Os radicais do "não"

Publicado em por em Comentários

Do leitor João Alho Teixeira, sobre o post Deputados do “sim” são vaiados em Belém:

O próprio slogan usado pela publicidade dos “malvados” do Não já reflete a população que o adotou: “NÃO E NÃO”. O radicalismo se aflora e pinta em cores vivas uma massa – do analfabeto ao morador da Braz de Aguiar – que não tem argumentos, crítica social e nem mentalidade para um debate ou uma reflexão.

Há apenas orgulho e falta de educação.


Publicado por:

90 Responses to Os radicais do "não"

  • Nós nos sentimos mais paraenses verdadeiros(Oeste do Pará) aqui em Manaus do que em Belém,apesar do preconceito.Só para ter uma idéia,eu no aeroporto de Belém capital do Pará,e como um filho légitimo de Santarém,tentei comprar uma camisa de Alter do Chão para minha namorada,mas não encontrei nenhuma,dos botos Tucuxi e Cor de Rosa e,também não tinha.Que Pará é esse que eles tanto amam?.

  • Assistir no dia 20-10-11 em um canal de televisão o inimigo n° 1 do oeste do estado Zenaldo “Coquinho” defendendo o “NÃO” ele alegou que as corporações privadas estão crescendo com a união das mesmas…

    Concordo plenamente com a junção de capitais sociais… Seu “coquinho”

    Mais usar esse argumento em detrimento da não divisão do estado, acredito que o seu argumento e um tanto falho, pois já pertencemos a esse estado e o que se vê e só miséria e empobrecimento.
    Aprenda “coquinho” dividir o estado e diferente de unir capitais, portanto e o inverso a seu raciocínio.
    Fortalecer politicamente a região se faz necessário para barganhar da união o direito de desenvolvimento da nossa e sua região que há tempos vive esquecida.

  • MINHA QUERIDA BEATRIZ
    Beatriz, adorei a forma carinhosa como me tratou, chamando-me de irmão e enviando-me um carinhoso abraço em nosso encontro no Espaço Aberto da blogesfera.
    Fiquei surpreso ao ler você lamentando que ficará sem os bolinhos de piracuí e as piabinhas da vazante do Tocantins. Pior foi ouvir que você não poderá mais cantar “esse rio é minha rua…”. Quem disse a você que estamos nos separando? Quem esta colocando na sua cabeça que o plebiscito é um apartheid?! Bia o Tapajós é nosso, o Tocantins é nosso, o piracuí é nosso, o Çairé é nosso, o Festribal é nosso, o Carnapauxis é nosso, todas as praias do Tapajós são nossas; assim como o são o carnaval do Rio, Bahia e Olinda, o tutu à mineira, o churrasco gaucho, o Roberto Carlos e o Sebastião Tapajós. Você não está perdendo nada, mas poderá contribuir para o desenvolvimento de populações que estão pra lá da margem, somos os periféricos da periferia nacional.
    Você falou que o plebiscito esta erguendo um muro de Berlin entre nós. Acredito que por influência do texto da jornalista Ana Diniz, que considero equivocado ao abordar o plebiscito fazendo uma correlação entre os movimentos por emancipação de Tapajós e Carajás, com movimentos por criação de estados nacionais mundo afora. Os argumentos de Ana Diniz sim, com suas comparações esdrúxulas, podem produzir o apartheid na cabeça dos desinformados. Só demonstram que a jornalista esta antenada com o que ocorre no mundo e que desconhece o que se passa abaixo do seu nariz.
    Ana Diniz acha que o movimento das populações de Tapajós e Carajás é para assumir os recursos existentes nesses territórios, induz a população a acreditar nessa falácia e a pensar que estão subtraindo a riqueza do Pará. No Tapajós nunca presenciei uma discussão cuja pauta fosse os recursos naturais. Nossa luta está pautada nas questões cotidianas como saúde, educação, infra-estrutura, transporte, apoio a produção; que a ausência de políticas públicas e investimentos, aprofundam a interdependência e o isolamento. A discussão sobre os recursos naturais e seu manejo não ultrapassa os muros das universidades.
    O povo do Tapajós e calha norte vêem seus filhos crescerem preparando-se para o dia da partida. Hoje muitos fazem um rito de passagem por Santarém onde cursam uma faculdade, que se diga: as que poderiam ser melhores, não possuem autonomia, seja orçamentária ou de gestão, todos os centros de decisão ficam em Belém e dependem da política paroara. Uma realidade totalmente alheia a nossa determina o que nos cabe nesse latifúndio com o poder fincado na metrópole chamada Belém, onde a lógica da adequação política local elege outras prioridades. O povo que vive no Oeste desse Estado não suporta ver seus filhos partirem em busca de melhores perspectivas.
    Antes que você diga que nada garante que um novo Estado trará melhores condições de vida para o nosso povo, quero retornar ao texto da Ana Diniz, que lança mão de dados do IBGE e revela uma parcialidade perigosa para credibilidade de um jornalista. Ao afirmar que a divisão não tem sido boa para as regiões que conquistaram autonomia e mencionar que o PIB do Tocantins (24º) é inferior ao de Goiás (9º) e que o do Mato Grosso (14º) é superior ao do Mato Grosso do Sul (17º), Ana esquece de fazer a comparação fundamental para a discussão desse plebiscito. Qual era o PIB dessas regiões antes de se tornarem novos estados da Federação? Essa é a comparação essencial!
    Mas Ana deixa escapar que a renda média da população do Tocantins (16ª) e Mato Grosso do Sul (11ª), ambos novos estados, são bem superiores ao gigante Pará (22ª). E omite que a renda média de Goiás e Mato Grosso cresceram após a divisão. Ana Diniz é fatalista, não vê saídas para Carajás e Tapajós, que se tornarão mais pobres, sendo assim melhor que fique como está.
    Não menciona os recursos da União que aportarão nas duas regiões, multiplicado por nove em comparação com os atuais, no caso do Tapajós. Lembro que esses recursos não saem do bolso do povo brasileiro como uma sangria das outras regiões. Serão investimentos justos pelo muito que se tira de Carajás e Tapajós, sendo a União a principal arrecadadora dos tributos.
    O sentimento de perda que tomou conta de parte considerável da classe média paraense, meios intelectuais e artísticos, é de uma emotividade e falta de reflexão latente. Ilustra apenas o total desconhecimento das realidades vividas pelas populações do Tapajós e Carajás, o que denota uma absoluta falta de solidariedade com essas populações. Essa mesma classe média, intelectuais e artistas, quando podem, nunca se voltam para o interior, preferem Rio, Fortaleza, Europa, Caribe e outros centros urbanos do país e do exterior. Desconhecem o Pará dos territórios que almejam autonomia, mas querem, numa atitude egoísta que beira a infantilidade, continuar a olhar o mapa do grande Pará.
    Minha querida Bia, você chega a temer pelo Tapajós. Acha que transformado em Estado estará enfraquecido e não terá como conter a ânsia expansionista dos agro negociantes da soja via BR163. Saiba que eles por aqui no Tapajós não fazem o que querem. Em Santarém onde existe um porto graneleiro, sua expansão foi paralisada por não terem realizado o EIMA-RIMA como determina a Lei. Aqui se faz passeata, manifestações, debates; são várias as formas de resistência e fiscalização, pena que a distância não permite termos a população de Belém junto conosco nesse embate.
    Também não temos o Estado presente com estrutura à altura, no tamanho da importância estratégica de nosso território. Instituições como IBAMA, FUNAI, ANA, Policia Federal, Ministério Público e outros órgãos fiscalizadores e inibidores da bandidagem, no Tapajós são sub representações, com contingente e estrutura mínima. Sem contar, que diante de um problema, temos que recorrer a Belém, ai perde-se um tempo, e, se for conveniente aos interesses políticos de Belém, o problema chega a Brasília.
    Com o Estado do Tapajós a realidade será outra. Todo esse aparato de fiscalização e segurança para o cumprimento da Lei será ampliado, ganhará envergadura de Estado e os movimentos sociais e ambientalistas terão maior suporte para comprovarem e efetivarem suas denuncias. Portando suas preocupações com a sorte dos parques nacionais, reservas indígenas e rios, que somam 75% do território do Tapajós, são infundadas. O Tapajós jamais ficará como está e esta mudança será para melhor.
    Confesso que não sei qual a realidade de Carajás, aqui mais uma vez o problema das distâncias a nos separar, de longe me parece um faroeste brabo. Essas sub representações do aparelho do Estado justificam, em parte, esse faroeste. Só sei, que sempre que se recorre à justiça do Pará, ela não consegue encarcerar matador de ambientalista e agricultor, explorador de trabalho escravo, grileiro de terra, invasor de terra indígena e reservas ambientais, madeireiros ilegais; a justiça paraense, talvez por falta de suporte na apuração dos crimes, tem sido uma mãe para os criminosos.
    Só o fato de não precisar deslocar-se até Belém para resolver problemas de toda ordem, sejam de saúde, sejam burocráticos, sejam políticos já se constitui em uma grande vantagem.
    Temos uma estrutura política viciada. Assim como em Belém os caciques manipulam os partidos e os transformam em verdadeiras “organizações” em prol de seu interesse pessoal e grupo, da mesma forma ocorre com o interior longínquo como é o caso do Tapajós, onde o modelo de caciquismo político se impõe com maior facilidade. Para estar organicamente ligado a um Partido e defender seus pontos de vista e participação no jogo político é preciso vir a Belém. E ir a Belém custa caro.
    Os partidos são estruturados em uma pirâmide às avessas do ponto de vista democrático, onde o poder é exercido de cima para baixo, por quem detém os meios; com zero de discussão, zero de participação popular, sob a batuta do cacique de plantão. Esses feudos eleitorais impedem a construção da cidadania e nos dão figuras como Jader Barbalho, grande exemplo de político bem sucedido para a maioria desses mini caciques, e que, se reproduzem às centenas no interior do Estado. Esse modelo levou o Pará a esta realidade de miséria e desigualdade e precisa ser implodido.
    Em uma pequena permanência na cidade de Belém pude ter a percepção de como o povo paraense esta vendo o plebiscito. Ele não raciocina como você Beatriz, ele pergunta-se o que irá perder, e responde se for bom para todos eu concordo. E o caso é este, a divisão é boa para todos.
    Viajei com um taxista de 73 anos, nasceu e criou-se em Belém. Seu Bené, homem de uma vitalidade e bom humor admirável, disse que já não é obrigado a votar, mas que faz questão. Ainda não entende bem o que está acontecendo. Nada sabe sobre o Tapajós e sabe que em Carajás tem muito minério, me diz que pelo que ouviu falar, as coisas irão melhorar para o povo que vive nesses lugares distantes, que passa por muito sufoco. E afirma se for para melhorar a vida do povo eu concordo em votar SIM. Ele nem desconfiava qual a minha origem, não queria me agradar.
    Ouça essa. Cheguei ao aeroporto de Belém, resolvi visitar as lojas de souvenir. Existe uma lojinha de sandálias, lá uma enorme variedade, todas estilizadas com motivos paraenses, ver-opeso, Salinas, fitinhas do círio, basílica, mapa do Pará, bandeira do Pará, araras e tucanos, florestas, onças, rios; muito lindas. A moça perguntou: vai levar uma? Mostrando a variedade; sorri, pensei um pouco e perguntei, tem alguma com alter do chão, ela riu e respondeu, olha tu sabes que muita gente pergunta se temos com esse lugar, já até falei pra pedirem porque muita gente procura, mas a gente não tem não, só temos essas com coisas aqui do Pará mesmo. Este fato traduz de forma cristalina o quanto o Tapajós esta presente no imaginário do povo paraense.
    O povo que os defensores do grande Pará querem insuflar contra os que eles chamam de divisionistas desconhece a nossa existência. Poderia perguntar tem o Festribal de Juruti? tem o casario colonial de Óbidos? tem o círio de Santo Antonio de Oriximiná? tem o festival folclórico de Almeirim? tem as pinturas rupestres de Monte Alegre? tem as praias de Belterra? tem as corredeiras do Tapajós em São Luiz acima de Itaituba? tem os povos indígenas de Altamira? De nada adiantaria, ela não saberia me responder.
    O povo do Pará preocupa-se com o que comer, com o filho na escola, o seu ir e vir, seu lazer na festa popular, sua fé, não esta pensando no tamanho do Mapa, no gigantismo de seu Estado, porque o Pará sempre foi grande e ele sempre passou necessidade. O povo sabe ser mais solidário porque conhece o que é levar uma vida subjugada a condições adversas. O povão sabe o que é remar contra a maré.
    Nunca mas diga que não poderá cantar “esse rio é minha rua…” se ocorrer a emancipação do Tapajós e Carajás. Estou lhe afirmando que todos os rios são seus, especialmente o Tapajós que deveria ter suas águas cristalinas e suas praias tombadas como patrimônio do povo brasileiro.
    Sempre que puder venha nos visitar, convide o Nilson Chaves, ele é muito querido por aqui. Saiba que na Amazônia, todos os rios correm para o Rio Amazonas e o Amazonas, como bem sacou um publicitário, corre para o Pará.
    Observe com maior atenção o texto do geógrafo paulista Jose Donizette Cozzaloto, que você citou em seu comentário, dizendo que ele afirma que a divisão do Pará é boa para o Brasil. Ele pode estar lhe falando a verdade. Não fuja da realidade por pura vaidade ou saudosismo. Olhe para o futuro e pense em mais de três milhões de pessoas que precisam vislumbrar novos horizontes, com melhores perspectivas.
    Saiba que nós do Tapajós temos imenso carinho e admiração por Belém do Pará, onde muitos de nossos filhos foram em busca do conhecimento e melhores dias. Lugar de beleza e cultura tão singular nas suas formas criativas, ao mesmo tempo plural nas suas manifestações e que tanto nos influencia e continuará nos influenciando. É admirável como o sorridente paraense se basta, como ostenta com orgulho sua singularidade, como não quer ser nenhum outro, como está pleno com o seu jeito de falar, seus costumes, sua culinária, seus ritmos, seus cheiros e sabores. O Pará é uma fartura para os olhos, paladar, olfato e ouvidos. Que riqueza maior você ainda quer Beatriz!
    Nós de Santarém, no Tapajós, entendemos esse orgulho bom, essa satisfação de ser o que se é. Amamos nossos costumes, nosso jeito quase ingênuo, nossas lendas, nossas frutas e comidas, algumas bem diferentes das delicias de Belém do Pará. Amamos nossa herança paraense e sobretudo amamos nosso Rio Tapajós, que se confunde com nossa essência e é a nossa própria tradução.
    Beatriz, nossas diferenças nos complementam e nunca poderão ser motivo de nossa separação.
    Um grande abraço de um Tapajoara que conta com sua inteligência e solidariedade,

    Paulo Cidmil
    Santareno e Produtor Cultural

  • SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM

    MILHÕES DE VEZES SIM

    VAMOS VENCER

    VAMOS LIBERTAR O ESTADO DO TAPAJÓS

    VAMOS SE LIVRAR DA TIRANIA DO PARÁ.

    SOMOS TAPAJONICOS

    SIM SIM E SIM

  • Oh! my god ! di-vi-dir o pará ? jamé ! prefiro mil vezes fazer amor com o carivardo que tem um stick de 30 cm !!!!

  • SOMOS GUERREIRO

    SOMOS LUTADORES

    VAMOS VENCER

    O ESTADO DO TAPAJÓS SERÁ EMANCIPADO

    SIM SIM SIM SIM SIM SIM E

    MILHÕES DE SIM VAMOS RECEBER

  • SOU PARAENSE NÃO DESISTO NUNCA DIGO NÃO à DIVISÃO DO PARÁ VOTO 55 DUAS VEZES, NOSSA BANDEIRA É UMA SÓ VAMOS TODOS OS PARAENSES DE CORAÇÃO DE SANGUE MOSTRAR NOSSA BANDEIRA DE VERDADE …………55 …………….55……………..55………………….55…………………..55…………………….55………………….55…………………..55.

    1. Se prevalecer o Não e tu fôreis jovens tenha a certeza que a única mudança que vai ocorrer no futuro do PARÁ vai ser tu de bengala velho vendo as mesmas mazelas de sempre.
      Desejo que viva muita para compartilhar-mos juntos esse sofrimento.

  • Eu quero o Estado do Tapajós para um futuro melhor para nossos filhos.
    SIM ao DESENVOLVIMENTO
    SIM ao NOVO PARÁ

  • No próximo dia 21 de outubro a UNASP- União das Associações Paraenses em Manaus, realizará no Amazon City Hall às 22 horas, um evento denominado Canta Tapajós, para comemorar o aniversário de Manaus e divulgar informações sobre o plebiscito que ocorrerá no Pará dia 11 de dezembro. No evento se apresentarão artistas regionais, entre eles estão: Cristina Caetano, Val Luc, João Otaviano, Nicolas Junior, Banda Amazon Beach, Nelson Vinenci e muito mais.

    Em Manaus, segundo os últimos levantamentos do IBGE, moram mais de 300 mil paraenses oriundos principalmente do oeste do Pará. Segundo os depoimentos de quem veio morar no Amazonas, um dos motivos para essa migração se dá por conta da falta de oportunidades na terra natal. Hoje o Pará vive um momento histórico ao passar por um processo democrático em que o povo decidirá no dia 11 de dezembro se divide ou não o estado em mais duas novas unidades federativas, o Tapajós e Carajás. Aqui em Manaus a mobilização está intensa por parte dos paraenses que ainda sonham em um dia voltar para suas terras caso seja criado o Estado do Tapajós.

    Com a aprovação da consulta plebiscitária na câmara dos deputados no último dia 05 de maio, a União das Associações Paraenses em Manaus, que desenvolve trabalhos na capital desde 2006, intensificou o debate sobre o tema de criação do estado do Tapajós, indo para feiras realizar panfletagem, debates e programações que reúnem centenas de pessoas.

    Atualmente a UNASP conta com um espaço para discussões a cerca do tema e durante estudos e pesquisas realizadas, foi constatado que da região oeste do Pará, saem semanalmente para Manaus 14 barcos e para Belém apenas 5 barcos, o que comprova a afinidade desses moradores com o estado do Amazonas.
    Atrações Local do Evento

    ·CRISTINA CAETANO (Santarém)
    ·Nato Aguiar (Itaituba)
    ·Val Luc (Belém)
    ·João Otaviano (Santarém)
    ·Maria Lídia (Santarém)
    ·Nelson Vinente (Oriximiná)
    ·Nicolas Junior (Terra Santa)
    ·Everaldo Martins (Santarém)
    ·Açai do Norte (Terra Santa)

    Amazon City Hall
    Estrada do Turismo
    Manaus – AM.

    Contatos:
    Luiz Alberto: 9130-2483
    Eduardo Paiva: 9165-5063
    Alcimar Feitosa: 9108-3942

    Participação Especial Edilson Santana e banda Amazon Beach

    Ingressos:
    R$ 20,00 – pista (mesas livres)
    R$ 300,00 – Camarotes (10 lugares)
    R$ 120,00 – Área vip (mesas parfa 4 pessoas)

    Local de Venda:

    Óticas VEJA
    Restaurante Canto do Pará – Campos Eliseos
    Oficina Tapajós – Conjunto Canaranas

    De: Manaus
    Por: Regis Balieiro- Assessor de Imprensa da UNASP.
    Contatos: reginaldobalieiro@hotmail.com
    (92) 8195-0110 (93) 9159-0117

    E: Eduardo Paiva
    Manaus – AM.
    Fone: (92) 3233-5197 com
    cel. (92) 8153-9270 9165-5063 (AM)
    cel. (93) 9123-4320 (PA)

  • Bem que me falaram, que o Estado do Pará, mais precisamente o interior, estaria atrasado mais de cem anos em relação ao interior nordestino. De início não acreditei, mas quando cheguei em em Santarém e me deparei com a falta de água( estamos sob o maior aquífero do planeta), falta de energia, falta de infra- estrutura( ruas, portos e aeroporto), falta peródica de energia elétrica, percebi que está atrasado cerca de 200 anos em relação ao Nordeste, infelizmente esta cidade não o respeito que deveria ter pela classe política. É uma tristeza só, e se Deus permitir, estarei me trasferindo daqui para uma cidade melhor.

  • Deixem de ufanismo! Desenvolvimento se faz com investimentos naquilo que realmente desenvolve um, EDUCAÇÃO!!! Nunca vi essas mesmas pessoas que querem dividir o Pará lutarem por aumento do salário dos professores, muito menos tirar dinheiro de seu próprio bolso para colocar um tijolo a mais numa escola, como estão fazendo agora para um “novo estado”! Na verdade, a briga não é pelo povo, mas pelo PODER!!! Acordem…

    1. o q na vida e so lua de mel ou so tem o lado bom? tudo tm seu lado bom e ruim. Como se aqui fosse o 1º e o unico lugar q/ tivesse politicos de pessima qualidade. Melhor encarar esses políticos do q continuar nesse abandono a merce da sorte. Mas ” É… “,fique feliz e tranquilo (pelo menos por enquanto) pq o Estado do Tapajós não nasce agora. Pode continuar no teu berçoesplendido, coçando e jogando p/ o lado enqto um povo sofre por ser esquecido por gente como vc, q qr deus pra si e o resto q se f***.

    2. Todo país, estado e município tem que se administrado por político, basta saber escolhê-los no voto. A cada político pode ser trocado a cada ano, é você quem escolhe.
      MAS O ESTADO DO TAPAJÓS SERÁ PARA SEMPRE.
      SERÁ UM ESTADO COM UM FUTURO BRILHANTE.
      SIM E SIM.

    3. Pelo que se percebe a colocação e revolta de professor, infelizmente até isso dependemos do coronel paraense.
      Investimento em educação no PARÁ! Esquece… E se o não prevalecer… Muda de profissão, pois permaneceremos mais cem anos na mesmice.

  • Ridículo esses argumentos sem fundamento dos mocorongos, pra q esse desgasto??
    Afirme logo: ” Ver minha cidade virar uma capital é um sonho histórico nosso” Os livros de história da Amazônia explicam, Puro EGO (Caboquice)
    Não estão nem ai pras conseqüência negativas que virão sobre as outras cidades desse novo estado, qerem apenas investimentos do Governo federal e velho sonho de serem da capital.
    Pra que argumentos furados? falar mal dos pobres belenenses??? dizer q a RMB arrota dinheiro?? Pra que imitar os barés, pregando o ódio entre os povos do seu próprio estado, que falta de conhecimento!!! simples, só dizer: “Qeremos ver nossa cidade se tornar uma capital brasileira”
    Não precisa inventar pesqisas, se enganar dizendo q o Oeste vai crescer economicamente com Tapajós!!
    Puro ego,

    O XINGU diz NÃO ao TAPAJÓS e CARAJÁS!!!

    1. Zeck, desculpas, mas vou pegar pesado contigo cara. Vc pediu.
      Tu não é mais burro porque não tem patas, mas tu dá coices como se tivesse. Desde quando ego é sinõnimo de caboquice??? Ou vc quer negar as tuas origens achando que não és caboclo?? Se for isso, de quem é o ego hem?? Querer ser o que não é. isso sim é ego besta. Fazes um comentário chula desse e ainda tens a cara de pau de dizer que é os outros que pregam o ódio?? Tu és tapado mesmo hem cara. Em que mundo tu tá hem ??? Tu és um dos culpados da região norte ter os piores índices de tudo que é bom e ser o primeiro colocado em tudo o que não presta. Tu te orgulha disso é?? Ser motivos de chacotas no sul e sudeste do país. Ter os maiores índices de pobresa do país. Ter a maior região subdesenvolvida do pais. Ou vc pensa que isso é culpa dos politicos?? Aliás, vc sabe o que é subdesenvolvimento?? Acho que não sabe não. O Pará NÂO é desenvolvido, é subdesenvolvido, equanto que outros estados até mesmo os que foram criados depois do pará ou são desenvolvidos ou estão em desenvolvimento porque a maioria dos eleitores desses estados não tem a mente medíocre que nem a tua e de muitos que não sabem ou não querem saber da importância que suas mentes têm na democracia. São pessoas tapadas, cegas que gostam da mesmice, do conformismo, do sofrimento, de ser enganado o tempo todo parecendo mulher de malandro, tem aversão a inovação, de mudar, de esperimentar, de estar sempre com a mente aberta pra novas oportunidades. Esse estado só não é mais velho do que o próprio país. E o que que ele te deu nesses 350 anos?? Te deu alguma oportunidade real na tua realização profissional?? Já que não pensas no teu próximo pensa ao menos em tí ou nos teus filhos. Esse estado do jeito que aí estar garante a realização profissional dos teus filhos?? Ou tu não está nem aí pra eles tambem?? Baixa essa tua bola de arrôgancia porque é uma bola murcha.

  • ESTADO DO TAPAJÓS

    A EMANCIPAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS E CARAJÁS SERÁ O MAIOR INVESTIMENTO NA AMAZÔNIA

    No dia 11 de dezembro o Brasil verá, pela primeira vez, o povo se manifestando num plebiscito sobre a reorganização territorial e criação de novos Estados. Todos os demais Estados criados após a Independência foram resultado de decisões autoritárias.

    O Tocantins seria a exceção, mas neste caso quem se manifestou foi o Congresso constituinte e não o povo.

    Mato Grosso foi dividido por uma canetada do general-presidente Figueiredo. Amapá, Acre, Rondônia e Roraima foram decisões do ditador Getúlio Vargas que os fez Territórios Federais depois transformados em Estados pelos constituintes de 1988.
    Muito antes, dom Pedro II criou Paraná e Amazonas. A própria capital federal, Brasília, cujo território foi retirado de Goiás, foi decisão solitária de Juscelino Kubistchek, projeto que enterrou o país na onda inflacionária que até hoje nos atemoriza.
    O plebiscito pelo Tapajós e Carajás é, portanto, uma experiência sócio-política inédita e por isso o Brasil deveria prestar mais atenção, ao invés de as elites nacionais, especialmente a “grande” imprensa, ficarem desdenhando e externando o seu conhecido preconceito a respeito de tudo que se faz e tenta fazer na Amazônia.

    Seu preconceito só não se manifesta em relação ao saque dos recursos naturais daqui para lá.
    Os que se opõem usam os mesmos surrados argumentos do passado, de que uma nova unidade autônoma sairia muito caro.

    Caro ao país é o projetado “trem-bala” Rio-S. Paulo, bilhões que poderiam ser empregados na construção de rodovias e ferrovias decentes por todo o país.

    Caro aos milhões de amazônidas são os mega-projetos de gigantescas hidrelétricas e de mineração que carregam as riquezas da região para fora, muito pouco ou nada deixando aos brasileiros da Amazônia, tão brasileiros quanto os demais.

    Caro, caríssimo ao Brasil é a percepção de governos tanto ditatoriais como democráticos que continuam a encarar a região como colônia do Brasil e do grande capital, nacional e estrangeiro.

    Bilhões estão sendo gastos para despoluir o rio Tietê, em São Paulo, bilhões estão sendo gastos para o Rodoanel, em São Paulo, bilhões serão gastos para o trem bala em São Paulo, bilhões estão sendo gastos em reforma de aeroporto em São Paulo,
    e o povo do Pará pensa que estão pedindo demais ao governo federal duas novas capitais, Santarém e Marabá.

    São Paulo tem 70 deputados federais, o Estado do Tapajós terá 8 e Carajás 8.
    Estão reclamando do que?
    Como o Pará pensa pequeno!
    São Paulo não é grande, mas é maior que o Pará.

    SIM AO NOVO PARÁ.
    SIM AO DESENVOLVIMENTO

    1. Espero que vc viva muito, mas é uma pena porque quando tu morreres só vai ficar com 7 paumos, e isso por pouco tempo pois do jeito que os cemitérios estão lotados, estão tirando os restos dos ossos pra enterrarem outros no lugar. E ai, alguém poderia chegar lá depois e perguntar pra vc mesmo sem vc poder responder: E aí não e não! Adiantou tanta arrogãncia e soberba besta pra querer ficar com tanta terra?????? Garanto que se pudesse falar vc diria: Claro que NÃO…. Simples assim.

          1. Alberto Lima, a resposta que dei pro Zeck logo aí em cima serve pra vc tambem mano. Brincadeiras a parte, mais eu te pergunto tb qual a tua expectativa, se és que tem alguma, sobre esse estado do jeito que aí está? Deixa de ser cabeça dura, nós somos responsáveis de mudar o rumo de nossas histórias ou pra pior ou pra melhor. Se não tenho medo da pior porque vou ter medo da melhor mesmo não tendo a certeza se é melhor mesmo? Quem tem medo, quem é pequeno nos pensamentos, não é ousado, gosta da mesmice e do comodismo não serve nem pra viver, pois tá usando oxigênio que poderia ser pra outro. Tipo de gente assim só quem gosta é político pois é facilmente manobrado e ludibriado. A não ser que tu gostes, aí é um caso sério pois prejudicas outras pessoas que não têm nada haver contigo.

            Deus te abençõe.

  • Jeso,

    Nem todo NÃO é NÃO ao TAPAJÓS. Calma! Explico: há muito tempo, em todos os pleitos eleitorais passados, digo N Ã O a política paraense. Justifico a minha ação com uma assertiva simples: como me considero desde sempre natural do TAPAJÓS, esses políticos (paraenses) não me representam. Então, voto pelo TAPAJÓS, e o anulo. Viram? O meu Não, na verdade, significa um rotundo S I M.

    John Sun

  • A criação do Estado do Tapajós é o maior projeto de desenvolvimento socio-econômico de uma região no Brasil. Nem mesmo a presidente Dilma ainda não se deu conta disso. Só pra citar apenas uma das várias oportunidades perdidas de desenvolvimento, e descasos dos governadores por essa região que passaram por esse estado, lembro que o governador do mato grosso na época Blairo Maggi, propôs ao então governador Almir Gabriel que asfaltaria a BR163 até ao porto de Santarém em troca de isenção de impostos para o escoamento de soja e outros produtos, haja vista estudos feitos na época da melhor viabilidade pelo porto de Santarém que de Santos ou Paranaguá da produção do MT. Almir Gabriel nem se quer discutiu o assunto dizendo “não” e pronto, pois “não poderia perder arrecadação”. A BR163 finalmente está sendo asfaltada pelo governo federal. O progresso virá mesmo que os queridos belenenses não queiram

  • Existe algum território no Brasil que seja viável e queira se separar? Não. A separacão decorre justamente da inviabilidade. Isto não significa que não podem se tornar viáveis.
    Vejam o Tocantins, um Estado com poucas riquezas e que, mesmo com a corrupcão, melhorou o então norte de Goiás significativamente. As estradas e estruturas das cidades do interior são infinitamente melhores que as do Pará. São mais de 06 mil quilômetros de estradas asfaltadas em 22 anos de existência contra apenas cinco mil de todo o Pará com 350 anos de existência. Tocantins criou 4 Universidades Estaduais em 22 anos de existência, enquanto que o Pará apenas 1(uma) em 350 anos. Roraima, cuja capital tem poucos habitantes a mais que Marabá e que convive com índices baixíssimos de violência urbana, ruas largas e asfaltadas e muita dignidade, apesar da pobreza e da corrupcão.

    Agora perguntem aos amapaenses, acreanos, rondonienses e outros se eles querem voltar ao passado. São estados viáveis? Não. Então essa questão de viabilidade é relativa. Aliás, o Tapajós terá um PIB superior ao de Roraima. Perguntem também ao povo de ananindeua se quer voltar a ser apenas um bairro de Belem. Perguntem pra ananindeua se não foi melhor a emancipação pra municipio. E se não foi melhor tambem pra prefeitura de belem que deixou de se preocupar com ananindeua.

    Estudos econômicos podem ser manipulados e nunca sabremos a verdade. Há estudos pró e contra. A grande verdade é a seguinte: sem divisão, o Pará e o Brasil nunca investirão aqui. Se houver a divisão, pelo menos o governo federal será obrigado a investir. Nós pagaremos a despesa? Sim. Mas essa é uma opcão que, se não adotarmos agora, teremos problemas na frente, principalmente sociais econômicos.

    Aliás, ainda não vi um estudo sobre os efeitos econômicos no Pará dividido: quanto deixaremos de arrecadar e, simultaneamente, quanto deixaremos de manter a máquina e investir nos novos Estados. Isso ninguém fala. Só falam quanto perderemos. Portanto, a viabilidadae é questão menor. E mesmo que fosse uma questão maior, ainda assim o tapajós é relevante, pois o pais e o pará tem uma dívida imensurável com esta região.

  • De um policial militar lotado no garimpo do cripurizão, quase na fronteira de Parintins no amazonas:

    Por: rafael verissimo em 22/07/2011 – itaituba/PA
    sou policial militar e nao estou nem um pouco satisfeito com a estrutura de trabalho que é oferecido no interior, estou atualmente trabalhando no distrito de CREPURIZÃO-ITAITUBA, aqui a policia só trabalha com a ajuda da comunidade, o predio do destacamento foi feito pela comunidade, a conta de energia é doada, a alimentação tambem, o acesso ate aqui é 24hs de estrada estadual em condições muito precarias no inverno so chega de aviao de pequeno porte, obs.R$ 500,00 a passagem aerea, ate este computador e a iternet são originárias de doações………UM NOVO ESTADO JAAAA…

  • A turma do contra é tão sem fundamento, que é muito mais fácil atrelar um rostinho famoso à campanha do não, do que convencer aos seus mostrando os fatos, os dados concretos, os números, pois terão de admitir que os Estados do Tapajós e Carajás ganham até quando fazem campanha do contra. Povo de Belém está sendo manipulado pela elite de Belém comandada pela tv liberal da família “maiorana”. Esses maioranas estão defendendo os interesses deles. Não querem de jeito algum perder as conceções de tv que possuem nas cidades cujas regiões querem se emancipar e que sempre sofreram como massas de manobras por parte da tv liberal para eleger governador de acordo com seus interesses econõmicos. Em Santarém, por exemplo, há uma briga na justiça da tv liberal contra a tv tapajós pela conceção do canal da globo. Você belenense sabia disso? Ou vc pensa que a tv liberal tá realmente preocupada com seu emprego ou com seu futuro? Abrem os olhos de vocês. Vocês são inteligentes. Não aceitem ser caixa de resonância dos polítiqueiros latifundios do Pará. Eles querem que fique do jeito que está porque sempre foi mais fácil desviar recursos de uma área muito grande, é óbvio. Já em uma área menor vai ser muito mais difícil continuar com esses procedimentos, principalmente porque os recursos repassados pelo governo federal vão continuar praticamente os mesmos, e eles mentem pra população de belém que esses recursos vão diminuir. Na propaganda, quando começar, veremos tudo isso. Os argumentos do contra são vasios e sem consistência, por isso vão apelar pra quem é famoso e que também ainda não tem conhecimento da verdade.

  • Zeck, tu és um bundão mesmo cara. garanto que se houvesse um plebiscito para a construção de belo monte tu serias totalmente contra, e agora queres enaltecer a contrução. te encherga caboco. Nas eleções do lula em altamira ele perdeu, a maioria não gostava do lula agora tá todo mundo achando que se não fosse o lula altamira estaria do mesmo jeito ou pior. Pra se ver como se vota errado não é cara pálida???Lula mandou construir belo monte assim como esta sendo construido a drenagem do rio s. francisco e não deu a mínima pra aquele padre que quase morre de greve de fome. Assim como tu zeck se não souber votar no plebiscito (77), tu podes correr o risco de morrer de fome tambem, mas não de greve mas de falta de comida mesmo. Ou então vai continuar comendo só picadinho, chupando manga e arrotando caviar dos maioranas. Aí é gostar de ser besta.
    Deus me livre.

  • Nos radicais prevalece o instinto humano do egoísmo.
    Orgulho besta de ser grande, mesmo sendo pobre e miserável.

    1. Então vou lhe fazer uma proposta Fernando: Fique com a parte que sobrará do Estado do Pará e o Pará será na parte onde querem criar o Estado do Carájás. Ok? Não faça-me rir Fernando. Não é Não, e o Pará ninguém divide! Radicais são aqueles que estão impedindo aquele que é contrário ao esquartejamento de se manifestar na base da ameaça!

      1. Essa sim é uma confissão pública de egoísmo. Pra quem não sabe trabalhar e é preguiçoso o que é bom é transformado em ruim, e pra um inteligente e trabalhador o que é ruim é transformado em bom. Todos os teus comentários aqui é só balela. Fala alguma coisa com fundamentos cara, se é que tens algum.

  • O movimento pró Tapajós deve dar atenção especial aos municípios do Calha Norte e Altamira.
    Nessas regiões sim, o povo vê com desconfiança a criação do Estado do Tapajós.
    Agora, nada será criado com a “benção” de Belém.

  • O povo do Amazonas apóia a criação do Estado do Tapajós, com certeza.
    Com o desenvolvimento e o crescimento , o estado do Amazonas também será beneficiado com essa nova infra estrutura. O reflexo será sentido em toda região.
    Voto Sim ao desenvolvimento .

    1. Como assim? Fala sério Luiz!!! Então vamos dividir teu Estado em 03? O que vc acha? Saiba que já existe projeto para isso!!!!

      1. E Alexandre o erro que talvez vamos cometer é tentar se separar da escravidão do PARÁ.
        Deveríamos futuramente entra na justiça e reivindicar se anexar ao estado do amazonas, falo isso, pois quase um terço da população paraense sem perspectiva alguma por aqui já mora em Manaus.
        Só a sim teria um plebiscito justo.

  • O QUE VAI OCORRER É UMA EMANCIPAÇÃO E NÃO UMA SEPARAÇÃO..

    O ser humano é muito egoísta, Pará, Tapajós e Carajás nunca vão se separar por questões geográficas.
    O que essa população que vive em situação de pobreza só deseja é se emancipar e construir um bem estar melhor, mais conforto, melhorias, infra estrutura, enfim um padrão de vida melhor.
    Todos irão crescer, o futuro Pará terá um PIB maior que os outros dois juntos.
    Não dá para ter uma região metropolitana de Belém desenvolvida e uma imensidão de território vivendo na miséria.
    Isso é egoísmo e ganância em detrimento do seu vizinho.
    Viva o futuro Estado do Pará, Tapajós e Carajás em prol de um Brasil melhor. Todos tem o direito de melhores condições de vida e a emancipação vai beneficiar a todos.
    Foi melhor para Goias e Mato Grosso e será melhor para desenvolver o Pará.
    Eu, friamente quero um país melhor e o melhor para essa região, é a emancipação dessa região esquecida.
    Por isso digo SIM. AO ESTADO DO TAPAJÓS E CARAJÁS QUE DEVEM SE EMANCIPAR, para acabar com o desmando e abandono dessa região.
    SERÁ O MAIOR PROJETO DE DESENVOLVIMENTO NA AMAZÔNIA.
    O povo já está cansado de sofrer, falta tudo nessa região, professores, médicos, falta a presença do poder público.

    Voto “SIM” AO DESENVOLVIMENTO

    1. Paulo, não sei qual o seu conceito de desenvolvimento, mas deve ser distorcido porque achar que a região metropolitana de Belém é desenvolvida é não ter noção das coisas. Indíces de violência alarmantes, 50% população sem saneamento básico, gente morrendo em fila de hospitais. Isso é desenvolvimento?

      Outra distorção: “o futuro Pará terá um PIB maior que os outros dois juntos”? não fale bobagens Paulo, já existem estudos que comprovam o contrário. Esse teu discurso de tentar confortar o que são contrários eu já conheço!

      Te faço a mesma proposta que fiz antes: que tal o “futuro estado de carás” ficar localizado onde ficará o “novo pará”??

  • Com a vitória do SIM (ou NÃO), a população do Tapajós passaria a sofrer preconceito do Pará e Amazonas?

  • ESTADO DO TAPAJÓS,
    EMANCIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO.

    Comentário: Wellinton Fernandes

    Campanha plebiscitária a passos lentos
    Há 2 meses para decidir pelo desenvilvimento ou pelo retrocesso.
    Apesar da liberação oficial da propaganda pubicitária para o plebiscito , a força da divulgação do SIM pelo Tapajós é pequena. Não se vê nenhuma empresa de Marketing que esteja atuando na divulgação maciça da campanha. Na programação local de TV e rádio não existe ainda nenhuma chamada que se reporte sobre a importância do plebiscito e incentivando a participação da população. (Tem gente que ainda não sabe o que é um plebiscito) . Acredito que os comitês deveriam focar intensamente na divulgação, proporcionando mais eventos para que se consolide ainda mais o desejo pela emancipação e que a população possa de fato entender o significado de um processo plebiscitário. Existe alguma agenda de eventos? Quais os programados?.
    Essas informações deveriam ser veiculadas pelos diversos meios de comunicação para que a maior parte da população tenha acesso. Pouco se tem visto ações nas escolas, para que alunos, que são multiplicadores de informação na família, possam entender os motivos da criação dos novos estados e suas implicações socioeconômicas. Debates, oficinas, palestras devem ser uma prática comum adotada pelos 22 comitês espalhados nas cidades vizinhas que farão parte do futuro estado do Tapajós. É fato que alguns eventos estão acontecendo, contudo acredito ainda serem insuficientes. É preciso mais atuação. Envolver realmente os diversos segmentoss sociais, universidades, associações diversas para que juntos em uma ação articulada contribuirem efetivamente na consolidação do sonho de mais de 150 anos do povo do Oeste do Pará : A emancipação do Estado do Tapajós.

    SIM AO NOVO PARÁ.
    SIM AO DESENVOLVIMENTO.

    1. “SIM AO NOVO PARÁ”???KKKKK Fale sério Wellinton, não preciso que vc me conforte!!! Não é Não!!!!

      1. O Alexandre Pires do samba, cuidado pra não vira uma obsessão ou doença. Daqui a poco na hora “H” vc pode se confundir e dizer não tb e aí vai pegar pra tí cara. kkkkkkkkkkkkk

  • Acredito que uma boa resposta para turma do “não” seria fazer um movimento para boicotar toda e qualquer forma de exploração regional mineradoras, madeireiras, usinas hidroelétricas outras. ONGs não faltariam para encabeçar esse movimento.
    Aguardem…

    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk João, na verdade vc estaria boicotando a sua própria região!!!!! Pare de brincadeiras!!!!

  • Esses dias estava lendo aqui no blog um artigo escrito pelo Okada sobre a discriminação que os paraenses sofrem em Manaus. Mas não é só em Manaus não. O preconceito está no nosso próprio estado. Uma parte da população da “capital do estado” sempre olhou com olhos de superioridade diante dos outros municípios do Estado do Pará. Claro que esse preconceito é meio camuflado, discreto. Ou pelo menos era assim. Em tempos de campanha para a divisão do Estado, tornou-se clara essa discriminação.
    O que mais tornou-se claro nesses tempos de campanha, é que a turma do não tem como base de campanha nada mais nada menos que “falta de argumentos”.
    É fato incontestável que os favoráveis ao não, seja com ausências em debates e vaias dotadas de uma má educação absurda,mostram-se os verdadeiros ignorantes da história!
    Os que aderem ao não, além de não terem argumentos, não tem o mínimo de respeito por quem os tem!
    O que falta ao pessoal de Belém, vai além de falta de argumentos, é uma questão bem mais grave, e creio eu, que sem remédio.

    1. Iza Cunha, venha aqui em Belém e veja se há discriminação. Conheço centenas de Santarenos, Alenquerenses e outros, e nunca recebi nenhuma queixa sobre esse absurdo que vc está informando. A discriminação existe sim, mas no Sul Sudeste do Estado!!! Argumentos contra existem de carragas, mas favor, a mesma: abandono. É o suficiente? Então procure saber dos seus representantes políticos o que eles já fizeram por sua região! O vc acha que quem serão os governantes da sua futura tapajós? Os mesmos da política da terra arrasada!!!!

    2. e a gente de Belém tem culpa se o pessoal do Oeste só elege bandidos para representá-los na Alepa e na Câmara Federal?

      Ei, argumentos contra a divisão tem e às toneladas. Crise orçamentária é o primeiro.

      1. Olho morto, além de repetires mentiras pra virar verdade, és um pobre tapado que não tem conhecimento de nada. Tu queres dizer que foi o oeste que elegeu aquele ex-jogador do paysandu que escondia dinheiro em seu apartamento?? Tu tens certeza que assiste os noticiários, ou até isso a imprensa de belém aquem vcs são escravos e cordeirinhos, escondeu de vcs tambem. Tadinhoooooo!!!!!!! Outra: Que crise orçamentária é essa tua? Só se for crise orçamentária dos teus neurônios. Nunca antes o brasil esteve em uma posição sólida como agora. Há uns dez anos atrás lembro que um dos argumentos mais forte no congresso nacional e do próprio governo era que o pais realmente não tinha condições suficientes para criar novos estados se referindo ao tapajós. Hoje a situação do pais é totalmente diferente, tanto que o próprio congresso pensa diferente dando o aval, a autorização pro plebiscito. Sugiro que vc leia mais, se informe melhor pra não falar besteiras

  • Taí uma coisa q/ me irrita, zombaria. Fazer o q/, se falta de respeito ta na moda p/ qm eh maria vai com as outras s/ personalidade. Um dia inevitavelmente vai sair o Estado do Tapajós , e vão ter q/aceitar!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      1. ALexandre,Deus só tem um e ta la no céu. Desejo q/ Ele te de vida e saude p/ estares lucido p/ veres nascer o Estado do Tapajós.Meu voto e tudo o q/ faço é por convicção; se coincidir c/ os modismos ótimo, senão paciência. Só sabe o q/ significa do “Sim é Sim !” quem é do Oeste/PA.

    1. para a bandidagem eu digo NÃO
      pro desemprego eu digo NÃO
      pra mesada federal a políticos eu digo NÃO.

  • A próxima vaia será em Altamira, lá eles não suportam a ideia de os santarenos não respeitarem o polo do Xingu, saiu uma matéria no diário mostrando que a maioria massacrante em Altamira é contra o Tapajós:
    Não ha vinculo econômico e nem identidade cultural entre os 2 polos. E os santarenos já conceberam antes mesmo do plebiscito o nome do estado e capital do novo estado do Oeste (egoismo)
    Existem 2 Polos no Oeste: XINGU e TAPAJÒS. Hoje é muitos mais viável a capital desse estado ser Altamira, pois possui o maior aglomerado de municípios (11) no seu entorno, por sua logística de localização e economia pujante. Já Santarém apenas 2 pequenas cidade no seu entorno (Belterra e Mojuí) as 03 com economia instável.

    1. Matérias do Diário do Pará….kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk….és muito bobo “ZECK”…toda mídia da capital veicula notícias mentirosas a respeito do Tapajós…

      Acordaaaaaaaaa, mané…

      1. Santarem tem uma maior proximidade sim, a maioria das cidades da regiao nao tem estrada e o transporte que predomina eh o fluvial. Altamira eh mais proxima das cidades da transamazonica, nao tem acesso por rio e poucos voos em seu aeroporto. Quando se fala em transporte aereo, Santarem apresenta mais voos para grandes capitais, obviamente que isso nao eh por acaso, mas deve-se a caracteristica de polo que Santarem possui. Por final, como falta argumentos, a estrategia do NAO agora eh criar em Altamira o odio contra o Tapajos. Isso nao exite. Em Altamirao povo quer o SIM e nao existe odio entre Tapajos e Xingu. Um grande beijo aos meus grandes amigos de Altamira.

        1. Não confunda o SIM da prefeita de Altamira com a opinião dos xinguaras, A maioria massacrante é contra o Tapajós na minha cidade, os anseios do polo do Xingu são outros..longe da criação de novos estados, temos um vinculo muito forte com Belém!!!
          Agora com Belo Monte Altamira vai sobressair a Santarém, tanto que o aeroporto será reformado e ampliado antes q o de Santarém, Novos voos, e o porto de Altamira fica a 34km do centro da cidade, em Vitória do xingu. Altamira possui um urbanismo melhor q de Santarém, Uma orla arborizada, limpa, pelo menos conseguimos andar de branco nos bairros, Santarém só possui asfalto no bairro centro, resto só buraco e poeira, Santarém precisa de Prefeito de verdade, que nunca teve, não Governador!!!
          Eu Voto sim quando eu ver uma pesquisa científica série sobre a viabilidade da Divisão do Pará

      2. Joshua Joshua, procure se informar melhor, o Diário do Pará está encima do muro!! Porque será??

    2. Tu és a cópia original de quem acredita em tudo que a imprensa de belém mostra né? Sou vendedor e sempre vou a altamira e lá a maioria é sim do SIM. E aí te pergunto : já fostes alguma vez em altamira?? Já enpurraste ônibus na lama ou comeste poeira na transamazônica?? Tu és um pobre coitado que, como muitos em belém, são caixas de resonância da elite burguesa belenense. Me desculpas, mas tu não sabes de nada. Tu és mais um dos tantos estúpidos que ajudam a enrriquecer cada vez mais os maioranas. Tu és manipulado pela elite sem tu mesmo saber ou se sabes deves gostar muito. E nesse caso, isso é que é burrice. Manda tuas contas pros diretores da tv liberal pagarem. Garanto que eles ainda te mandam uma cesta básica com um quilo de picadinho junto que é pra continuares arrotando caviar, do jeito que a corte burguesa gosta.

      1. e o que te leva a crer que a divisão irá melhorar as estradas e a tua vida?
        O Amapá foi emancipado do Pará e é a menor malha viária do Brasil.
        Abre o olho, meu povo… não sejam (mais uma vez) enganados por quem sempre engana vocês.

        1. E daí é da tua conta os problemas de outro estado. tu não tem conpetencias nem pra enchergar os problemas do teu estado, quanto mais falar dos de outro. Abre o teu olho, olho morto. Deixa de ser um “zé tapado”. Esse teu pará “já era”. Deve receber cesta básica dos maioranas né marionetezinha????

  • É o colonialismo que se perpetua. O escravizado que se converte em escravizador. De fato, é quase impossível prosperar um debate inteligente em um contexto assim. Quando se juntam as elites e as massas em defesa de uma mesma causa, é de se desconfiar o que mesmo estão a defender. Se o não é defendido pelo não, é o fim do debate, antes mesmo de iniciar.
    Estou neste momento em Vitória da Conquista, na Bahia, participando de um evento na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Aqui são 4 universidades estaduais, cada uma delas com diversos campi atendendo a população do Estado. E no Pará? Em toda esta imensa região do Tapajós apenas um campus, com autonomia mínima e subordinação plena a Belém. Isso é o retrato da colonização brutal a qual continuamos sumetidos. Apenas um exemplo, entre milhares. Mas que serve para alimentar nossa luta, assim como os Cabanos lutaram no passado visualizando liberdade.

    1. Se a Bahia está tão bem assim Anselmo Colares, porque também querem dividir novamente o Estado da Bahia? Ou vc também não sabe disso? Saiba também que no primeiro plebiscito, Duda Mendonça (o publicitário milionário e latifundiário) foi contra; porque aqui também não foi?

  • Pensamentos EGOISTA como esse e que leva uma grande parte do nosso povo a migrar para outra região como, por exemplo, Manaus que já abriga mais de trezentos mil paraenses sujeito ate mesmo a humilhação mais com perspectiva de trabalho e desenvolvimento.

    Estudantes com esses pensamentos e que leva o futuro do PARÁ para…

    Talvez Manaus… Talvez Manaus… Talvez Manaus… Talvez Manaus… Talvez Manaus…

    1. Manda o Giovanni se mudar para Tocantins.
      Ha, havia me esquecido… ele já mora no eixo Brasília-Goiânia.

  • Os argumentos paroaras são: a culpa é deles, porque votam em prefeitos ruins (esquecem o nosso); os políticos deles são corruptos e querem roubar mais com a divisão (esquecem os nossos políticos); a divisão não trará melhorias, é lenda (como se a não divisão melhorasse algo); vai trazer mais despesas (preferem ver vocês à míngua); precisamos de um novo modelo de gestão (quanto tempo esperar? e quem vai fazer esse modelo?); se tamanho fosse problema, Sergipe seria rico (e o Amazonas milionário); até o Lucio Flavio é contra por causa do Xingu (não entendi); vamos perder as usinas e os minérios (eles já são nossos e não somos ricos por causa deles); vão retalhar o Estado (MA, AP, AM já foram do Pará e nem por isso morremos por perdê-los); não querem ficar com a dívida (vocês fizeram a dívida?); o Duda não quer dividir a Bahia (e os baianos querem?) etc. Já estão até dizendo que Marabá e Santarém são uma maravilha perto de outras cidades (se comparar com Eldorado de Carajás são mesmo). Na verdade, não há argumentos. O “não e não” é sinônimo da falta deles. Vocês perderão o plebiscito e nós de Belém a oportunidade histórica de termos um Estado menor, com menos problemas e administrável. Lutem, mas divisão talvez só daqui a 50 ou 100 anos (se os paroaras deixarem…).

    1. Estado menor, com menos problemas e administrável? kkkkkkkkk Pare de brincadeiras meu amigo!!!

  • Só a falta de água crônica que acontece em Santarém e com certeza em outros Municípios já justificaria uma emancipação.
    Só que pimenta no dos outros é refresco, não é mesmo?

    1. Marco, abastecimento de água é responsabilidade do municípios. Vc já perguntou para a Maria do Carmo o que ela anda fazendo para consertar esse absurdo? Pois saiba que aqui em Belém, quem não tem poço artesiano, padece dias sem água nas torneiras, seja no centro ou na periferia!!!

  • E por situações sim que cada vez mais só TAPAJÓS a muito tempo que nós somos hostilizados pelo povo da região metropolitana pra eles o Pará sempre foi a região metropolitana nós somos apenas uma colônia que somos lembras só em época de eleições.
    TAPAJÓS 77 SIM
    CARAJÁS 77 SIM
    Alertamos ao nosso representante que nas universidades aqui de Santarém tem professores vindo lá do Pará tentando influência os acadêmicos VAMOS FICAR DE OLHO.

  • TRE sentenciou!!!!!!!!!! Mauricio Correa não foi perseguido pelo dep. Antonio Rocha. As provas alegadas não passaram do próprio discurso do vereador em tribuna. A demora na provocação da justiça também pesou bastante, o Tribunal entendeu que se passou quase um ano para o Edil provocar a justiça!!!!!!Rocha saiu vencedor na ação!!!!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *