Porto da Cargill completa 10 anos

Publicado em por em Memória, Negócios, Oeste do Pará

Num dia como hoje (14), há exatos 10 anos, era inaugurado em Santarém o terminal graneleiro da Cargill. O empreendimento custou aos cofres da multinacional norte-americana cerca de 20 milhões de dólares.

Tem capacidade de armazenar 60 mil toneladas de grãos.

À época, o governador do Pará era Simão Jatene, hoje exercendo o 2º mandato. Lira Maia (DEM) era o prefeito santareno.

Porto da Cargill. Foto: Greenpeace
Vista aérea do porto da Cargil em Santarém. Foto: arquivo Blog do Jeso/Greenpeace

Desde a sua inauguração, o porto funciona com licença de funcionamento provisória.

O primeiro navio a atracar no terminal foi Anna, de bandeira liberiana. Levou nos seus porões 35 mil toneladas de soja colhida em Mato Grosso e transportadas a Santarém de Porto Velho em barcaças através dos rios Madeira e Amazonas.

O paulista Antenor Giovannini, hoje aposentado, foi o 1º funcionário da Cargill a ser escalado para comandar a empresa em Santarém.

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14 Responses to Porto da Cargill completa 10 anos

  • O ilustre professor Manuel Dutra está certo; Jeso. A reflexão profunda sobre o projeto Cargil, nestes 10 anos instalado na cidade, que nós amamos e queremos vê-la em desenvolvimento racional e sustentável, para o melhor benefício a população; se faz necessária e oportuna. Pois que, não queremos o Estado do Tapajos ? Lutamos para chegar lá ! Então, precisamos tomar consciência do impacto negativo ou positivo que posso causar outros projetos que devem vir e tirarmos o melhor proveito sócio-econômico-financeiro. Aproveito para perguntar ao atual gestor municipal, se a Cargill paga algum imposto municipal; sendo o porto da Companhia Docas do Pará ? Se não paga, não passa de um monstrengo a ocupar espaço nobre da cidade.

  • Jeso,
    Um terminal portuário, como o da Cargill, é mera facilidade de transporte.
    A geração de empregos ocorre na fase de implantação, a construção. Nessa fase são criados muitos empregos. Depois da implantação, o porto deve ficar com o menor número de empregados para diminuir custos. Isso é clássico!
    A construção de um terminal portuário não ocorre aleatoriamente, como muitos podem pensar. Ou seja, construir para “estimular a instalação de outras indústrias”. A Cargill já se instalou para uma carga cativa: já existia uma produção para justificar a construção do terminal.
    A obsolescência também é algo que ocorre com portos e terminais. É só observar os portos de Manaus, de Belém e do Rio de Janeiro. Esses portos foram estrangulados pelo crescimento das cidades, pela automação e pelo aumento do tamanho dos navios.
    O terminal da Cargill está dentro da cidade. Uma obsolescência é certa: os conflitos de convivência entre a área urbana nobre da cidade e as atividades portuárias de carga.
    Outra situação de obsolescência diz respeito ao estrangulamento dessa zona portuária: está confinada entre uma zona de APA (rio acima) e uma zona de uso paisagístico recreativo (rio abaixo).
    Por fim, se forem confrontados os retornos econômicos gerados pelas embarcações da navegação local que utilizam a orla da cidade com os da Cargill, haverá uma grande surpresa. Aliás, não é uma surpresa. Será apenas a confirmação de uma realidade: a riqueza financeira da região Amazônia circula em conveses e porões das embarcações da navegação local e regional.

  • N~ao sei quanto o porto daCargill gera atualmente de impostos ou empregos na cidade, porem, a Cargill ta de parabens pela ousadia em desenvolver um projetocomo esse, e hoje ja e corrente a nivel nacional a expansao desse modal detransporte e alguns especialistasveem o porto deSantarem como a soluç~~ao para o apagao logistico do sul/sudeste do pais. Agora em se tratando de Santarem, muita gente que se intitula intelectual gosta de criticar asiniciativas publico/privadas que proovem o aumento da importancia de nossa regiao para o cenario nacional, sao a maioria ecologistas de nada, nao sabem nem o que e impacto ambiental. Alias essaspessoas deveriam saber que o que mais polue em Santarem sa: despejo detoneladasde esgoto sem tratamento ao rio; Toleladasde lixo que sao jogados por passageiros daspequenas embarcaçoes na orla da cidade; falta de tratamento ao lixo recolhido na cidade; falta de educaçao dopovo na hora de manusearo lixo domestico….. enfim. Ao inves de ficarem criticando quem realmente acredita em Santarem, essas pessoas preocupadas com o meio ambiente deveriam usar de seus prestigios para iniciarem ampla campanha educativa e cobrança dos governos municipal, estadual e federal para mudar esse quadro que,este sim, danifica e muito o meio ambiente regional.

  • Jornalistas Jeso Carneiro e Manuel Dutra, quem gerou mais empregos e rendas para o Povo de nossa região, a saudosa Tecejuta ou a lari-lari multinacional Cargil ???? É muito importante fazermos essa comparação, quando chegarmos a conclusão que já sabemos, vamos continuar a agradecer aos saudosos Presidente Getúlio Vargas e Prefeito Elias Pinto, Pai do Jornalista Lúcio Flávio Pinto.

  • Desses 10 anos trabalhei 8 anos, muitos gerentes passaram porém. O Sr Antenor foi o único que realmente se preocupava c Santarem os outros foram todos ruins p o desenvolvimento dampresa em Santarem, teve um que gostava de ser bajulado e não sabia nada. E uma empresa boa mais infelizmente mal administrada aqui em Santarem.

  • Sinceramente, gostaria de comentar sobre os 10 anos da Cargill em Santarém, mas não tenho a mínima noção e conhecimento técnico para formar um conteudo relativo a sua importância portuária e benefícios gerais para a população. Gostaria que alguém que tenha conhecimento de causa, esplanar-se sobre este projeto da Multinacional. Inclusive, se houve danos ambientais; como poluição hídrica e atmosférica ? “Quem ama preserva”, e é obrigação nossa participar cada vez mais de tudo que diz respeito a nossa cidade e região. Nada de fica à ver navios …! Ela , salvo engano, foi quem acabou com a praia “Da Vera Paz”, onde nos fins de semana ou na semana mesmo; um cara parecido comigo ia sover aquela “Gelada e saboreando aquele peixe frito” !

  • Jeso, que tal uma boa matéria fazendo uma análise dos benefícios da Cargill para Santarém e seu povo, em forma de empregos e melhoria geral. E levantar o que a empresa paga de impostos ao município.

        1. Sinceramente, moro aqui a 10 anos e nao vejo nenhum beneficio que a cargil trouxe pra Santarém, ela é igual a Mato Grosso Cereais as margens da Br, resumindo, empresas SANGUESSUGAS!!

    1. Feio sao as invasoes e o crescimento desordendo; Santarem começa a despertaro interesse de investimentos no setor de logistica e algumas pessoas acham que isso e feio…fala serio camarada!!

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