Walt Disney World
Disney World. Foto: Benjamin Suter

O novo coronavírus pegou todo mundo de surpresa. As pessoas tiveram que mudar seu comportamento habitual, há isolamento social, na maioria dos países o decreto é ficar em casa, e o desejo de muitos turistas de viajar para lugares como Disney World, ficou suspenso.

É inevitável sentir certa insegurança, ter incertezas quanto ao futuro, e por isso não é momento de pensar em viagens. Porém é importante saber o que acontece ao redor do mundo, quais são as reações das empresas multinacionais dos mais diversos setores.

É sabido que não é possível fazer hoje uma viagem para Disney por causa da pandemia. Os parques fecharam e ainda não tem data para abrirem novamente as suas portas.

É lógico, devem cumprir com as indicações do governo, e se preocupam com a segurança tanto dos hóspedes e visitantes, quanto dos funcionários. Embora seja possível encontrar pacotes de viagens promocionais, o parque anuncia que, quem tiver interesse, pode fazer reservas para viajar a partir do dia 1° de junho, embora ainda não haja certeza do que vai acontecer.

Muitas pessoas que fariam uma viagem para Disney e compraram ingressos ou pagaram hospedagem foram informadas que poderão fazer uso dos ingressos e as reservas até o dia 15 de dezembro de 2020. Posteriormente, poderão usar o valor da compra feita em novos ingressos e/ou hospedagem.

Evidentemente, nenhuma pessoa que haja comprado pacotes de viagens promocionais antes da pandemia terá prejuízo, pois há um canal de contato com Disney World para resolver a situação sem impedimentos nem problemas.

Como é mantida a limpeza e a segurança dos parques

O próprio Disney World informa que treinou os funcionários e organizou os ciclos de limpeza e desinfecção dos parques, tanto de áreas de jogos e entretenimento, como dos banheiros, restaurantes, bares e áreas ao ar livre.

Todos os funcionários possuem cobertura médica, além de ter centros de primeiros auxílios para os funcionários que tiverem qualquer problema leve de saúde durante o trabalho no parque. Portanto, podem fazer a limpeza com absoluta tranquilidade e segurança.

Epcot
Epcot. Foto: Heather Maguire

Por outro lado, Disney World tomou a iniciativa de doar milhares de toneladas de alimentos para as famílias de baixa renda e/ou necessitadas. Os alimentos que seriam destinados aos hóspedes e aos turistas nos parques foram direto para as famílias necessitadas. Uma atitude consoante com o que a empresa vem fazendo há anos, ajudando a comunidades e hospitais.

Também foram doadas mais de 200 mil peças de proteção para médicos e enfermeiras que assistem aos doentes de Covid-19: segundo informação de funcionários dos parques da Disney, foram doadas mais de 100 mil máscaras N95 e 150 mil peças de roupa plástica protetora.

O lado B da pandemia nos parques e hotéis de Disney World

Aproximadamente uns 100 mil funcionários dos parques e resorts foram suspensos por conta da pandemia. Diante dos problemas econômicos no mundo inteiro por causa da paralisação da economia, produto da necessidade de ficarmos todos em casa, em um isolamento social para evitar focos de contagio maiores, também os parques da Disney sentiram as consequências econômicas negativas.

A economia global está afundando, e a empresa Disney foi obrigada a suspender a 100 mil funcionários empregados tanto nos parques temáticos quanto nos hotéis. Só no Walt Disney World Resort que fica em Orlando, são mais de 70 mil funcionários desempregados agora por conta do Coronavírus. Eles poderão contar com o programa do estado de Assistência de Desemprego, recebendo 275 USD semanais. Isso acontecerá durante 3 meses.

Contudo, há um acordo com a empresa para que os funcionários suspensos continuem recebendo o plano de saúde gratuito durante um ano e educação gratuita para os filhos desses funcionários.

Todos esperam –e desejam- que a empresa volte a contratar esses mesmos funcionários quando seja declarado o fim da pandemia. Por enquanto, isso ainda é uma grande incerteza.

O certo é que a pandemia está provocando perdas incalculáveis, e todos devem fazer sacrifícios. Por isso, o próprio presidente de Disney World decidiu renunciar ao seu salário (de aproximadamente 3 milhões de dólares) até o final de ano.

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