Sumido do twitter desde o dia 1º de dezembro de 2010, o vice-governador do Pará, Helenilson Pontes, reapareceu no microblog há pouco para anunciar a sua mais nova missão no governo Jatene II.
Confira, nas palavras dele:
Leia também:
Coringa do governador.
Helenilson interino.

Também concordo com que o J_Junior colocou. Acho melhor o vice se deter aos problemas que ele ja vai ter que resolver com as secretarias de sua responsabilidade, não adianta abraçar o mundo de uma só vez, é melhor ir com calma e ver como a maré vai se comportar, acredito na competência dele, tem que ter cautela.
Não podemos esquecer que a construção de Belo Monte foi assim como o trem bala, uma das bandeiras de campanha nas últimas eleições do governo federal, notadamente do ex-presidente Lula, que a todo custo e querendo a vitória de sua candidata, atropelou todas as fases que se fazem necessário para a obtenção das licenças ambientais.
Desse modo, e arredado de todo esses fatos simplórios que a cada dia macula ainda mais a figura de algumas lideranças da política nacional, vem o governo do Estado, por dever de ofício, somente requer a contra-prestação que lhe é devida pelos danos sócios-ambientais que esta nababesca obrar provocara na vida/cultura do povo paraense.
Não podemos deixar acontecer em nosso estado erros do passado recente.
Belo Monte além do maior projeto, é o maior desafio para o Estado do Pará nos próximos anos.
É um investimento monumental (não apenas na obra) para a região e para o Brasil.
Uma enorme oportunidade para o Estado interagir com as populações locais, dentro de uma nova lógica de desenvolvimento local. Aproveitando o investimento para implementar o desenvolvimento local, beneficiando direta e indiretamente a região como um todo.
Não entender isso é grave, um indicador que na região tapajonica, a “visão” permanece limitada.
Entender Belo Monte como uma mera obra de “engenharia” e a coordenação do GT “um cargo técnico” é desconhecer a historia e as tribulações de mais de 20 anos. Um projeto controverso, de grande impacto, que ao longo de duas décadas mudou de cara, gerando, ao mesmo tempo, grandes expectativas, e grande repudio.
Pela problemática que a obra traz (energia e meio ambiente). Pelos seus impactos. Pela multiplicidade dos atores sociais envolvidos. Pelo volume enorme de recursos envolvidos. Sua execução, para ser bem sucedida, terá que ser politica e técnica ao mesmo tempo.
Engenheiro constrói estruturas, mas é o bom politico-articulador, que cria as condições para que ela possa ser realizada dentro do maior consenso e do menor impacto possível.
Boa sorte Vice Governador
Tiberio Alloggio
Assino embaixo. Entretanto, torcemos para que este GT não seja igual a tantos outros criados no governo anterior, que ficaram somente na teoria e nas discussões. Boa medida é o HP vir à região do XIngu e conhecer mais a fundo a realidade local.
Paulo Leandro Leal
Assim não dá. Assim não tem combate! Seria de bom tamanho o vice assumir o governo e exonerar o chefe da casa civil e lutar pelo plebiscito em prol da região oeste. O Pará não pode continuar assim: gigante e sem comando administrativo nos municípios além da RMB(Região Mtropolitana de Belém).
Sossega Leao!
palmas, esta se saindo pior que o maior de todos os tolos….PALMAS….MUITAS PALMAS….
CORINGA OU TOTAL FLEX?
É impressionante o comportamento dos nossos vices. Odair Corrêa tinha uma obsessão pela imponência do poder, pelo que estava envolta, seguranças, holofotes, bajulações, já o Helenilson Pontes, apesar de poucos dias como vice, já demonstra seu fascínio pela importância de assumir o poder nas diferentes instâncias, tenho observado que ele quer demonstrar para o povo do Oeste do Pará que Jatene tem dado para nós através ‘só dele’, um espaço que ele imagina que nós pensamos que existe de verdade no governo dos de Belém. Coisa de rapaz embriagado e deslumbrado acreditando piamente no Governador que lhe convoca como um menino bem mandado. Este cargo, o mais recente, depois de muitos que ele já assumiu no Governo Jatene, não é de sua competência. Seria de bom senso, neste momento, Helenilson jogar aberto com Simão Jatene. Este cargo é para um engenheiro de alto nível, não que Helenilson não seja de alto nível, mas é completamente fora de sua linhagem de conhecimento. Temos na região e no Pará pessoas de excelente bagagem sobre barragens, e principalmente por essa obra ser tão questionada se faz necessário um técnico específico. Ser um coordenador por parte do Governo dessa obra gigantesca, é tarefa indiscutivelmente técnica, por se tratar de um mega projeto de construções complexas que requer entendimento específico e principalmente a habilidade política para tratar com ecologistas e outros seguimentos envolvidos nesse mar de coisas que é hoje Belo Monte. Um engenheiro leva vantagem numa discussão com ecologistas por entender da real condição do projeto, já Helenilson Pontes não detém essa importante ferramenta na bagagem. Hoje ele é vice, secretário de duas secretarias do estado e agora coordenador das obras de Belo Monte, é muita coisa. Só falta, lhe convocarem para apitar o jogo do Remo e São Raimundo, que não vou achar estranho de isso acontecer, do jeito que ele se apresenta hoje, como um verdadeiro total flex.
Muito bem colocado.
Amigo Helenilson, não duvidando da sua competência, que é inquestionável, creio que o comentário supra merece reflexão, até porque torço, como conterrâneo que somos, pelo seu sucesso no campo político. Vc sabe disso, não preciso me prolongar.
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