Sinjor promove debate sobre redivisão

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Na próxima quinta-feira (8), o Sinjor (Sindicato dos Jornalistas) do Pará promove um debate em Belém sobre a criação dos estados do Tapajós e Carajás.

Com início para as 19h, no auditório da OAB (Largo da Trindade), 3 palestrantes foram convidados para o evento: o jornalista e professor Manuel Dutra, que defende o “sim” no plebiscito em prol dos novos estados, o economista Célio Costa, autor de um estudo que aponta a viabilidade econômica tanto do Tapajós como o Carajás, e o professor doutor Edir Veiga, da UFPA, contrário à redivisão geográfica do Pará.

O debate pretende privilegiar a opinião de cientistas e estudiosos sobre o tema.

Parlamentares favoráveis e contrários aos novos estados foram convidados para evento, mas, segundo o Sinjor, as argumentações ficarão por conta de estudiosos.

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3 Responses to Sinjor promove debate sobre redivisão

  • Há verdades nos comentários anteriores, mas, também, equívocos.
    Debates são sempre saudáveis, mesmo que não provoquem necessariamente soluções, pelo menos a curto prazo.
    Quanto a “canetada”, seria sem dúvida a mais acertada atitude, pelo menos para os que já conseguem ver as vantagens dessa ampliação de estados na Amazônia, tanto para as populações quanto para a governabilidade deste imenso território internacionalmente cobiçado. Mas, vivemos outros tempos. Lutamos tanto por democracia, e o ato de votar é intrínseco a este modelo. Pena que muitas pessoas não estejam dispostas a ouvir e entender, pois se tivessem muitos argumentos tolos seriam facilmente destruídos. Mas muitos desses argumentos são dissiminados pelos meios de comunicação. Quem sabe os profissionais da imprensa estando melhor esclarecidos possam cumprir melhor o seu papel social. Nem me refiro a serem favoráveis, apenas a que sejam portadores de opiniões fundamentadas e coerentes. E, nesse sentido, creio que o debate possa ser muito válido.
    Anselmo Alencar Colares

  • Para que tanto debate se ninguém vai ceder, é o povo quem vai decidir e infelizmente o que conta é a matemática, quantos votos terão os que são a favor da emancipação e o dos que são contra o desenvolvimento e que votam “não”.
    Acredito que uma boa campanha ouvindo a população é que conta, é o povo que tem que se manifestar sobre anseios , dificuldades, desejos e seus sonhos com o desenvolvimento.
    Ou estou errado, será que meia dúzia de intelectuais decidem uma eleição.

  • Creio que a campanha deve sair dos gabinetes e partir para a rua, corpo a corpo com o eleitor.
    A criação dos estados do Mato Grosso do Sul e Tocantins foram através de uma “canetada” e veja o sucesso que foi.
    Não há tempo de muito debate e muita polêmica, restam 3 meses apenas.
    Quem irá decidir será o povo nas ruas e não cientistas que cada um irá vender seu peixe, ou então como uma partida de dois times de futebol do Pará.
    Por isso mais uma vez digo, em um debate , ambas as partes não irão cedo, e campanha se faz no corpo a corpo nas ruas.

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