O júri popular da 10ª Vara Penal de Santarém volta a se reunir nesta quinta-feira (26), para julgar Francisco Alberto dos Santos, foragido da Justiça, acusado de matar Diomédio Agostinho da Silva, em abril de 1990, no bairro da Nova República.
Segundo os autos, os dois eram sócios de uma danceteria na Nova República e se desentenderam por causa do negócio. Depois de um bate-boca, Francisco foi ao comércio de Diomédio e disparou tiros de revólver matando o adversário e fugindo do local.
O processo deve prescrever em novembro deste ano, por isso o réu será julgado à revelia.
Se condenado por homicídio hualificado, que é o que defende o promotor Rodrigo Aquino, poderá pegar pena de até 30 anos, devendo cumpri-la quando for capturado.
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A defesa será feita pela Defensoria Pública, provavelmente pelos defensores Emilgrietty Santos e Vinícius Toledo Augusto. O júri será presidido pelo juiz Gérson Marra Gomes.
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