Agência Brasil
Mais de 1 milhão de hectares na Floresta Amazônica poderão ser explorados por madeireiras a partir do ano que vem.
O Serviço Florestal Brasileiro (SFB) lançou, na semana passada, o terceiro edital deste ano de concessão florestal, na Floresta Nacional de Altamira, no Pará, com área de 360 mil hectares, para a exploração sustentável de madeira tropical.
Também estão abertos os editais das florestais nacionais do Crepori e do Amana, ambas no Pará, que somam 740 mil hectares. Um hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol oficial.
As áreas abertas para exploração madeireira localizam-se na região de influência da BR-163 (Cuiabá-Santarém) e estão sob pressão do desmatamento.
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O objetivo das concessões é ordenar a atividade madeireira e promover uma economia florestal de base sustentável, com madeira legal, de origem rastreada, aumentar a oferta de empregos e elevar a renda e a arrecadação regionais.
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O interessante é saber se este projeto é federal ou não. E, se o lucro ou ganho é representativo ao Estado do Pará; tudo bem. Se for mais uma exploração regional da nossa madeira (riquesa), sem ordenamento; os danos ambientais serão incalculáveis. Basta só pensar no desalojamento dos insetos, mosquitos transmissores de doenças tropicais, que vão grassar rumo aos povoados em derredor; pois a floresta é seu habitat natural. Quem mexe com casa de caba, é pra se ferar; haja picadas.