Todopoderoso chega aos 13

Publicado em por em pessoas, Política

10 Responses to Todopoderoso chega aos 13

  • Amigo, companheiro, parceiro, aliado; não importa on adjetivo.O importante é que lutamos juntos pelo mesmo objetivo.
    Everaldo, parabéns pelo seu natalício!

  • Caro,
    Everaldinho Martins Filho, aceite meus parabéns com saúde e paz.
    João Guilherme Mota de Sousa

  • No ínicio um desejo louco de imitar “CHE”, os anos se passaram e tudo mudou, hoje parece mais com Zezão do Abacaxi, “escreveu nao leu, o pau comeu”.

  • TODOPODEROSO é? TODO PODEROSO pra mim é DEUS. E desse aí, o VERDADEIRO TODO PODEROSO logo logo vai dar conta de deixa-lo bem LONGE da Prefeitura de Santarém. E a lei de causa e feito vai cuidar bem dele e de sua soberba.

  • Parabêns conpanheiro. continues a ser verdadeiro como és. que falem mal de tí os teus desafetos. que deus te proteja e ilumine teu caminho.

  • hoje é dia de reflexão para o aniversariante, sugiro que ele pegue seu carro e dê uma volta pelos bairros de Santarém, acredito que ele ficará deprimido e cancelará sua grande festa.

  • Este comentário do Jota Ninos no antigo blog do Jeso lá no blogspot continua atualíssimo! Como dizia o autor italiano Lampedusa: “É preciso que tudo mude para que tudo se mantenha”.

    “Lado a lado” com Aldo – Parte I (Jota Ninos)

    Interessantíssimo o “resgate histórico” sobre o projeto de interiorização da UFPA, com o qual o professor Aldo Queiroz nos brindou na última semana de 2007 aqui no blog do Jeso. Já arquivei as duas primeiras partes do texto “Ajudando a construir uma universidade na Amazônia” e aguardo com ansiedade as outras, para ter mais exemplos de como se constrói um discurso baseado apenas na voz do, digamos assim, “vencedor”.
    A história da humanidade está cheia destes exemplos e o professor Aldo Queiroz mostra sua capacidade ímpar para, como engenheiro que é (se eu não estiver enganado), construir tal “verdade”. Mas para toda a construção sempre haverá uma desconstrução, e por alguns comentários já postados nas duas partes do artigo percebe-se que algumas pessoas já entenderam o que está por trás deste bem construído discurso, no momento em que a UFOP – Universidade Federal do Oeste do Pará se consolida.
    Como Adélson Sousa, também fui aluno do Campus da UFPA entre 1992/2002, muito embora não tenha conseguido me graduar em Letras e ter sido jubilado, justamente, pela instituição. Mas no início de minha vida acadêmica naquele Campus, vivi no “olho do furacão” desse projeto de interiorização da UFPA iniciado – como bem disse o professor Aldo – na gestão de Seixas Lourenço. E apesar de apoiar o projeto, alinhei-me com aqueles que desconfiavam de suas verdadeiras intenções que, logicamente, não são citadas no “discurso do vencedor”.
    Há que se destacar o papel do professor e atual deputado federal Nilson Pinto na gênese desse projeto. Se bem me lembro, ainda como pró-reitor na gestão de Seixas Lourenço, Nilson liderou o movimento em torno da interiorização e consolidou um grupo político que, além de praticamente se perpetuar no comando da UFPA, consolidou-se extra-muros da universidade participando de eleições partidárias através do PSDB. Mas é bom que se diga que Nilson (mentor do grupo) chegou a flertar com o PT do Pará antes de se tornar tucano.
    Foi no âmago dessa relação político-partidária que acabei me envolvendo no “Campus de batalha” em que se tornou a disputa pelo poder no núcleo de Santarém, que era a “menina dos olhos” do projeto de interiorização da UFPA. Convivi de perto com o jogo sujo dos conchavos, das manobras eleitoreiras, da cooptação de lideranças e das velhas e malfadadas práticas ditatoriais e de cerceamento da liberdade de expressão de quem se opunha ao status quo.
    À época, quase sem querer, acabei liderando um movimento não contra a universidade, mas contra os métodos para geri-la à fórceps, passando por cima do verdadeiro debate dialético que se pressupõe no âmbito universitário.
    Não espero que nada disso surja nos relatos do professor Aldo, como bem demonstra em sua resposta, pela tangente, à provocação feita por Adélson em seu comentário. Adélson, aliás, foi um dos solitários companheiros de algumas destas batalhas contra o clima ditatorial que reinava no Campus, na época em que nós dois comungávamos dos mesmos ideais (na verdade não creio que eu e Adélson comunguemos de ideais diferentes, apenas divergimos de metodologias em certo momento e acabamos nos afastando. Mas isso é outra história que nada tem a ver com esse artigo).
    Assim, quero relatar também em partes, lado a lado com Aldo, minha visão sobre um determinado período dessa “construção” (principalmente quando da eleição do reitor Marcos Ximenes) de que fala o “grande mestre”. Digo “grande mestre”, porque aprendi a admirar a capacidade do professor Aldo de arquitetar planos para manter uma autocracia de 12 anos à frente do Campus e conseguir passar a imagem de “grande gestor” através da mídia local, até tentar consolidar-se como líder político-partidário (e como ele é o próprio “sufixo da política santarena”, juntou-se aos Ubaldos, Geraldos, Everaldos. Ronaldos e outros aldos…)
    Mas foi nesse momento em que, para mim, ele se humanizou: fora da universidade sua força diminuiu e sucessivas derrotas eleitorais botaram abaixo mais de uma década de esforço para construir a imagem de um vencedor.
    Os ídolos, como dizem, tem os pés de barro.

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