Palco de um suposto crime eleitoral (captação ilícita de votos) praticado pela candidata a vice-prefeita de Santarém pelo DEM, Maria José Maia, a escola municipal Joaquim Cavalcante Maia recebeu, só este ano, algo em torno de R$ 40 mil de programas de apoio do MEC (Ministério da Educação).
O dinheiro foi repassado diretamente à escola, sem a intermediação da Semed (Secretaria Municipal de Educação). Ele deve ser utilizado melhoria da infraestrutura física, aquisição de material de consumo e apoio pedagógico da escola.
De apenas 2 programa – Mais Educação e PDDE (Programa Dinheiro Direto na Escola) -, a Joaquim Cavalcante Maia recebeu cerca de R$ 40 mil. Faltando ainda receber uma parcela neste segundo semestre de algo em torno de R$ 20 mil.
A verba foi repassada via FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).
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A escola Joaquim Cavalcante Maia tem 470 alunos e alunos matriculados no ensino fundamental.
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DEM confirma doação, mas “em outra data”.
MPE não se manifestou sobre doação.
Filtrando meus comentarios por que? Como esta tendencioso esse blog Jeso! Todos aqui ja sabe que vc apoia o pt,nmas nao precisa escrachar!
Everton, manda as provas das tuas graves acusações. Faz isso e teu comnentário será publicado. Simples, assim, não?
ok as denuncias ja estao sendo feitas pelo 0800 do STJE depois que passar essa eleicao a imprensa pode comecar a divulgar dependendo eh claro da inestigacao policial se houver tb eh claro! Mas eu sou eh Marcio 50 e nao Von.
E tu Everton Diniz apoio desviu de verbas 45 milhões???Doações em plena campanha é?????????
Jeso vc tem muitas informações, mas precisa saber divulgá-las…quando diz que a escola Joaquim Cavalcante Maia recebeu 40 mil do MEC é preciso que se esclareça que o PDDE (Programa Dinhero Direto na Escola) é apenas uma verba complementar e não sana todas as necessidades da escola e o PME Programa Mais Educação é uma verba disponibilizada para compra de material para as oficinas do Programa e pagamento dos oficineiros se é que se pode chamar de pagamento haja vista que tem monitor que recebe nada mais que R$ 200,00 por mês….lembrando que todos esses recursos é apenas administrado pelo gestor da escola por meio de cheques…
Cláudia, seu comentário complementa a informação contida no post. Referenda-o, portanto. Há mais informações sobre como os recursos foram utilizados pela escola, e que não são apenas as despesas citadas por você.
Acredito muito no seu blog mas todas as escolas recebem esta verba, trabalho em uma escola que recebeu muito mais do que isso e não foi através de nenhum politico, é um direito dos alunos.Não acredito no Lira Maia nem no Von ,meu voto é LUCINEIDE, mas acho que a informação da forma que foi posta ,não condiz com a verdade.
Josy, onde está escrito que as “outras escolas” não recebem “esta verba”?
Se as outras escolas tbm receberam onde está a denúncia de crime eleitoral??
Pô, Josy, releia a primeira matéria sobre o caso. É importante pra que você entenda bem. Você me parece confusa.
Josy receber dinheiro é direito dos alunos sim, mas não de político!!!!!
Essa prática já é muito comum nesta família, Lira Maia x Maria José Maia x Von que não sabe de nada, tadinho dele tão inocente…
“Fantasmas da ditadura: Folha Bancária censurada pela coligação tucana
05/10/2012
Ação contra jornal dos trabalhadores que trazia reportagem sobre eleição do dia 7 foi recolhido e retirado do site do Sindicato dos Bancários de SP
Escrito por: Cláudia Motta – Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região
A Folha Bancária foi censurada. Um policial militar e uma oficial de Justiça estiveram na sede do Sindicato na noite desta quinta-feira 4, além das regionais da entidade, com ordem de busca e apreensão da última edição da FB. A representação protocolada na 1ª Zona Eleitoral de São Paulo (Bela Vista – Capital) na mesma quinta-feira, foi assinada pela juíza Carla Themis Lagrotta Germano, e previa inclusive ordem de arrombamento, “se necessário”.
A censura teve origem em pedido da coligação do candidato José Serra (Avança São Paulo – PSDB, PSD, DEM, PV e PR) que solicitou o recolhimento dos exemplares da Folha Bancária, além da retirada da versão online do site. O mandado afirma que a “matéria denigre a imagem” de Serra.
O jornal trazia na última página reportagem que analisava as propostas e trazia o histórico dos candidatos que lideram a pesquisa à prefeitura de São Paulo: Russomano, Serra e Haddad. Também declarava o apoio da maioria da direção executiva da entidade a Fernando Haddad (PT), o único a receber e se comprometer com a Agenda da Classe Trabalhadora.
“O Sindicato tem quase 90 anos de existência e sempre lutou pela democracia e pela liberdade de expressão. Desde o ano passado estamos fazendo o debate, com os bancários, do que afeta a qualidade de vida dos trabalhadores. Além da campanha salarial e por melhores condições de trabalho, somos um sindicato cidadão se preocupa com a cidade, o estado e o país em que os trabalhadores vivem. Sabemos da importância desse debate”, afirma a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira. “Os trabalhadores têm direito a analisar as propostas dos candidatos. Pode haver divergência, mas repudiamos a censura”, ressalta a dirigente, lembrando que a FB coloca em prática o bom jornalismo. “Não denegrimos a imagem de ninguém. Só não pudemos noticiar o plano de governo de um dos candidatos que não tem seu material divulgado nos sites oficiais da campanha.”
Dados – O jornal Folha Bancária circula desde 1939, o site do Sindicato está no ar desde 2005. É a primeira vez que sofrem censura.
O advogado do Sindicato, Luiz Eduardo Greenhalgh, estranha o desrespeito com que a liminar foi cumprida no Sindicato. “Entraram. Foram recepcionados por funcionários do Sindicato e invadiram as dependências. Comportamento estranho, que não é a conduta costumeira da Justiça eleitoral de São Paulo”, afirma. “Com relação ao mérito vamos contestar e tentar suspender a busca e apreensão.”
Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, está sendo usurpado o direito de informação dos trabalhadores. “Todos os veículos se expressam e respeitamos. Defendemos a liberdade de imprensa, o direito à livre manifestação e foi isso que colocamos em prática. É o nosso ponto de vista, podem concordar ou discordar, mas não censurar”, ressalta o dirigente.
Revista do Brasil – Esta é a terceira vez que Serra investe contra a liberdade de expressão dos trabalhadores, quando o assunto não lhe agrada. Em 2006 e 2010, duas edições da Revista do Brasil, uma que trazia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outra com a então candidata à presidência Dilma Rousseff, foram censuradas por solicitação da coligação tucana à época daquelas eleições. A Revista do Brasil é mantida por cerca de 60 sindicatos de diversas categorias profissionais.”
Essa é a prática, resquício dos tempos da ditadura, de quem são herdeiros, que esses farsantes desse desgoverno do PSDB e aliados são praticantes contumazes desde há muito.
De fato, tudo isso é lucro que o petismo tem direito pelo fato de Lula ter peitado Golbery, Delfim e turma para não acabarem como o imposto sindical. Posto que, tais queriam acabar com essa escravidão do trabalhador, fazer a ditadura mais popular no meio operário e Lula usou apenas um argumento: como vocês esperam que um dia eu seja o maior presidente do Brasil sem ter esse recursos para construir minha base politica e ainda com a sua turma sendo tão condescendente com os meus opositores, como no caso dos brizolistas?
Desiste!