Poetas amazônicos. Nádegas que nunca vi

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Marina

Marina
lá vai Marina
nádegas assim
como as dela
nunca vi.

Marina sabe
remexer
provocar
dançar
e não quer par

Ainda olha
sorri
e pergunta
o que foi?

Essa Marina
me põe louco

Qualquer dia
vou sequestrá-la
levo-a pro mato…
e olha Marina
lá vai Marina
Marina Marina

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De Edwaldo Campos, poeta amazônico nascido em Alenquer e criado em Santarém, do Tapajós.

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