Desmandos e calamidade tucana

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A pedido do blog, o médico e ex-secretário municipal Everaldo Martins Filho (Planejamento e Orçamento – foto) na gestão da prefeita Maria do Carmo (2005-2012) fez uma análise do decreto que declara Santarém em situação de emergência na área de saúde.

O documento foi oficializado pelo prefeito Alexandre Von (PSDB) na quarta-feira (20), com data retroativa a 7 de janeiro e com vigência de 90 dias.

Assim como o decreto tucano, o contraponto petista tem 11 itens que enriquecem o debate “cidadão, técnico, jurídico e ideológico”, além de jogar mais luzes sobre a iniciativa governamental.

– Parece que há uma situação de calamidade administrativa, infelizmente. O prefeito [Alexandre Von] queria ter encontrado uma situação pior, para justificar seus desmandos atuais e não encontrou – escreve Everaldo Martins Filho no seu contraponto, cuja íntegra será publicada ainda hoje (22) no blog.

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7 Responses to Desmandos e calamidade tucana

  • VOLTA EVERALDINHO, PELO AMOR A SANTARÉM, VOLTA LOGO CABOCLO, O POVO NÃO QUER ATRASO, RESSEÇÃO, ARROCHO DE SALÁRIO, DEMISSÕES, O POVO QUER MAIS EMPREGO, MAIS TRABALHO, AUMENTO DE SALÁRIO E NÃO CORTE MEU IRMÃO. NÓS TE IMPLORAMOS, VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO! VOLTA EVERALDO!

  • Ato dessa quarta-feira (20) deu início à série de 13 seminários que percorrerão o Brasil para discutir os 10 anos de Governo Democrático e Popular construídos pelo PT e sua base aliada.

    ”Lamento que tenham companheiros que não conseguiram entrar, mas é assim: a gente cresceu!”. Começou assim a fala da presidenta Dilma Rousseff na noite de hoje (20), duranto o ato pelos 10 anos de Governo Democrático e Popular. Ao lado de Lula, Fernando Haddad, Rui Falcão, Marcio Pochmann e os presidentes das siglas que compõem a base do governo, a petista destacou os avanços conquistados por milhões de brasileiros na última década e lembrou a importante atuação da militância na eleição do presidente que deu início a esse processo.

    “Essa década, companheiros e companheiras, tem milhões de construtores, mas essa década tem e teve o seu líder. Esse líder chama-se Luiz Inácio Lula da Silva. E completou: “Foi ele, que com coragem e pioneirismo, começou a fechar a porta do atraso e a escancarar a porta das oportunidades para milhões de brasileiros e brasileiras, de todas as raças, de todas as classes sociais e de todos os credos. Não por acaso, essa porta aberta deu o primeiro operário presidente e deixou entrar também a primeira mulher presidenta. E esse país não elegeria um operário presidente e uma mulher presidenta se não tivesse a combativa militância do Partido dos Trabalhadores”.

    A Presidenta abordou ainda a questão da redução da energia elétrica e aumento de oferta do serviço. “Nós não herdamos nada. Nós construímos isso”. E frizou: “O povo sabe, acima de tudo, que o nosso governo jamais abandonou os pobres. E como nosso governo jamais abandonou os pobres, é justamente por isso que a miséria está nos abandonando”.

    Com o bom humor usual, Lula afirmou que os 10 anos comemorados consagram um novo jeito de fazer política no Brasil. Após ler trechos de seu discurso de reeleição, o ex-presidente exaltou a democracia da gestão petista, sua busca pela transparência – nunca antes vista na história desse país – e a atuação frustrada dos adversários na tentativa de desqualificar os avanços conquistados pela legenda com apoio de sua base.

    “Nós não temos medo da comparação. Inclusive, comparação no debate da corrupção”, disse, ao citar uma entrevista concedida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que se mostrava nervoso com a elaboração de uma cartilha – PT 10 Anos de Governo, o Decênio que Mudou o Brasil – onde dados das duas gestões são comparados estatísticamente. “A diferença desses 10 anos qualquer mulher sabe, qualquer homem que reparta as tarefas de casa também sabe que tem duas formas de sujeira aparecer: uma é você mostrar e a outra é você esconder. E assim de cara limpa, olhando para vocês, digo que eu duvido que tenha na história do país um governo que criou mais instrumentos e mais transparência para combater a corrupção do que o nosso”.

    E reforçou sua escolha pelo nome de Dilma. Afirmou que a primeira vez que votou para presidnete da República foi para escolher seu próprio nome. “ A segunda votação que eu fiz foi em mim mesmo. A terceira votação foi em um poste [apontando para Dilma] que está iluminando o Brasil”, disse pouco antes de assegurar que a melhor resposta aos ataques sofridos pelo PT é a reeleição de Dilma em 2014.

    Participaram ainda, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, deputados (as) estaduais e federais, o senador Eduardo Suplicy, parlamentares de estados vizinhos, ministros e representantes e presidentes da base aliada do governo Alfredo Nascimento (PR); Carlos Lupi (PDT); Ciro Moura (PTC); Gilberto Kassab (PSD); Eduardo Lopes (PRB); Renato Rabelo (PC do B); Roberto Amaral (PSB); Robson Amaral (PTN); Valdir Raupp (PMDB).

  • Sabe quando o governo do Alexandre Von vai começar a trabalhar? Ta difícil, o cara é muito preguiçoso e parece que isso é contagioso!!!

  • Diria também: ex-médico. Pois a qualidade no seu atendimento é péssimo. Uma atualização não seria nada mal, Everaldinho!

  • Não estou acompanhando os serviços de saúde da gestão do atual prefeito, mas na época em que visitei a Unidade Municipal de Saúde Aparecida/Caranazal, 2011, citei em meu relatório de visita tcom relatos dos próprios funcionários, a falta de materiais de trabalho e assistência como o simples necessário para se realizar um curativo, mesmo que já solicitado junto ao órgão competente daquela administração, secretaria de saúde. Penso, a esta memória, que o ex-secretário de Planejamento sente hoje falta do poder que outrora exercido por ele, hoje pertence ao Alexandre Von.

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