Calendário: o Pará ainda terá 60% do PIB

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20 Responses to Calendário: o Pará ainda terá 60% do PIB

  • Minha gente, vamos fazer campanha a FAVOR da divisão na região metropolitana de Belém, e JÁ.
    LEVANTEMOS ESSA BANDEIRA EM BELÉM!!!
    ESTADO DO TAPAJÓS!!!
    QUEREMOS SER TAPAJOARAS!!! SOMOS TAPAJOÁRAS!!!!
    VIVA O ESTADO DO TAPAJÓS!!!!!

  • Comitê Pró-Tapajós quer paraenses de Manaus votando por novo estado

    O Movi¬mento Pró-Cri¬ação do Es¬tado de Ta¬pajósre¬alizará, na próxima quarta-feira, no au¬ditório Beth Azize, da Assem¬bleia Leg¬isla¬tiva do Es¬tado do Ama¬zonas (ALE-AM), um en¬contro dos paraenses rad¬i¬cados na cap¬ital ama¬zo¬nense, com ob¬je¬tivo de in¬stalar o Comitê de Manaus Pró-Es¬tado de Ta¬pajós.
    O comitê, que já foi criado nos 27 mu¬nicí¬pios da região oeste do Es¬tado do Pará, terá a tarefa de di¬vulgar o plebiscito sobre a di¬visão do Es¬tado do Pará, agen¬dado para o dia 11 de dezembro desse ano, quando os paraenses de¬cidirão sobre a cri¬ação dos es¬tados de Ta¬pajós (região Oeste do Es¬tado do Pará) e de Carajás (região Sul e Sud¬este do Pará).

    Outra missão do comitê Pró-Es¬tado de Ta¬pajós será a de con¬seguir que pelo menos 2% dos mais de 300 mil paraenses res¬i¬dentes em Manaus mudem seu o domicílio eleitoral para sua terra natal. “Com a cri¬ação dos novos es¬tados a rep¬re¬sen¬tação política do Norte do Brasil ganha mais força no Con¬gresso Na¬cional para de¬fender os nossos in¬ter¬esses co¬muns”, disse o dep¬utado pelo Ama¬zonas Sinésio Campos (PT), nat¬ural de San¬tarém (PA).
    O en¬contro do movi¬mento de Manaus con¬tará com a pre¬sença de au¬tori¬dades políticas dos mu¬nicí¬pios do oeste do Pará e do co¬or¬de¬nador geral do movi¬mento Pró-Es¬tado de Ta¬pajós, pro¬fessor Edi¬valdo Bernardo, que ofi¬cializará a cri¬ação do comitê na ci¬dade de Manaus e falará dos números fa¬voráveis à sus¬tentabil¬i¬dade do novo Es¬tado.

  • Caro Jeso, Boa Noite.

    Como Cidadão atento as noticias referente ao plebicito de 11 de Dezembro sobre a criação dos Estados do Tapajós e Carajás, quero deixar uma sugestão aos marketeiros dos comitês que incluam na campanha da radio e TV o personagem do professor Tapajós ou Pró Tapajós onde a função dele seria somente em esclarecer duvidas da população em todo território Paraense.

    Façamos um apelo, vamos unir forças de sua idéia também.

    Será uma oportunidade única.

    Grato.

    Fernando Carneiro.

  • EU QUERO A EMANCIPAÇÃO !!!!

    Não é hora de filosofar e sim de arregaçar as mangas e agir , temos até o dia 12 de dezembro , 5 meses que passam voando, não há tempo para lastimar , o momento é de ação, ação da sociedade, ação do comerciante da esquina, ação nas rodas de bares, ação dentro da família, ação dentro da igreja, ação nos comitês políticos e acima de tudo UNIÃO . o FUTURO É AGORA , NADA ESTÁ PERDIDO, PELO CONTRÁRIO , O CONTROLE ESTÁ NAS MÃOS DAS PESSOAS. Senhores bloqueiros, formadores de opinião, como se diz em espanhol, “movam el culo”, reuniões, debates, comitês, donas de casas, comadres que ficam na janela, jovens, coroinhas, todos estão aí para ser motivados, mas se ficar a questão no “ser ou não ser”, me desculpa a palavra “é foda” , o fracasso será das pessoas que não foram estimuladas para votar pelo SIM. Essa guerra só será perdida nas urnas se você , eu e todos fizerem corpo mole. Nada é impossível, basta “mover el culo”. Vamos chorar ou ser guerreiros, Tapajós não precisa de fracos e sim de corações fortes pelo SIM , pela emancipação. Ame o Tapajós que a força sairá de dentro de si, tenha o orgulho de dizer eu quero um futuro melhor, crescimento, grandeza, dignidade, força, garra, motivação, ACORDA O GIGANTE TAPAJÓS QUE ELE REINARÁ NA BANDEIRA DESTE PAÍS.

  • TAPAJÓS E CARAJÁS DEVEM SER EMANCIPADOS.
    SERÁ BOM PARA O PARÁ, SERÁ BOM PARA O BRASIL.

    “A criação dos estados do Tapajós e Carajás é o maior projeto de desenvolvimento econômico do País que se discute hoje, temos que levar em conta os benefícios da região Norte e da Segurança nacional da Amazônia, acredito que esta estratégia que os municípios estão articulando, tem que ser feita urgentemente já que o nosso tempo é de cerca de 4 meses, para a realização do plebiscito”, Chega de colonialismo, vamos desenvolver a região do Tapajós e Carajás com mais política de investimentos e crescimento.

  • ACORDA MEU POVO. AGORA OU NUNCA.

    Estas mesquinharias de nosso oeste que dificultarão e embaraçam a unificação das forças

    políticas para o grande embate do momento, que é o plebiscito pela criação do Estado do Tapajós.

    Na capital os “contra” estão se unindo e questões do tipo como divergências políticas ou

    partidárias estão sendo deixadas de lado, tanto assim que vejo aqui na capital todos juntos

    PSOL,PSDB,O LIBERAL, DIARIO DO PARÁ, OS CHAMADOS INTELECTUAIS e formadores de opinião,

    todos com profundas divergências ideológicas, mas estão relevando as diferenças e deixando para

    depois, em 2012 os debates para eleições municipais e todos se reunindo, se articulando, formando

    discurso único e comitês contra o nosso ESTADO DO TAPAJOS, enquanto por Santarém, principal

    cidade , as discussões são besteiras insignificantes que não contribuem , mas só atrapalham o

    movimento, como do tipo onde será a capital do Tapajos, quem será o Prefeito de Santarém. Ora,

    burrice, isto é secundário no atual momento.

    Enquanto isto, nesta Belém, ocorrem os debates sobre a divisão do Estado do Pará, formação

    de frente pela manutenção da integridade territorial do Pará e os nossos lideres nossos dai não

    aparecem, deixam campo aberto contra nós.

    O que precisamos fazer é nos articular em um mesmo discurso pela EMANCIPAÇÃO ,

    precisamos usar a cabeça que não é de enfeite. O importante é defendermos a tese de

    que a emancipação do Tapajós e do Carajás também é benéfica para o

    Pará remanescente, que, com um território e uma população menor,

    poderá assistir melhor os paraenses. Ganharemos todos.

  • E O TAPAJÓS NÃO VAI RECORRER, POR QUE?

    A Constituição Federal permite a criação de novos estados e municípios. Estados podem surgir do desmembramento dos existentes, podem incorporar-se também a outros. A dúvida recai sobre a regra do plebiscito, necessário para ouvir-se as populações dessas áreas. Só que, na Constituição, está escrito que a consulta popular deve ser realizada entre “a população diretamente interessada”. Qual é esse eleitorado?

    Para os adversários, trata-se de população de todo o Estado, no caso do Tapajós e do Carajás. Com a divulgação das regras plebiscitárias pelo Tribunal Superior Eleitoral, determinando que a votação deve ser em todo o Pará, o comitê pró-Carajás já disse que vai recorrer ao Supremo, defendendo que a consulta seja somente no Carajás.

    O deputado Joaquim de Lira Maia (DEM), separatista de última hora, afirmou em Belém que o comitê pró- Tapajós não pretende recorrer. Ele está falando por todas as lideranças ou por si só? Por que não recorrer o Tapajós, se o Carajás vai tentar reverter a determinação do TSE no Supremo?

    Lira Maia já está tão seguro da vitória do Sim? A dúvida que pode surgir é: na hipótese de o Supremo acolher a demanda do Carajás (o que é improvável), a medida se estenderá também ao Tapajós? Ou não? E daí, o plerbiscito seria distinto para as duas regiões? No caso do Carajás a consulta seria apenas lá, e no caso do Tapajós o plebiscito seria em todo o Pará? Ou, atendendo ao pedido do Carajás, o Tapajós será incluído automaticamente? Ou as palavras de Lira Maia revelam um desinteresse pela criação do Tapajós?

    Se houvesse uma efetiva participação popular na campanha pela emancipação, Lira Maia deveria ser interpelado a fim de explicar a sua declaração.

    Há jurisprudência no STF, que por várias vezes decidiu que a população diretamente interessada na consulta popular é a população da área que será desmembrada e que somente ela deverá ser chamada a votar. Então, por que o Tapajós não recorre? Lira Maia e os demais membros do comitê pró-Tapajós devem uma explicação, o quanto antes.

  • Se o Pará fosse dividido em
    4 estados,Pará, Tapajós, Carajás e Calha Norte a região Amazônica teria muito mais representatividade na Câmara Federal e no Senado. A bancada Amazônica teria mais poder e poderia desenvolver a região como um todo. A Amazônia teria mais representatividade no cenário nacional acabando na a hegemonia do eixo São Paulo e Rio de Janeiro.

  • ALMIR GABRIEL DEFENDE TAPAJÓS E O FUTURO ESTADO DO CALHA NORTE OU MONTE ALEGRE.

    O ex-governador Almir Gabriel, que ocupou o Palácio dos Despachos entre 1995 e 2002, classificou a atual proposta de divisão de “burra”. Segundo ele, o ideal seria dividir o Estado em dois: a margem direita do Xingu seria o Pará remanescente e a margem esquerda o Tapajós. Almir defende ainda a criação do território de Monte Alegre, que, diz ele, em 50 anos poderia ser transformado em Estado.

  • O ESTADO DO TAPAJÓS TEM TUDO PARA DAR CERTO

    Projetos que estão locados para essa região como: Construção de hidrelétricas, BR-163, Hidrovia Teles Pires e Tapajós, grandes mineradoras se alojando na região, ampliação do porto de exportação sabendo que o porto de Santarém (DOCAS) esta entre os 10 portos maiores do país em exportação, ampliação do aeroporto, e outros tantos da iniciativa do Governo como privado,será que tudo isso é envão, grandes empresa querem se instalar na região mais devido a política desse governo do Pará em não incentivar as grandes empresas elas tomam rumu diferente, com esses novos estado TAPAJÓS e CARAJAS isso pode ser viável sempre ha esperança. Será que esse IPEA poderia me informar quem vai pagar as despesas com a COPA 2014 e Olimpíadas de 2016???, sendo dessa forma não se pode criar nada mais nesse país, nem sonhar Qual o País que não deve??, Qual o Estado que não deve??, Qual o Município que não deve?? vocês que são inteligentes e sábio (IPEA) poderiam me informar quais são se todos praticamente quem sustenta somos NÓS. esse argumento fajuta do IPEA que até agora nunca acerto nada não influenciara na vontade e oportunidade de um povo sofrido na tomada de decisão é por isso que digo queremos mudança não separação pois somos brasileiros e nortista DIGO SIM AO ESTADO DO TAPAJÓS sem medo de DIVIDA mais com a certeza da vitória que vai dá tudo certo é o povo que quer e a vontade de DEUS será feita, nem IPEA, nem Zenaldinho de nem alguns paraense, não tem quem segure mais essa corrente TAPAJÓS JÁ para mudar esse pedaço do NORTE para melhor novo e diferente TAPAJÓS SIM.

  • TAPAJÓS IRÁ SE DESENVOLVER COM INVESTIMENTOS

    Quem vai perder arrecadação é o Pará, lógico, Tapajós e carajás não, vão ganhar, isso é claro como nosso rio.
    Hoje qualquer apartamento em Belém é carrissimo, o m² mais caro que Fortaleza. Isso não existe, vão ter que rever isso. Mas, não vão morrer de fome heheheh . Vão procurar ser melhores gestores e sair do comodismo.
    Só não generalizem os economistas, muitos são a favor.
    Não culpem um erro médico a todos os médicos, seria injusto.
    Tenho conversado com gestores de grandes empresas de Belém e eles me dizem que se a imprensa perguntar eles dizem que são contrários a divisão, mas internamente são favoráveis,
    Não têm grandes terrenos por aqui, a toa.
    querem vender mais, só não querem ficar mal vistos com o governo estadual. Não são nada bobos. hehehe
    Sejam a favor sem medo de ser feliz!

  • MOMENTO DE UNIÃO

    Temos que promover a união dos dois Carajás e Tapajós, só assim teremos forças de vencer o contra, assim vencendo esta batalha que já começamos perdendo.
    SIM aos novos Estados.
    Vamos acordar para a realidade sem rivalidade união dos votos nos dois novos Estados é a saída.

  • NOSSO ORGULHO É SER TAPAJOARA.

    Vamos convencer o população paraense que dá forma que a região se encontra , não esta bom para ninguém. Se o Pará fosse um país seria o 25 ° maior do mundo, ou seja, reduzindo fica muito mais fácil para governar.
    Hoje a região do Carajás é a região mais violenta do país, ganhou o Nordeste. Desfazendo a idéia que o separatismo trará mais violência, é justamente o contrário.
    Existe a violência com a falta de presença do Estado.
    Queremos, merecemos e precisamos de um governador por perto para poder cobrar-lhe as ações necessárias. Do jeito que está estabelecido se torna inviável a cobrança a deputados estaduais, secretários e governador.

  • Um sonho de quase 200 anos
    Do leitor Sebastião Gil da Lalor Imbiriba, a propósito dos anseios de emancipação da região oeste do Pará e do plebiscito que vai decidir essa parada, provavelmente no final deste ano:

    “Meu filho atingiu a maioridade.
    Meu filho se formou.
    Adeus filho amado.
    Deus te acompanhe…
    … Vote SIM pelo Tapajós”.

    Do mesmo Sebastião, a um conhecido que contestou seu posicionamento em favor da divisão:

    Tenho 80 anos, 8 filhos, 15 netos e 1 bisneto. Exceto o bisneto, ainda pequeno, todos cresceram, estudaram, amadureceram e saíram de casa, cada um buscando a própria felicidade. Logo, meu bisneto seguirá seu próprio caminho. Assim é a vida, é natural.
    O mesmo acontece com municípios, províncias . Veja o caso do Grão Pará, agora são 9 estados: Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amapá, Amazonas, Roraima, Rondônia e Acre.
    O sonho de liberdade dos filhos do Pará d’Oeste e formar o Estado do Tapajós tem 188 anos. Por favor, atenda ao pedido deste velho, não destrua esse sonho, deixe que outros votem “SIM” pelo Tapajós.

  • EMANCIPAÇÃO E AUTONOMIA PARA O ESTADO DO TAPAJÓS

    O instituto do desmembramento pode ser comparado a um pai que, com uma grande família, possui uma vasta extensão de terra. Não tendo ele condições de cuidar, sozinho, de todo o patrimônio, resolve loteá-lo parcialmente e compartilhar com cada filho um de seus lotes. Assim, poderá trabalhar a terra sem executar elevados esforços físico e material, dentre outros. Pode ser, ainda, (o instituto do desmembramento) comparado a um pai que, atendendo ao pedido de seus filhos, resolve dividir parte de seu patrimônio, objetivando que eles (seus filhos) busquem seu próprio sustento.
    Portanto, (…)
    (…) como os Estados, por princípio, não têm interesse em se desfazer de parte do território, consequentemente, também, não têm interesse em chamar a população para decidir em plebiscito proposta de cisão do território.

  • O QUE VAI OCORRER É UMA EMANCIPAÇÃO E NÃO UMA SEPARAÇÃO..

    O ser humano é muito egoísta, Pará, Tapajós e Carajás nunca vão se separar por questões geográficas. O que essa população que vive em situação miserável só deseja é se emancipar e construir um bem estar melhor, mais conforto, melhorias, infra estrutura, enfim um padrão de vida melhor. Todos irão crescer, o futuro Pará terá um PIB maior que os outros dois juntos. Não dá para ter uma região metropolitana de Belém desenvolvida e uma imensidão de território vivendo na miséria. Isso é egoísmo e ganância em detrimento do seu vizinho.
    Viva o futuro Estado do Pará, Tapajós e Carajás em prol de um Brasil melhor. Todos tem o direito de melhores condições de vida e a emancipação vai beneficiar a todos. Foi melhor para Goias e Mato Grosso e será melhor para desenvolver o Pará. Eu, friamente quero um país melhor e o melhor para essa região, é a emancipação dessa região. Por isso digo SIM. TAPAJÓS E CARAJÁS DEVEM SE EMANCIPAR, para acabar com o desmando e abandono dessa região. O povo já está cansado de sofrer, falta tudo nessa região, professores, médicos, falta a presença do poder público. Triste região, “Terra de Ninguém” e velho oeste brasileiro.

  • TEMOS QUE SER REALISTAS, A LUTA SERÁ DE SANSÃO E GOLIAS.

    Felizmente o movimento pro Carajas vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal, alegando ser inconstitucional essa decisão , já que a parte interessada é a que será emancipada e não a outra parte que obviamente é contra. 90% da região de Belém está contra a emancipação.

  • Velho oeste.

    O que vai acontecer ao Pará? Esta é uma pergunta que deixou de ser retórica. O Estado se encontra em questionamento, a começar pela sua integridade física. O momento seria para reflexão profunda e ação conseqüente. Mas falta liderança para essa missão.

    O Pará está em transição, em trânsito e em transe.

    A começar por sua própria base territorial. Na sua configuração atual, se fosse um país, o Pará seria o 25º mais extenso do mundo. No continente latino-americano, só estaria abaixo do próprio Brasil e da Argentina, superando o país seguinte na lista, a Colômbia.
    O paralelo não deixa de ter algum significado. A principal marca colombiana nos últimos 60 anos tem sido a violência. O Pará é um dos Estados mais violentos do Brasil, a violência no amplo espectro da sua expressão: desde a morte de pessoas, incluindo assassinatos por encomenda (e a preço vil, se é que se pode estabelecer valores para a eliminação da vida), até a destruição da natureza, às vezes por motivações torpes e primárias.

    Não por coincidência, no início da temporada de verão, o Pará volta à sua sombria liderança em destruição da floresta e em execuções de pessoas consideradas indesejáveis ou hostis aos interesses dominantes. Uma coisa tem muito a ver com a outra: o desmatamento é o ritual da extração da riqueza fácil e valorizada, a madeira, que encomenda os assassinatos dos que se opõem a essa prática, ou concorrem com ela.

    Por tamanho físico, o Pará, se fosse um país, estaria logo abaixo da África do Sul, no 25º lugar do ranking. Essa é outra comparação que lança luzes sobre a situação atual do Estado. Como a nação africana, o Pará tem um subsolo extremamente rico em minérios. Embora a pesquisa geológica sistemática abarque apenas uma pequena fração dos seus 1,2 milhão de quilômetros quadrados, o Pará já é a unidade federativa que mais exporta minério de ferro do mundo.

    É também o maior produtor mundial de alumina, o 3º maior produtor internacional de bauxita, significativo produtor de caulim (o de melhor qualidade do mercado para papéis especiais) e com crescente participação em cobre e níquel. É uma pauta de exportação mineral mais diversificada do que a da África do Sul, cuja atividade econômica é muito mais antiga do que a do Pará.

  • O que vai acontecer ao Pará? Esta é uma pergunta que deixou de ser retórica. O Estado se encontra em questionamento, a começar pela sua integridade física. O momento seria para reflexão profunda e ação conseqüente. Mas falta liderança para essa missão.

    O Pará está em transição, em trânsito e em transe.

    A começar por sua própria base territorial. Na sua configuração atual, se fosse um país, o Pará seria o 25º mais extenso do mundo. No continente latino-americano, só estaria abaixo do próprio Brasil e da Argentina, superando o país seguinte na lista, a Colômbia.
    O paralelo não deixa de ter algum significado. A principal marca colombiana nos últimos 60 anos tem sido a violência. O Pará é um dos Estados mais violentos do Brasil, a violência no amplo espectro da sua expressão: desde a morte de pessoas, incluindo assassinatos por encomenda (e a preço vil, se é que se pode estabelecer valores para a eliminação da vida), até a destruição da natureza, às vezes por motivações torpes e primárias.

    Não por coincidência, no início da temporada de verão, o Pará volta à sua sombria liderança em destruição da floresta e em execuções de pessoas consideradas indesejáveis ou hostis aos interesses dominantes. Uma coisa tem muito a ver com a outra: o desmatamento é o ritual da extração da riqueza fácil e valorizada, a madeira, que encomenda os assassinatos dos que se opõem a essa prática, ou concorrem com ela.

    Por tamanho físico, o Pará, se fosse um país, estaria logo abaixo da África do Sul, no 25º lugar do ranking. Essa é outra comparação que lança luzes sobre a situação atual do Estado. Como a nação africana, o Pará tem um subsolo extremamente rico em minérios. Embora a pesquisa geológica sistemática abarque apenas uma pequena fração dos seus 1,2 milhão de quilômetros quadrados, o Pará já é a unidade federativa que mais exporta minério de ferro do mundo.

    É também o maior produtor mundial de alumina, o 3º maior produtor internacional de bauxita, significativo produtor de caulim (o de melhor qualidade do mercado para papéis especiais) e com crescente participação em cobre e níquel. É uma pauta de exportação mineral mais diversificada do que a da África do Sul, cuja atividade econômica é muito mais antiga do que a do Pará.

  • Algumas palavras sobre o movimento pela criação do estado do Tapajós.
    Por :Jonivaldo Sanches (*) – Enviado para o E-mail do blog

    A criação do estado do Tapajós cumprirá agora uma etapa muito importante para efetivação do processo que envolve o tema: a realização do plebiscito já está autorizada pelo parlamento e está faltando apenas a regulação pelo poder judiciário, a marcação da data e o exercício do sufrágio nas urnas.

    Entendo que o sufrágio pode ocorrer em todo o estado do Pará, em que pesem opiniões em contrário. Já que a maioria dos eleitores do Pará se encontra na região metropolitana de Belém. Sendo assim, reputo de salutar a importância a mobilização da populações envolvidas divulgando-se as razões pelas quais se endente imprescindível a criação dos novos estado, em especial, para a região oeste, a criação do Estado do Tapajós.

    O pleito dar-se-á na lógica dos discursos do jogo de soma zero. Nesses termos, os adversários do desmembramentos do Tapajós e Carajás trabalharão com argumentos tendentes a demonstrar que, se vencedoras as demandas pela criação desses novos Estados, o Pará remanescentes (como vem sendo chamado) perderá exatamente aquilo que ganharem os Estados a serem criados. Isso verdade? Cremos e temos argumentos para demonstrar o contrário. Porém, sem adentrar no mérito dessa questão aqui pretendemos demonstrar que, os argumentos a favor da criação dos novos estados (em particular o Tapajós) devem ser articulados, coordenados e difundidos junto á populações a fim de se criar uma consciência em defesa do Estado.

    Argumentos não faltam. Porém, as lideranças locais envolvidas na articulação no movimento parecem estar demorando a realizar esse trabalho. O prejuízo pode ser grande.
    Realizando-se o pleito no Estado todo, sem argumentos sólidos e articulados em torno do tema, o discurso contrário (soma zero) pode colar aliado a argumentos ufanistas de um Pará grande
    (só em tamanho territorial) e maioria do eleitorado concentrado na Zona metropolitana paraense pode derrubar um sonho histórico, o qual nesse momento tem de ser sonhado acordado, com pragmatismo sob pena de uma chance igualmente histórica ser perdida.

    Em suma falta, coordenação de pré-campanha , falta articulação em torno de um discurso unificado e mais aprouche do movimento junto à população dos municípios. Esse último personagem – a população – decidirá. A palavra de ordem: Emancipação Já.

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