após deixar o sítio de Paulo Cristo segue em direção às cachoeiras do mesmo rio. “Ao anoitecer alcançamos a casa do último sitiante civilizado da beira do rio, um homem chamado João Aracu, rijo, ativo e grande caçador, com quem logo simpatizei, procurando convencê-lo a me acompanhar à Aldeia dos Mundurucus e às quedas do Cupari, situadas cerca de sessenta quilômetros rio acima”.
Leia também:
Bates segue para aldeia dos Mundurucus.
Morte do fundador de Santarém há 314 anos.
Morre jesuíta “adivinhador de coisas ocultas”.
Henry Bates no rio Cupari.
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