Histórias de inclusão e diversidade são retratadas por colaboradores da Alcoa
Presidente da Associação de Mulheres Trabalhadoras de Juruti, Dinanci Toscano. Foto: Instituto Alcoa

Para uma empresa se destacar no mercado não basta oferecer aos consumidores produtos e serviços de qualidade, ter uma marca forte passa pela responsabilidade social das organizações, abrangendo questões referentes à diversidade, por exemplo. É possível abordar diversidade e inclusão não só por meio de palestras, pensando nisso, a Alcoa convidou colaboradores voluntários em Juruti, no Pará, Poços de Caldas, em Minas Gerais, São Luís, capital do Maranhão, e São Paulo para que escutassem histórias de vida de pessoas que tenham relação com projetos e programas comunitários desenvolvidos pela companhia e o Instituto Alcoa nessas localidades.

Cada voluntário ouviu a história de um participante e, a partir dessa troca, escolheu uma frase ou momento da conversa online que mais representou essa pessoa. O conteúdo foi transformado em cartazes com as fotos dos (as) participantes e foram compartilhados com colaboradores e comunidades, com o intuito de criar um grande mural de histórias, que marcou a Semana de Inclusão & Diversidade, realizada no último mês de fevereiro.

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A ação, realizada em parceria com a Atados, teve como objetivo abordar temas como equidade de gênero, questão étnico-racial, LGBTQIA+ e pessoas com deficiência, a partir da escuta ativa de histórias de vida.

Para Ana Boas, Talent Partner e Líder de Inclusão & Diversidade Alcoa Brasil, a iniciativa mostra que muitas empresas estão compreendendo sua responsabilidade e o impacto social que podem gerar nas comunidades e, principalmente, entre os colaboradores.

“Sabemos que construir um ambiente de trabalho respeitoso e inclusivo vai repercutir nas famílias e na sociedade de forma geral, pois as pessoas levam isso para suas vidas pessoais. A Alcoa entende que este momento também é de extrema importância para fortalecer essa diretriz e esse aspecto na nossa cultura”, argumenta.

Sandra Andrade, representante da Associação Folclórica da Tribo Muirapinima. Foto: Instituto Alcoa

Histórias

Foram 38 histórias contadas e mais de 100 horas de engajamento e escuta de voluntários e comunitários.

“Gostei muito de poder ouvir pessoas com histórias de vida inspiradoras e dar visibilidade a elas. Foi uma forma maravilhosa de incentivá-las ainda mais. Eu acredito nisso. Além de ter me causado reflexões positivas de desconstrução e construção de formas de ver o mundo”, afirma um dos voluntários Alcoa.

“Para mim, esse tipo de interação/ação é muito envolvente. Tive a oportunidade de ser repórter por um dia e contar histórias que podem ajudar e muito na vida das pessoas. Foi mágico. Adorei a oportunidade de me conectar como voluntário”, argumenta um dos colaboradores que puderam participar da escuta ativa.

Dinanci Toscano, Sandra Andrade e Bárbara Espínola são três mulheres de Juruti, município localizado no oeste do Pará, cujas histórias foram retratadas nos murais. Dinanci é presidente da Associação de Mulheres Trabalhadoras de Juruti (AMTJUR); Sandra faz parte da Associação Folclórica da Tribo Muirapinima e Bárbara é secretária do Instituto Juruti Sustentável.

São três mulheres que ocupam diferentes espaços na sociedade jurutiense, mas juntas combatem as desigualdades de gênero na defesa de uma sociedade mais justa e igualitária.

Bárbara Espínola, representante do Instituto Juruti Sustentável (IJUS). Foto: Instituto Alcoa

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