PSOL aciona STF para que proíba Ministério da Saúde de distribuir cloroquina
Cloroquina, segundo a Anvisa, não serve para tratamento contra covid-19

O PSOL pediu que o ministro Ricardo Lewandoswki, do Supremo Tribunal Federal (STF), determine que o governo federal seja proibido de veicular qualquer informação que propague, induza ou incentive o uso de medicamentos sem comprovação científica, como tipo de tratamento precoce, contra a Covid-19, especialmente cloroquina, nitazoxanida, hidroxicloriquina e ivermectina.

 

A sigla também pede, segundo Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, que seja determinada, liminarmente, a vedação da distribuição pelo governo federal, por qualquer um de seus órgãos, de tais substâncias e medicamentos para a finalidade de tratamento precoce do novo coronavírus.

Em meio a uma nova onda de Covid-19, a Prefeitura de Manaus foi pressionada pelo Ministério da Saúde do governo Jair Bolsonaro a distribuir remédios sem eficácia comprovada para tratar seus pacientes, como cloroquina e ivermectina.

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Os pedidos foram feitos no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 756.​

No documento, que foi protocolado nesta terça (19), o partido também pede que o governo de Jair Bolsonaro comece imediatamente a campanha dos benefícios da vacinação contra a Covid-19.

 

“É inaceitável que o governo continue opondo tratamento precoce à vacinação. Não há medicamentos com efeitos comprovados contra a Covid-19. É hora de dar um ponto final à desinformação do governo Bolsonaro. Chega”, afirma Juliano Medeiros, presidente do PSOL.


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