Desde a madrugada de hoje (17), na igreja de São Sebastião, está sendo velado o corpo do empresário santareno Heraldo Miranda Coimbra (foto), 49 anos.

Ele morreu ontem em Belém. Heraldo lutava contra um câncer há mais de 1 ano.

Seu sepultamento está marcado para as 16h, no cemitério de N.S. dos Mártires.

Heraldo era casado com Daliane  Maia Coimbra, com quem teve 3 filhos – Diego, Aline e Luana.

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22 Comentários em: Morre Heraldo Coimbra

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  • Lauro cerqueira disse:

    Estou ausente de Santarém desde 1979, quando vim morar em Belém, posteriormente fui morar em Capanema, depois em Itaituba e atualmente resido em Goiânia, e hoje pela manhã conversando com Dora Coimbra, comecei a perguntar por todos oe meus amigos em especial, pelos amigos da familia Coimbra e um dele eu citei foi Heraldo, Hilario, Heimar, Helio, Dorica, Cica e outros mais, foi quando eu soube do falecimento do meu amigo e companheiro de veleiro da classe laser, estudamos muitos anos juntos, Herlado Coimbra foi um amigo que é dificil de se encontrar nos dias de hoje, não é porque faleceu que HERALDO MIRANDA COIMBRA não tenha sido um amigo e companheiro, e nesse dia eu fiquei triste apesar de saber hoje dia 09/02/2014 do seu falecimento, quero também estender minhas condolênicas a esposa Daliane Maia Coimbra, aos filhos e filhas de Heraldo,e aos seus pais e irmãos o meus sinceros sentimentos, que o Senhor Jesus conforte os corações de todos os familiares.
    Lauro Cerqueira

  • Lairton Sena disse:

    Tive a oportunidade de estudar, no CDA, com Heraldo Coimbra. Pessoa de gestos elegantes, de fino trato, mas com uma simplicidade exemplar. Extremamente calmo e tranquilo, deixa uma lacuna entre os seus amigos, colegas e parentes, não tenho dúvida nenhuma.

  • Gabriela Maia disse:

    Dindo va com Deus nunca vou esqueçer das suas graçinhas,e das suas coisas…
    Tio lhe amo muito estamos todos juntos nessa..
    Amo muito o sr mesmo com a distancia nunca vou me esqueçer do dindo mais engraçado e legal do mundooooooo
    Beijoss
    Saudades enternas

  • familia rodrigues disse:

    é com muito pesar que soube do falecimento do Heraldo(cota),deixo nosso pesar a familia,e que o Senhor com certeza o recebera de braços abertos.Fiquem com DEUS….

  • Saverio disse:

    Que Deus o tenha… Sinceros pêsames a sua família!!!

  • Dudu Dourado disse:

    Vai ficar as brincadeiras alegres do Heraldo na lembrança. Ê muleque…rs…Vá em paz.

  • fernando medeiros disse:

    Heraldo vc vem e agora voltou p o reino do pai,aki ficamos na lembranças suas,e Deus estrará consolando sua esposas e filhos e tda a familia,descance em paz.

  • Giovanna Marsala disse:

    Valeu Dindo!!! Por tudo o que o senhor viveu aqui com a gente… Os momentos nunca serão esquecidos!!!
    Dinda, Aline, Luana e Diego… Estamos juntos nessa…
    Saudades Dindoo!!!

  • Rosana Pereira disse:

    Meus sentimentos à esposa Daliane e filhos, seus pais, Sr. Hilário e Sra. Lucy Coimbra e a seus irmãos. Que Deus conforte seus familiares. Descanse em Paz. Que Deus ilumine sua passagem, e’ verdade a morte e’ um mistério…. e’ difícil compeende-la e muito mais difícil ainda aceita-la.

    Rosana Pereira – Manaus – AM. Amiga dos tempos de Dom Amando.

  • Glenny Souza disse:

    Amiga Daliane, estamos em Sao Paulo e soubemos a pouco do desencarne do Heraldo. Querida amiga ja pedimos a Jesus que lhe fortaleça juntamente com seus familiares. Luz e paz na caminhada espiritual do nosso irmao Heraldo.
    Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.

    O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.

    Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.

    Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: “já se foi”. Terá sumido? Evaporado?

    Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.

    O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós.

    Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.

    O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.

    Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato instante em que alguém diz: já se foi”, haverá outras vozes, mais além,a afirmar: “lá vem o veleiro”.
    Assim é a morte.

    Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: “já se foi”.Terá sumido? Evaporado?

    Não, certamente. Apenas o perdemos de vista. O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu.

    Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado. Conserva o mesmo afeto que nutria por nós.

    Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.

    E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: já se foi”, no mais além, outro alguém dirá feliz: “já está chegando”.

    Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena.

    A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.

    Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.

    A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.

    Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.

    Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da imortalidade que somos todos nós.

    E quanto a vcs podem contar conosco.
    Lembre-se sempre que o Pai MAior jamais nos desampara.

  • Theo Neves disse:

    Vá em paz meu amigão!!!

  • Guadalupe Mota disse:

    Meus sinceros pêsames a todos os familiares do Heraldo. Também estudei com ele no CDA… Fica a lembrança de um colega generoso que não media esforços para ajudar os outros…
    Deus o receberá em seu amor.
    Guadalupe Mota – Jornalista – Santos-SP

  • Milton Monteiro Marques disse:

    Amigo Jeso,
    Sabia pela minha mãe Miranil, que mantém raízes por essa nossa terra, que o Heraldo Coimbra estava travando uma grande luta contra essa doença que mais vitima, dentre muitas e, que, poucos conseguem superá-la em todas as suas batalhas.
    Inclusive de sua estada por São Paulo, em busca de melhores oportunidades que possibilitassem a sua recuperação.
    Infelizmente, o calvário traçado por Deus para cada um de nós, termina de acordo com os seus desígnios.
    Resta-nos somente a lembrança, com saudade e ternura, dos corações queridos que partem, antecipando-nos numa viagem que também haveremos de trilhar e, onde, haveremos de nos reencontrar prestando contas de tudo que fizemos nesta vida.
    Fui contemporâneo de seu irmão Haroldo, no Colégio Dom Amando, embora conhecesse os seus demais irmãos e irmãs, incluindo o Heraldo, a quem Deus convidou para sua moradia.
    Assim amigo Jeso, repassa aos seus familiares, pais, irmãos, filhos e esposa, meus sentimentos sinceros, nessa hora que reconheço difícil para esses corações amados, que devem confiar, acima de tudo, em Deus nosso Pai que, em sua infinita bondade e justiça, sabe o que é melhor para cada um de seus filhos, embora, às vezes, não tenhamos compreensão dessa sua bondade, quando aparta de nós um ente querido.
    Por isso, temos a virtude da Fé, para acreditar, sem quaisquer dúvidas de que tudo é perfeito n’Aquele que tudo provê.
    Grande abraço e fica com Deus.
    Miltinho Marques

  • Samuel Lima disse:

    Conheci e convivi com Heraldo Coimbra no CDA. Ele era da nossa turma do Terceirão 1979, ainda que não tenha concluído o ensino médio junto com a gente. Entre todos nós, que fizemos o histório encontro dos 30 anos da turma, em dezembro de 2009, aí na Pérola, há um sentimento de pesar e o vazio da perda de um amigo que parte tão cedo. Muita luz, paz e força interior à sua família neste momento tão denso de sua partida.

    Para nós, fica sua obra, seu exemplo e sua luta digna contra essa terrível doença que é o câncer. Por ironia do destino, estavámos irmanados na mesma luta: eu e minha tribo lutando contra uma leucemia que acometeu minha filha Bárbara, 14 anos, desde março deste ano. Mano Augusto César sempre me dava notícias dele.

    Ao mestre Heraldo, deixo os meus respeitos e um profundo sentimento de perda. Que o Pai de todos nós o receba em sua morada, com toda fidalguia e bem-estar que ele merece.

    Samuca

  • Ary Rabelo disse:

    Heraldo está com a paz de Deus e vivo nos corações de quem teve a oportunidade de conhecê-lo e admirá-lo por ser um bom pai, bom esposo, bom filho e bom amigo.
    Assim como Deus o chamou, decerto dará o conforto necessário aos que sofrem por sua ausência e forças para superar esta perda.

    Permita nobre Personare repetir esta frase de seu belíssimo post acima, que pode ter passado despercebido por alguns:

    “A superação só se dá a partir de um longo processo e ela não significa esquecer, fingir que não aconteceu ou ainda não sentir dor quando lembrar. Superar significa apenas aceitar e continuar.”

    É difícil dar condolências quando se é parte do mesmo sentimento.

    Que Deus dê o conforto e ajude Daliane, filhos, pais e irmãos a superarem imensa perda.

  • Adriano Sabino disse:

    Que DEUS conforte e dê forças nesse momento de dor a Daliane, Diego, Aline e Luana, seu Hilario, dona Lucy, seu Rodrigo e dona Zélia e a todos da familia Coimbra e Maia.Ao nosso amigo Heraldo(cota), que sua alma descanse em paz.A nós amigos e familiares com certeza ele deixa um perfil de um um homem de carater e honestidade.Descançe em paz amigo, vamos sentir muito a sua falta.

    Adriano Sabino.

  • Jorge Serique disse:

    Nossos sentimentos à esposa Daliane e filhos; seus pais, Hilário e Lucy Coimbra e a seus irmãos: Hilarinho, Heymar,Haroldo, Hélio, Corina, Inez, Isaltina, Antonina e Altina. Que Deus dê o conforto aos familiares. Descanse em Paz!

  • Ariclenes Santos disse:

    Nossas condolências à esposa e amiga Daliane e seus filhos, aos seus pais, Hilário e Lucy Coimbra e seus irmãos. Que Deus dê o conforto à família, Segura na mão de Deus e Vai! Descanse em Paz!

  • Elvis Marques disse:

    Jeso,por favor,transmita a minha condolencia a seus familiares e a seus pais e irmaos,espero
    que o pai grande receba de braço aberto o nosso amigo Heraldo Coimbra(cota,paz na sua alma.

  • Vidal Bemerguy disse:

    Jeso, a pouco mais de um ano encontrei com Heraldo no aeroporto de Stm, onde me ralatou sua luta contra o cancer. Estava bastante otimista. Fico triste com a noticia de sua morte, na plena flor da idade. Fomos colegas do colégio Dom Amando, onde as amizades lá conquistadas perduram, creio eu, para toda uma vida. Onde encontramos colegas daquela época, depois de tantos anos sem se ver e falar, é uma alegria contagiante. Heraldo era uma pessoa alegre, calma que vai fazer muita falta á sua familia e seus amigos. Paz a sua alma e condolencias a sua familia
    Vidal Bemerguy

  • Personare disse:

    Vida e morte
    lidando com o luto
    A morte está presente na vida de todos nós, para alguns mais cedo, para outros, de modo mais trágico, e para os privilegiados, de forma a corresponder com os grandes ciclos naturais da vida. Embora parte da vida, a morte é vista em nossa sociedade como algo a ser evitado, postergado, como se morrer fosse adversário do processo de viver.
    Essa visão se baseia em três princípios. Primeiramente, quando se está na vida, é preciso encontrar forças para lutar por ela e a morte elimina qualquer possibilidade de continuidade dentro da mesma perspectiva de antes. Pode-se falar, é claro, da continuidade espiritual, da prevalência das memórias que mantêm viva uma pessoa que se foi. Mas o fato é que a morte interrompe um processo, modificando as possibilidades e os rumos dos envolvidos. Por isso, a batalha entre pulsão de vida e pulsão de morte, coloca muitas vezes as duas em extremidades opostas, apesar da morte estar contida na vida e esta naquela.
    O segundo ponto que nos faz temer a morte é o que vem depois dela. De todas as transformações, a morte é a mais definitiva e profunda, arrebatando nosso ser para uma realidade completamente desconhecida. Se há vida depois da morte… eis uma questão de foro íntimo, uma questão de fé e de percepção de vida. Da perspectiva da Terra, pura e simples, o que há na morte é a saudade e o encerramento de uma história. Se esse encerramento é uma passagem para um mundo diferente do nosso, nem todos conseguem se agarrar a essa esperança.
    E finalmente, o último elemento que nos faz ter repulsa à idéia da morte é a dor. Em qualquer língua, em qualquer época, em qualquer história, dor é dor, e requer muito treino, paciência e aceitação para se tornar construtiva em nossa trajetória. A dor é uma violência para a alma e nos tira do patamar de compreensão que tínhamos até então para nos lançar ao estado do limbo, no qual não se pertence a mundo nenhum, pois a conexão com a realidade fica frágil.
    Quando se perde alguém violentamente, de modo repentino ou inesperado, quem fica permanece nesse limbo por um tempo indeterminado. É comum pessoas em processo de luto por morte abrupta serem tomadas por um estado de catatonia, semelhante a um morto-vivo, ou a um robô, que passa a agir no “piloto-automático”, sem domínio ou vontade de controlar suas ações. Uma parte continua vivendo, pois entende ser necessário, mas a outra não está lá. A alma fica dividida e constantemente, o enlutado sente que morreu também e que sua história nunca mais será a mesma.
    De fato, nunca mais será, pois a morte marca a alma. Entretanto, estamos na vida para sermos transformados a partir das experiência que o acaso (será?) nos propõe. A superação só se dá a partir de um longo processo e ela não significa esquecer, fingir que não aconteceu ou ainda não sentir dor quando lembrar. Superar significa apenas aceitar e continuar.
    A aceitação é o processo que nos torna capazes de ver, tocar, falar sobre a morte e ao mesmo tempo, deixá-la ir para onde tiver que ir, longe de nossos domínios, de nosso controle racional. Deixar ir não significa esquecer, tampouco não sofrer nunca mais. Deixar ir é fazer as pazes com o tempo, com novas chances para quem ficou, com a única certeza de que absolutamente tudo muda e que é preciso se transformar junto com a vida e com a morte. Personare.

  • Nilton Canto disse:

    Heraldo Coimbra foi colega meu de turma no ginásio e cientifico no Colégio Dom Amando, e da turma que terminou em 1980. Pessoa calma, serena, inteligente, atencioso com todos. Que Deus o guarde para sempre. Nilton Adm de empresa – Dir. da Penitenciária do Cucurunã.