
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 22, a operação Ecstasy, um desdobramento da prisão em flagrante de duas pessoas com 500 selos de droga sintética na manhã de ontem (21).
Cerca de 20 policiais estão participando da operação para o cumprimento de 4 mandados de busca a apreensão, todos em Santarém, oeste do Pará.
A ação contou com a participação de servidores da Receita Federal do Brasil e da Vigilância Sanitária Municipal de Santarém.
O material apreendido será encaminhado para Delegacia de Polícia Federal em Santarém para ser submetido à perícia e análise.
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A investigação visa colher provas da participação dos envolvidos em tráfico de drogas, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais e contrabando.
Um dos presos, conforme apurou o portal Jeso Carneiro, é Wellington Ferrari Augusto Ribas, de Santarém. Ele estava na agência dos Correios quando os agentes federais o prenderam ontem.
Wellington é dono de farmácia.

O outro atende pelo nome de Pedro Henrique.
O QUE É ECSTASY
Também chamado de droga do amor, o ecstasy é uma droga psicoativa, conhecida quimicamente como 3,4-metilenodioximetanfetamina e abreviada por MDMA.
A droga foi produzida por uma indústria farmacêutica no ano de 1914 com o intuito de ser utilizado como supressor do apetite, mas nunca foi utilizado para essa finalidade.

Nos anos 1960, começou a ser utilizado por psicoterapeutas para elevar o ânimo de pacientes; e na década de 70 passou a ser consumido recreativamente, sendo disseminado principalmente entre estudantes universitários. O uso dessa droga é proibido em vários países, inclusive no Brasil.
Embora esse modo de utilização não seja mais empregado, o ecstasy pode ser injetado via intravenosa. Atualmente o consumo ilegal de ecstasy tem sido realizado na forma de comprimidos via oral.
Com informações da Polícia Federal e redação
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