
Na reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff planeja para o seu governo e que está prevista para esste mês de janeiro, o nome do deputado federal paraense Giovanni Queiroz (PDT) aparece como cogitado para ocupar o Ministério do Trabalho, naco dos brizolistas no governo federal desde a gestão Lula I.
A informação está no ar no blog brizolista Espalha Brasa.
Giovanni Queiroz foi reeleito deputado nas eleições de 2010 na coligação PDT, PRB, PSB, PV e PCdoB.
Se a posse do parlamentar se confirmar, que vai assumir a vaga dele na Câmara Federal será o ex-senador e o atual vereador de Belém Ademir Andrade (PSB).
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Atualmente, quem é o número 1 do Ministério do Trabalho é Paulo Roberto dos Santos Pinto, que responde pelo cargo interinamente.
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Preferia o Deputado Giovanni no Ministério do Interior. Assim, ele formaria uma equipe de alto nível em organização territorial sob o comando do economista Célio Costa e organizaria esta República de araque em termos geopolíticos, político-administrativos e em gestão territorial, mostrando à Presidenta como tirar o nosso país do seu atraso secular.
KKKKKKKKKKKKKKKKKK
Égua da viagem….KKKKKKKKKKKKKK
Estás a ri como serviçal de que político, oh! Alma Cabocla? Qual o preço da tua risada? Enquanto, debochas do sofrimento de 03 milhões de paraenses, apenas reforças o sentimento de união entre os mesmos. Não perdes por esperar!
Ri macaco! Outro dia conversaremos sobre o assunto. Não se pára a história com deboche, porquanto esta é real e vem da alma do povo. O verdadeiro líder apenas capta este sentimento e faz a história acontecer. Outros símios também riram muito quando da criação de outros 14 Estados dos 26 atuais e mais o DF. Onde se lê: Ministro do Interior Leia-se: Ministério da Integração Nacional onde por sinal o titular está na corda bamba.
Jeso, o Giovanni Queiroz, como é sabido, é um grande latifundiário e pecuarista do sul do Pará. Foi membro da Arena, faz parte da bancada dos ruralistas no Congresso Nacional, que aumentou de 91 para 141 deputados na atual legislatura. É também um destemido perseguidor dos movimentos sociais, principalmente os sem-terras, no sul do Pará, notório aliado da banda podre do agronegócio naquela região e um dos parlamentares mais ricos e que mais enriquecem a cada ano no Brasil. Em função da explosão do agronegócio, os ruralistas ganharam não somente força econômica como também política, tanto que passaram a presidir a Comissão de Meio Ambiente da Câmara, através do mesmo Giovanni Queiroz, o qual também é líder do PDT na câmara, e a vice-presidência do senado, através da Kátia Abreu, outra voraz militante do agronegócio em todas as suas faces. Ou seja, pela força política que o Giovanni acumulou na atual legislatura, é bem possível que este assunto seja sério e não boato como deseja o Chico em seu comentário. Porém, as questões que se colocam são: qual a sensibilidade social que o Giovanni Queiroz possui para ser ministro do trabalho ou de qualquer outro ministério de roupante social ou ambiental? O que o deputado entende da área do trabalho? Como ele pretende tratar as questões sensíveis aos interesses dos trabalhadores se acaso for mesmo indicado para ministro? Tal como trata os interesses e necessidades dos sem-terras e indígenas no sul do Pará? Será mesmo que o PDT está disposto a colocar a perder o bom trabalho que vem desempenhando desde o primeiro governo Lula na área das questões trabalhistas? E a Dilma, será se está disposta a ameaçar o legado do governo Lula e o futuro do seu governo nessa área caso o PDT cometa a irresponsabilidade de indicar este senhor para o MT? Torço para que o governo não cometa este vacilo, porque, sem dúvida, este seria um ministro que já nasceria sem o menor crédito e a menor legitimidade, o que seria muito ruim, em termos políticos, para a presidente Dilma, visto que isso poderia levar a uma crise com o movimento trabalhista.
Caro Válber,
Giovanni Queiroz é o tipo do politico que chega ao interior, sem liderança, se apodera de uma sigla partidária, de preferência progressista, ai faz a festa. No caso do deputado a vitima foi o PDT, embora já milite nesse partido ha muito anos. Outra sigla vulnerável a isso é o PC do B e até o PT já se presta a dar abrigo esse tipo de “trabalhistas!” e “trabalhadores” que não tem nenhum compromisso social. No caso do PDT, Santarém é um prova cabal disso.
Nazareno Lima
Deve ser boato (tomara), não acho que o PDT vai incorrer nesse erro, tem quadro melhor.
Chico Corrêa