R$ 51 milhões para ONGs na Amazônia

Publicado em por em Mineração, Negócios

No Estadão Online:

Sete instituições reconhecidas pelo trabalho na Amazônia terão um reforço financeiro para continuar com sua atuação na região e iniciar novos projetos. O Fundo Vale, que será lançado oficialmente amanhã [10], contará com R$ 51 milhões para investimentos em três anos.

Os beneficiados são o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), o Instituto Floresta Tropical (IFT), a The Nature Conservancy (TNC), o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), o Instituto Peabiru e o Instituto Socioambiental (ISA).

Os recursos do fundo serão usados em três áreas: no monitoramento do desmatamento, na criação e consolidação de Unidades de Conservação (como parques e reservas) e num projeto chamado Municípios Verdes, que foi criado com o objetivo de retirar as cidades da lista de campeãs de destruição da floresta.

O IFT, por exemplo, tem trabalhado com o Municípios Verdes em Almeirim (PA). A intenção é evitar que o local aposte na destruição da floresta para se desenvolver economicamente.

“Almeirim é o terceiro maior município do Pará e ainda tem muita floresta. Queremos criar um novo modelo de desenvolvimento ali”, conta Marco Lentini, diretor executivo do IFT.

Para compor o fundo, os valores sairão do caixa da Vale e terão uma contrapartida de 20% por parte das organizações não governamentais, explica Vania Somavilla, diretora de sustentabilidade da mineradora.


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2 Responses to R$ 51 milhões para ONGs na Amazônia

  • Estranhei o “silencio” do Oculissimo sobre esse post que trata de financiamento das ONGs. como se sabe o Oculissimo é um notorio perseguidor das ONGs especialmente sociais.

    Será pelo fato algumas das citadas no post serem de “matriz” norte-americana? E as outras “rezar na cartilha” de quem prestam serviços? Sobretudo empresas?

    Tiberio Alloggio

  • O problema, em relação ao desmatamento, é que os cupins geralmente chegam na frente. Em Almeirim, para citar o exemplo, um cupinzão chamado Sidney Rosa, aquele mesmo que destruiu as florestas de Paragominas, já já fincou patas e motosseras. A dor de consciência da Vale precisa aumentar e muito !!!!

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