Sim Estado do Tapajós, dia 11 de dezembro e sempre
O nosso trabalho pelo Estado do Tapajós deve ser hoje e amanhã não para nós e sim para os nossos netos. Os políticos gananciosos passam o Estado ficará e progredirá.
Nós sabemos que os poderosos do Pará só aderiram, ou melhor, aceitaram a independência do Brasil de Portugal em 15 de agosto de 1823, quase um ano depois de 1822. A divisão do Pará deve acontecer caso não seja agora em 2011, será um dia.
Após o dia 11 de dezembro espero que o Oeste do Pará, repudie através do voto os políticos de Belém nas eleições futuras e sempre.
Temos que renovar sempre e eleger os candidatos da região do Oeste é não os que fazem do Oeste do Pará e do interior em geral curral eleitoral.
Com certeza, o Pará nunca mais será o mesmo. Seja qual for o resultado o Pará vai estar dividido. Melhor será se a divisão decorrer do SIM, pelo menos cada porção seguirá seu rumo, terá a chance de fazer a sua história, de errar e acertar, nas quais os governantes possam tomar decisões mais sintonizadas com as pessoas que se encontram mais próximas. Se o resultado for o não, aumentará o sentimento de superioridade que muito belemense demonstra ter com relação ao povo do interior, como eles costumam identificar aos demais. Ficará mais nítido o comportamento de colonizador que foi incorporado por essa parte da população que vê o “interiorano” com desprezo, preconceito e desdém. Por essas e outras questões, o Pará não será mais o mesmo. De minha parte, espero que o Pará fique ainda melhor, com seus governantes podendo dar a assistência que sua população merece e necessita, na medida em que fiquem mais próximos a ela, da mesma forma que espero possa acontecer o mesmo com Tapajós e Carajás. Prefiro otimisticamente me inspirar nos fartos exemplos exitosos que a história nos apresenta, tanto no Brasil quanto em outras regiões do mundo. Grandeza não é sinônimo de tamanho. Há grandes pessoas com medidas modestas, há grandes países e até grandes municípios, bem menores que o Pará. Não justifica o receio de que a divisão enfraqueça, diminua. Pelo contrário, a divisão propicia crescimento. A divisão das células tornou possível a cada um de nós ser o que somos. A divisão é o símbolo da solidariedade. O seu contrário denota egoísmo. Pelas razões expostas, reafirmo, o Pará não será mais o mesmo após o 11 de dezembro, assim como o mundo não foi mais o mesmo após o 11 de setembro. Mas, ao contrário daquela data, que gerou destruição e morte, agora há uma nova possibilidade: esperança e nascimento. Somente o SIM carrega esta possibilidade.
Querido Jeso, penso que o casamento na sua verdadeira expressão é algo imaculado, imagino como um cristal. Assim, pelas quebradas que a vida dá, se um sai de casa, o cristal se quebrou. Mesmo que restaurado, isto é, volta para casa, os outros podem não perceber, mas os dois sempre saberão que é um cristal restaurado. O Pará nunca mais será o mesmo depois de 11/12. Se separados, seguiremos rumos paralelos, cada um buscando o melhor caminho. Se juntos, penso que cada vez mais seremos ignorados por Belém e nos transformaremos no filho rebelde que precisa de castigo. Assim, para nós, é um caminho sem volta! Ou assumimos nosso destino ou seremos mais agrilhoados.TAPAJOARAMENTE, SAUDAÇÕES AZULINAS,
Apesar de sermos relegados a planos secundários pela administração estadual, seremos melhores atendidos após o plebiscito, apesar de achar que o Gov Jatene tenta fazer o melhor para a população de Santarém, suplantando a Ana Julia.Acredito na rejeição da criação dos novos Estados, gostaria muito de estar equivocado.
Jeso, o Pará já não é o mesmo há décadas. Será muito diferente após o plebiscito, seja qual for o resultado. Infelizmente, o radicalismo e mesmo o ódio começam a florescer em certas mentes da capital, a começar de alguns “intelectuais”. A Amazônia e seu povo sofrido não merecem isto.
Só quero registrar que o caminho que alguns estão trilhando, cheira a intromissão na vida e na carreira de pessôas que fazem e sua parte na vida e na sua profissão que a duras penas conquistou, que é nome conhecid com sólida carreira no Brasil e no exterior onde divulga o nome de sua terra, mas que acima de tudo escolheu morar no lugar 2ue é banhado por eese maravilhoso rio que só quem tem rqaizes por lá sabe valorizar.
É interessante como peesôas que talvez nem o conheçam mas que se arvoram a falar por ele e o que é pior se manifestar contra ou a favor como se a manifestação fossse dele. o que é isso?
Deixem que ele se manifeste na hora que achar conveniente, não é correto adiantar opinião que pelo visto ninguem conhece embora ele já a tenha manifestado. mo que tem sido dito são apenas suposição. Outra intromissão indevida na privacidade desse respeitado musico é tão aética e alguns sem a menor cerimônia chegam a mencionar detalhes da sua vida particular, inclusive sobre o cachê que recebe, e que acham é pouco comparando numa atitude discriminatória com os músicos que tocam em barzinho, discutem se é pouco ou é muito, coisas que só diz respeito a sua privacidade. Creio que a opinião desse músico já é conhecida do público. Mas eu que já estava decidida a votar pelo SIM diante de tanta demonstração de despeito, de inveja de falta de ética e pensando que se na hipótese de ser criado o Estado do Tapajós aparecerem líders com o perfil de alguns que tem deixado aqui suas impressões, eu estou me dando um tempo para repensar minha decisão pelo SIM. E assim como eu muitos outros que inicialmente tiveram a mesma pretenção.
Mariad, o cachê pago ao senhor Sebastião Tapajós para o show dele no Terruá Pará, em São Paulo, é oriundo de fontes públicas, portanto não diz respeito à questão privada, particular como vc. menciona. Deve, em consequência, ser sim levado a público, de acordo com um dos critérios que rege toda a gestão pública, a transparência.
mas que povinho complexado esses mocorongos meu !!!
Na pior das hípóteses seremos mais respeitados SIM!!!
Sim Estado do Tapajós, dia 11 de dezembro e sempre
O nosso trabalho pelo Estado do Tapajós deve ser hoje e amanhã não para nós e sim para os nossos netos. Os políticos gananciosos passam o Estado ficará e progredirá.
Nós sabemos que os poderosos do Pará só aderiram, ou melhor, aceitaram a independência do Brasil de Portugal em 15 de agosto de 1823, quase um ano depois de 1822. A divisão do Pará deve acontecer caso não seja agora em 2011, será um dia.
Após o dia 11 de dezembro espero que o Oeste do Pará, repudie através do voto os políticos de Belém nas eleições futuras e sempre.
Temos que renovar sempre e eleger os candidatos da região do Oeste é não os que fazem do Oeste do Pará e do interior em geral curral eleitoral.
Acho que isso vai dar um bafafá danadoo.. rsrs…
mas sejamos como o nosso governador demonstra e disse : ” aceitaremos a vontade do povo “
Com certeza, o Pará nunca mais será o mesmo. Seja qual for o resultado o Pará vai estar dividido. Melhor será se a divisão decorrer do SIM, pelo menos cada porção seguirá seu rumo, terá a chance de fazer a sua história, de errar e acertar, nas quais os governantes possam tomar decisões mais sintonizadas com as pessoas que se encontram mais próximas. Se o resultado for o não, aumentará o sentimento de superioridade que muito belemense demonstra ter com relação ao povo do interior, como eles costumam identificar aos demais. Ficará mais nítido o comportamento de colonizador que foi incorporado por essa parte da população que vê o “interiorano” com desprezo, preconceito e desdém. Por essas e outras questões, o Pará não será mais o mesmo. De minha parte, espero que o Pará fique ainda melhor, com seus governantes podendo dar a assistência que sua população merece e necessita, na medida em que fiquem mais próximos a ela, da mesma forma que espero possa acontecer o mesmo com Tapajós e Carajás. Prefiro otimisticamente me inspirar nos fartos exemplos exitosos que a história nos apresenta, tanto no Brasil quanto em outras regiões do mundo. Grandeza não é sinônimo de tamanho. Há grandes pessoas com medidas modestas, há grandes países e até grandes municípios, bem menores que o Pará. Não justifica o receio de que a divisão enfraqueça, diminua. Pelo contrário, a divisão propicia crescimento. A divisão das células tornou possível a cada um de nós ser o que somos. A divisão é o símbolo da solidariedade. O seu contrário denota egoísmo. Pelas razões expostas, reafirmo, o Pará não será mais o mesmo após o 11 de dezembro, assim como o mundo não foi mais o mesmo após o 11 de setembro. Mas, ao contrário daquela data, que gerou destruição e morte, agora há uma nova possibilidade: esperança e nascimento. Somente o SIM carrega esta possibilidade.
Querido Jeso, penso que o casamento na sua verdadeira expressão é algo imaculado, imagino como um cristal. Assim, pelas quebradas que a vida dá, se um sai de casa, o cristal se quebrou. Mesmo que restaurado, isto é, volta para casa, os outros podem não perceber, mas os dois sempre saberão que é um cristal restaurado. O Pará nunca mais será o mesmo depois de 11/12. Se separados, seguiremos rumos paralelos, cada um buscando o melhor caminho. Se juntos, penso que cada vez mais seremos ignorados por Belém e nos transformaremos no filho rebelde que precisa de castigo. Assim, para nós, é um caminho sem volta! Ou assumimos nosso destino ou seremos mais agrilhoados.TAPAJOARAMENTE, SAUDAÇÕES AZULINAS,
Apesar de sermos relegados a planos secundários pela administração estadual, seremos melhores atendidos após o plebiscito, apesar de achar que o Gov Jatene tenta fazer o melhor para a população de Santarém, suplantando a Ana Julia.Acredito na rejeição da criação dos novos Estados, gostaria muito de estar equivocado.
Jeso, o Pará já não é o mesmo há décadas. Será muito diferente após o plebiscito, seja qual for o resultado. Infelizmente, o radicalismo e mesmo o ódio começam a florescer em certas mentes da capital, a começar de alguns “intelectuais”. A Amazônia e seu povo sofrido não merecem isto.
Jeso, creio que se não passar o sim no plebiscito a rivalidade aqui dentro vai ser grande. Um Rocha parecida com a que existe entre Amazonas x Para.
Amazônia, sem parar
Ser Pará ou não ser Pará?
Separar ou não separar?
Dilema hamletiano
Para quem não vive cá
Para quem não vive lá
Só para quem vive acolá…
Ser como nós ou não ser como nós?
Ser Tapajós ou não ser Tapajós?
Dilema hamletiano
Só para quem vive acolá…
Ser como apraz ou não ser como apraz?
Ser Carajás ou não ser Carajás?
Dilema hamletiano
Só para quem vive acolá…
Se parar, não vai chegar
O que separado já está
Separado ficará
Sem parar, seja lá, seja cá, seja acolá!
Ser parado, é que não dá!
Sê Pará, mesmo que separar!
E cá pra nós,
Seremos Tapajós
Seremos Carajás
Seremos Amazônia
Sempre
Sem parar…
Só quero registrar que o caminho que alguns estão trilhando, cheira a intromissão na vida e na carreira de pessôas que fazem e sua parte na vida e na sua profissão que a duras penas conquistou, que é nome conhecid com sólida carreira no Brasil e no exterior onde divulga o nome de sua terra, mas que acima de tudo escolheu morar no lugar 2ue é banhado por eese maravilhoso rio que só quem tem rqaizes por lá sabe valorizar.
É interessante como peesôas que talvez nem o conheçam mas que se arvoram a falar por ele e o que é pior se manifestar contra ou a favor como se a manifestação fossse dele. o que é isso?
Deixem que ele se manifeste na hora que achar conveniente, não é correto adiantar opinião que pelo visto ninguem conhece embora ele já a tenha manifestado. mo que tem sido dito são apenas suposição. Outra intromissão indevida na privacidade desse respeitado musico é tão aética e alguns sem a menor cerimônia chegam a mencionar detalhes da sua vida particular, inclusive sobre o cachê que recebe, e que acham é pouco comparando numa atitude discriminatória com os músicos que tocam em barzinho, discutem se é pouco ou é muito, coisas que só diz respeito a sua privacidade. Creio que a opinião desse músico já é conhecida do público. Mas eu que já estava decidida a votar pelo SIM diante de tanta demonstração de despeito, de inveja de falta de ética e pensando que se na hipótese de ser criado o Estado do Tapajós aparecerem líders com o perfil de alguns que tem deixado aqui suas impressões, eu estou me dando um tempo para repensar minha decisão pelo SIM. E assim como eu muitos outros que inicialmente tiveram a mesma pretenção.
Mariad, o cachê pago ao senhor Sebastião Tapajós para o show dele no Terruá Pará, em São Paulo, é oriundo de fontes públicas, portanto não diz respeito à questão privada, particular como vc. menciona. Deve, em consequência, ser sim levado a público, de acordo com um dos critérios que rege toda a gestão pública, a transparência.