Governo pretende implantar mais 4 distritos industriais no Pará; um deles em Santarém

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Governo pretende implantar mais 4 distritos industriais no Pará; um deles em Santarém
Reunião da diretoria do Codec. A companhia é vinculada ao governo estadual. Foto: Ag.Pará

A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), vinculada ao Governo do Pará, reconduziu sua diretoria executiva para o biênio 2023-2025, e se manterá nos próximos anos como órgão de fomento ao desenvolvimento da economia paraense, atraindo investimentos ao Estado e estimulando a verticalização da produção paraense.

A recondução da diretoria ocorreu na manhã desta terça-feira (24), durante reunião na sede da companhia, em Belém.

Além do atual titular, Lutfala Bitar, tiveram os mandatos renovados os diretores Antônio de Pádua Rodrigues, para a Diretoria de Estratégia e Relações Institucionais; Manoel Ibiapina, para a Diretoria de Atração de Investimentos e Negócios; Artur Tourinho, para a Diretoria Administrativa e Financeira; Raimundo Wanderley, para a Diretoria Técnica, e Edimar Gonçalves, para a Diretoria Jurídica.

Segundo o presidente da Codec, a recondução significa o reconhecimento ao trabalho que está sendo desenvolvido.

“Estamos, atualmente, com quatro distritos Industriais, e trabalhando pela implantação de novos distritos em Castanhal, Santarém, São João de Pirabas e Breves, para ajudar a industrializar o Marajó, além da ZPE (Zona de Processamento de Exportações) Barcarena. Isso já é histórico, pois em mais de 40 anos o estado implementou os quatro distritos atuais, e nós, em quatro anos, já demos passos significativos para implementar mais quatro”, destacou Lutfala Bitar.

“Esse é um momento muito marcante, em que a Codec reconduz a sua Diretoria, que tem a função precípua de executar os projetos importantes para o desenvolvimento do Estado do Pará”, disse o advogado e membro do Conselho de Administração da Codec, João Paulo Mendes Neto.

Ele enfatizou a importância do cumprimento de metas e do enfrentamento de desafios nesta nova gestão.

“Temos agora muitas metas a serem cumpridas, e isso vai ao encontro de uma política de desenvolvimento do Estado que irá ajudar a industrializar o Marajó, com o Distrito de Breves, por exemplo. Também é muito importante a atuação do Conselho de Administração junto à gestão da Companhia, para que avancemos em temas relevantes, como a regularização fundiária em localidades-chave, como Barcarena, a fim de que esse desenvolvimento seja em cadeia, desde a comercialização de áreas até o projeto final”, adiantou o conselheiro. 

Carta da Codec

Na reunião também foi aprovada a Carta Anual de Políticas Públicas da Codec para 2023, que entre outros itens assegura a continuidade das políticas públicas desenvolvidas pela Companhia, como o Programa de Fortalecimento do Segmento Produtivo Estadual e a estratégia de divulgação do Pará como destino para investimentos. 

Com a aprovação, a Codec reafirma o compromisso com as boas práticas de governança corporativa, estabelecidas na Lei nº 13.303/2016, já reconhecida pela Auditoria-Geral do Estado (AGE) devido ao cumprimento do que é estabelecido na legislação, figurando em posição de destaque entre as empresas públicas e sociedades de economia mista do Pará.

Com informações da Agência Pará, do governo estadual


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One Response to Governo pretende implantar mais 4 distritos industriais no Pará; um deles em Santarém

  • E por falar em distrito industrial, caro Jeso Carneiro, esta semana fui visitar meus parentes na região do Arapiuns e pude constatar de perto o quanto aquela população ainda sofre pela falta de serviços básicos, como por exemplo, energia elétrica, estradas trafegáveis, escolas e postos de saúde. Logo, ler essa matéria sobre o projeto de implantação de um distrito industrial em Santarém chega a ser fascinante, porém, quando pensamos que ainda não temos o suporte básico para o perfeito funcionamento das indústrias, chegamos à conclusão que falta muito para termos uma produção eficiente. Não é aceitável que em pleno século 21, muitas pessoas ainda tenham que salgar seus alimentos (peixe e carne) por não terem outro meio para conservar; que comunidades inteiras ainda dependam de querosene para ter acesso à luz durante a noite; que pessoas ainda morram em consequência de picadas de cobra, por falta de medicamentos e de postos de saúde e que crianças ainda tenham que estudar em barracões improvisados, por falta de prédios escolares.

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