Edilberto Sena na gravação da entrevista ao TV Blog do Jeso
Às vésperas de deixar a direção da Rádio Rural de Santarém, Edilberto Sena declarou ao “TV Blog do Jeso” por que nos quase 13 anos de sua gestão à frente da emissora fechou as portas para veiculação de comerciais de empresas mineradoras, como a Alcoa, e ligadas ao cultivo de soja na Amazônia, como a Cargill.
A entrevista do padre de 70 anos será exibida hoje, a partir das 21h na TV Encontro (Rede Nazaré/Canal 26).
Edilberto Sena passará o comando da rádio católica no próximo dia 5 para o padre Auricélio Paulino, atual pároco da igreja de Santo Antônio, em Belterra.
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Ele revelou ainda o que fará depois de deixar o comando da emissora, e avaliou os primeiros meses do “mandato” do papa Francisco à frente da igreja católica.
O “TV Blog do Jeso” tem o patrocínio do Barrudada Tropical Hotel, Governo do Pará, Imobiliária Carlos Ribeiro e Prefeitura de Juruti.
Veja também:
Vídeo do violonista Edmárcio Paixão.
Vídeo do poeta Francisco Edson.
Vídeo com o blogueiro JK.
Vídeo do blog “Espalha Brasa”.
Vídeo do blog “Quarto Poder”.
nao defendo multinacionais que queiram somente o lucro, Agora acho que certos discursos e palavras usadas pelo padre nao condizem com a formação etica que os padres adquirem nos semionarios e faculdades. como lider religoso catoliico acho que divide mais a igreja do que soma e isto e so ve em Santarem.
Se um dia eu pisar na igreja é pra ouvir oe sermoes do Pe Edilberto.
Os países ricos do mundo enriqueceram explorando outros países ou destruindo seus recursos naturais para gerar energia, e agora querem a todo custo fazer o mesmo em países como o Brasil através de suas multinacionais como a Cargil, Alcoa….
Quantos mil empregos a Cargil gera em Santarém como foram prometidos???
Nas feiras de Santarém ninguém compra soja. Compramos macaxeira, laranja, farinha, milho, bejú….
Temos em nosso estado a segunda maior hidrelétrica do Brasil, no entanto pagamos uma das maiores taxa de energia.
A temperatura em Santarém aumenta a cada ano devido ao desmatamento em torno da cidade, só os cabeças de bagre, minhoca, camarão…. não percebem isso.
Pe. Edilberto o senhor está certo sim, continue na luta. Esse progresso tão falado está nos levando: Ao desmatamento, a poluição dos rios, lagos, igarapés por fim quem sabe até das nossas vidas. Deus nos livre dessas pestes destruidoras.
Se o padre Edilberto Sena fosse o único retrógrado de Santarém, não estaríamos tão mal; mas ele é um de muitos.
Precisamos de indústrias, rodovias, ferrovias, um novo porto, novo sistema de transporte fluvial, expansão da agricultura, para criar empregos para nossa população, que migra para Belém, Manaus, etc. em busca de emprego. Mas esse povo atrasado quer que nossa população viva de produzir farinha.
Alguns desses são membros das famílias ricas, que vivem de renda e têm garantida sua boa vida, inclusive estudando em boas escolas e fazendo curso superior, viajando às grandes capitais e ao exterior. Para esses, que importa se não temos indústrias? Eles vivem dos aluguéis de pontos comerciais e de vagas em postos públicos! Com pouco retorno para a população, diga-se de passagem…
E por que não expandir e profissionalizar a agricultura na região? Do que esse povo tem medo? De que Santarém se encha de gaúchos, por que a nossa população ainda é pouco capacitada para uma agricultura profissional e competitiva?
Capacitemos nossa população! Mas deixemos de reclamar dos outros, pois grande parte da causa de nossos problemas é nossa.
Nosso bravo Ediberto Sena é um dos cidadãos mais eminentes de nossa cidade e região, luta destemidamente pela preservação da Amazônia, apesar dos pseudo desenvolvimentistas.Sua batalha não é inglória, projeta o Brasil como país que tem senso preservacionista, respeita os aborígenes e seu habitat.Criticado por uns e colocado nos píncaros do conservacionismo por uma grande maioria.A Radio Rural não é uma empresa para produzir lucros e dividendos, é uma extensão da Igreja Católica.Como falou o Papa Francisco, a Igreja não é uma ONG.Avante, Padre Edilberto.O Sr não atravanca o progresso econômico de Santarém e Região, aquele é estorvado por políticos que elegemos, ineptos e descompromissados com a coisa pública.
Além do atraso administrativo, o comentário na cidade é que ele esta deixando a Rádio Rural falida. Já vai tarde. Parabens ao novo Bispo.
O que é dinheiro diante do que realmente se precisa pra viver Ney? Ze da lamparina, com todo respeito aos manes e ze, vc deveria se chamar ze mane e quanto ao meu caro Savio,presta atenção na entrevista do teu irmao, ou nas respostas do Edi brotherrrrrr Ushuaushiua
Gil, mano, o buraco é mais embaixo. Não tô falando da entrevista do padre. Estou falando da pessoa do padre. Entenda mano.
Podes me chamar de Zé Mané, Gil Serique; não ligo. Mas pelo menos tenta escrever certo (com acentos e pontuação). Em inglês tu consegues, tenta em português.
Parece que não aceitas a opinião alheia; parece que, para ti, só os figurões de Santarém é que podem dar opinião.
Continuo achando que a mentalidade atrasada de parte da população de nossa terra, principalmente de nossas elites (!?) políticas e econômicas, é que nos condena ao atraso.
Dentro de alguns anos Santarém terá 500.000 habitantes. Como faremos? Manteremos a mesma estrutura atual? Não é melhor começar a preparar o futuro industrial, comercial, logístico, energético, urbanístico da região?
O fato de não consumirmos soja não implica que não possamos plantá-la. Por que não plantá-la, beneficiá-la e exportá-la pronta para o consumo? O mesmo vale para o milho, o peixe, o açaí…
Santarém já teve cabeças com mentalidade internacional, mas parece que regredimos à paróquia…
Ney, não só fálida, como sucateada. Os equipamentos da emissora estão todos bichados e sucateados. Há muito tempo não são renovados…….e a rádio passa por uma das suas piores crises financeiras……..
Jeso, padre que fala essa língua e despreza o ser humano como pessoa, não é digna de credibilidade junto a população. Acho que ele, como padre, deveria rever seus conceitos, antes de sair defendendo uma causa……
Respeito a opinião do padre, mas acho um retrocesso. Se depender dele e de outros, nossa população continuará plantando mandioca e macaxeira, e pescando algumas cambadas de peixes para sair vendendo pelas ruas, desde que continue engrossando as fileiras das procissões. Espera-se que, daqui a 100 anos, os descendentes dos atuais pescadores estejam pescando do mesmo jeito (se ainda existir peixe). Afinal de contas, criadouro de peixe é capitalismo; o natural é pescar.
Essas pessoas não querem o progresso de Santarém e região, porque esse progresso vem acompanhado da chegada de novos jogadores na disputa pelo poder. A Igreja perderá poder na região, porque o desenvolvimento da infraestrutura vem acompanhado de maior circulação de pessoas e de ideias, de abertura das mentes, de idas e vindas de produtos, e quando isso acontece os indivíduos começam a pensar e criticar as estruturas estabelecidas.
Eles não querem indústrias na região, por isso são contra a construção de hidrelétricas, que forneceriam energia para elas; em vez de expulsar a Cargill, não seria melhor que ela construísse uma fábrica na região, para exportar o produto final e não o grão? Em vez de expulsar a Alcoa, não seria melhor que ela construísse uma indústria para beneficiar o minério? Mas para isso é preciso ter energia…
Ah, não pode construir hidrelétrica porque os índios não deixam! Índios insuflados a se rebelar contra o governo…
Nas sociedades mais desenvolvidas e que estão na ponta do desenvolvimento tecnológico, a Igreja Católica não tem vez. Estamos atrasados também nisso.