Frase do dia

Publicado em por em Política

O Pará não pode se contentar em ser apenas um estado de indústria de madeira, algumas clandestinas, derrubando ilegalmente áreas que não deveriam derrubar. Também não pode se contentar em ser estado exportador de minério de ferro. Nós precisamos gerar riquezas e empregos neste estado.

Lula, presidente do Brasil, em discurso ontem (6) na cidade paraense de Tomé-Açu.


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6 Responses to Frase do dia

  • Não podia ser diferente, Oculista se alimenta e repete que Noblat escreve, notório “factoideiro” e colunista do PIG e que tem um ranço com o presidente Lula.
    Gente como eles, a minoria felizmente, se conformam com a insignificância que foi o resultado da privataria.
    Oculista é um mal amado, transvertido de “papagaio” (desculpem as aves) do que falam e escrevem as copias de má qualidade dos Corvos do passado.

  • Recomendaria esta, como a frase do dia. Texto retirado do artigo publicado no O GLOBO, de autoria de Merval Perreria. Testando os limites.

    De lá para cá, outras ocasiões surgiram para confirmar que setores do governo petista testam os limites de suas ações, sempre tentando ampliá-los, e são rechaçados pela reação firme da sociedade.

  • O navio terra de homnnes, de uma Ong instalada em Santarém, não foi à Belém prestar reverencia ao Presidente Lula.
    Pelo jeito, as arcas da viúva estão com as portas fechadas pra essa gente.

  • Pra quem tem vergonha na cara, meia palavra basta!

    “Precisamos acreditar na ética dos valores. Tentamos governar sozinhos no PT, sem dialogar com PSDB e acabamos com o pior do PMDB”.

    Marina Silva, ex-PT, candidata à sucessão de Lula pelo PV

  • Oculista,

    Não vem com essa conversa mole. Primeiro vc diz que o povo paraense é politizado. Se fosse não tinha votado tanto tempo no Jarder Barbalho, Almir Gabriel, Jatene, Ana Júlia, sem falar nos deputados fajutos que nós temos.

    Depois vc fica copiando um artigo do Noblat, este sim, com finalidade política. Já faz tempo que o governo vem discutindo o Plano Nacional de Banda Larga, muita gente envolvida na discussão. Esse papo que foi divulgado agora é papo furado.

  • O povo paraense é altamente instruído e visivelmente politizado, e com base nisso não acredita em discursos falaciosos com ampla finalidade eleitoreira. Desse modo ,vá mentir em outra freguesia, que essa aqui já esta escaldada.Basta o uso deliberado da telebrás para tentar iludir o povo Presidente.
    O especulardor
    No Noblat.
    Durante mais de dois anos o governo soltou balões de ensaio, fez declarações, desmentidos, informações contraditórias sobre Telebrás, apesar de ser uma empresa com ações em bolsa. O resultado foi o que se viu: as especulações produziram uma violenta volatilidade, uma alta espetacular das ações. Altas e quedas produziram ganhos aos mais espertos.
    A notícia que saiu aos pedaços foi confirmada: a Telebrás será a gestora do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). A forma correta de fazer isso era o governo decidir primeiro e anunciar depois. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deveria ter visto isso. Manipular o mercado dessa forma é crime.
    O governo Lula nada fez em matéria de telecomunicação. Tudo o que aconteceu foi decorrente da privatização. A telefonia estatal tinha 20 milhões de clientes dos serviços de telecomunicações. Agora, 12 anos depois, são 235 milhões.
    O número é maior do que a população porque alguns são consumidores de diversos produtos. As empresas, como disseram ontem em nota, investiram R$ 180 bilhões nestes 12 anos. Nada disso seria possível se o setor permanecesse estatal.
    O governo Lula não conseguiu sequer usar o fundo criado na venda das empresas, o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, que tem hoje R$ 10 bilhões depositado lá pelas empresas do setor. Esse fundo era exatamente para ampliar serviços como a banda larga.
    Depois de sete anos sem fazer coisa alguma, o governo Lula, a sete meses do seu fim, lança um plano para investir R$ 13 bilhões em cinco anos e reintroduzir o Estado no setor. E o faz com óbvias fanfarras eleitoreiras.

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