MEC aprova estatuto da Ufopa

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Seixas Lourenço - Blog do JesoA Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), unidade do Ministério da Educação (MEC) responsável pela regulação e supervisão de instituições de ensino superior do país, publicou hoje (16), no Diário Oficial da União, a portaria nº 400, de 15 de agosto de 2013, que torna pública a aprovação, pelo MEC, do estatuto da Ufopa.

Antes, o reitor da Ufopa, José Seixas Lourenço (foto), havia estado no MEC solicitando urgência na aprovação do estatuto, com o intuito de dar início ao processo de escolha do primeiro reitor da instituição, depois do período de gestão pro tempore.

Tendo em vista a aprovação do estatuto da Ufopa pelo MEC, Seixas Lourenço estará na próxima segunda-feira, dia 19, em Brasília, para propor, junto à Secretaria de Educação Superior (Sesu), um calendário de eleições diretas para a direção da universidade.

Com informações da Ufopa

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28 Responses to MEC aprova estatuto da Ufopa

  • Sem dúvida, Carlos e Edna (ultimas postagens)
    Qualquer pessoa, mesmo sem escolaridade, sabe perfeitamente o que é decência e aplicação adequada de recursos. Mas poucos são os que fazem disto uma proposta de vida. E não me refiro somente aos gestores da coisa pública, me refiro até mesmo no plano pessoal. Conheço pessoas que ganham bem mais que eu e só vivem endividadas. Não conseguem administrar com equilíbrio, e sofrem. Quanto aos gestores de instituições públicas, a situação é mais grave pois quando gastam de forma inadequada estão fazendo isto com o dinheiro que é da sociedade.
    Uma universidade, como qualquer instituição de ensino pública, tem um componente a mais nesta equação administrativa pois é preciso dar conta acima de tudo, de seu projeto pedagógico, de sua proposta para a formação de pessoas e para um determinado ideal de sociedade que desejamos ver construida. Isto não é simples, dado o caráter heterogêneo e plural da composição dos diversos segmentos institucionais. Mas é possível. Para isto, é fundamental o diálogo, ou mlehor, a como ensinou Paulo Freire. E não perder de vista a utopia transformadora, como propôs Marx. Afinal, o modelo de sociedade baseada no consumo e fundamentada na desigualdade tendo o lucro e a corrupção como formas de ganhos sem escrúpulo não podem servir de base para a formação de crianças e jovens. Somente uma educação voltada para a formação de uma nova cidadania poderá nos dar a esperança de melhorias. E a Universidade pode dar uma importante contribuição neste processo.

      1. Como estou de férias, vou te responder e “falar” (melhor dizendo, escrever, mais um pouco. No dia a dia quando fora da época de férias, prefiro fazer).
        Escolhi na vida ser professor. Falar e escrever são meus principais atributos. Se você não entende, paciência, sou acostumado a repetir de novo ou buscar outros meios para que meus alunos possam compreender os textos que precisam ler e quase sempre se interrogam porque os autores são tão difíceis.
        As vezes é porque eles ainda possuem pouca leitura. E então, com o tempo, vão descobrindo que é muito bom poder ler de verdade, e não apenas decifrar os códigos escritos.
        Desejo que você também faça esta descoberta.

  • Parece está chegando a hora, antes tarde do que nunca, de concentrarmos a nossa atenção em alguns aspectos importante para que a democracia seja garantida e não só a escolha dos dirigentes:
    1) Quem serão os candidatos?
    2) Qual a sua história acadêmica?
    3) Que concepção de universidade defende?
    4) Quais as suas vinculações partidárias?
    5) Sua proposta de trabalho está clara e coerente?
    6) Como será a escolha de sua assessoria?
    ……………………………………………………………………

    Ou seja, precisamos pensar a eleição como um passo a mais na construção da universidade e fazer dela uma oportunidade de reflexão e debate. Senão estaremos deixando de ser uma instituição educacional para ser mais um palco de disputas pessoais e partidárias.

    Isso sim seria INOVAÇÃO!!!!

    Prof. Edna Marzzitelli
    ICED/UFOPA

  • Professor Anselmo Colares , nós pessoas simples da Sociedade Santarena, não precisamos ter mestrado e nem doutorado para entendermos as suas mensagens sobre o desenrolar de situações vexatórias, as ilegalidades cometidas pela reitoria pró tempore da Ufopa, cujo comandante mor é o “magnífico reitor” José Seixas Lourenço, o principal Responsável pelo atual conceito que a Comunidade Universitária e a Comunidade Santarena concluíram desta gestão sofrível de uma reitoria pró tempore que sinalizou para todos que não obedece as Leis, a Constituição Federal no artigo 5º inciso XV, que expressa o Direito de ir e vir, artigo 37 que institui à administração pública deve obedecer os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência, a reitoria pró tempore também desobedeceu o Código Civil Brasileiro, capítulo dos Bens Públicos, artigo 99 e artigo 100 quando essa reitoria autoritária autorizou as invasões e interdições das Ruas Vera Paz e 28 de Julho no Bairro do Salé / Liberdade, desobedeceu a Lei nº 12.085, de 5 de novembro de 2009 que dispõe sobre a criação da Ufopa, em seu artigo 17 que determina o encaminhamento do Estatuto no prazo de 180 dias ao Ministério da Educação para aprovação, o que fica de público e notório é que essa gestão autoritária não conseguiu tirar nenhuma mensagem edificante que o Povo Brasileiro passou quando foi as ruas das principais cidades e capitais dos Estados da Federação Brasileira. “Vai dormir com um barulho desses”, ficamos aguardando por mudanças, se Deus quiser e os intelectuais da Ufopa também quiserem, mudanças para melhor, como disse o Palhaço Tiririca, hoje Deputado federal: “Pior do que está, não vai ficar”. Concluímos, a bem da verdade, ficou ratificado e patenteado: “Para o reitor pró tempore da Ufopa, Leis são Potocas.

  • Excelente! Já não era sem tempo! Pelo menos Seixas sairá com o estatuto aprovado. Falta o regimento, agora…
    Mas quem serão os(as) candidatos(as) a reitor(a)? A Sra. Esposa do Deputado, o Sr. Crô, o Sr. Doctor Necklaces, o Sr. A. do Implanejamento, o Sr. Prof. Fight dos Fishes, a Sra. P. Keys…
    Será que se algum(a) desses(as) for eleito(a), vai ter mudanças profundas na Ufopa?
    Por exemplo:
    1) Qual a opinião dos(as) reitoráveis sobre o contrato da Ufopa com o Hotel Boulevard? Vai continuar ou será cancelado, para bem da opinião pública?
    2) Os cargos de chefia serão distribuídos de acordo com capacitação e competência, sem levar em conta os partidos políticos e os parentescos de deputado, vereador, aspones diversos? Ou continuará em voga a gestão por incompetências e parentescos?
    3) Continuarão a ser trazidos elementos de fora da Ufopa e de fora do serviço público concursado e efetivo para ocupar as vagas de chefia, assessoria e outras, enquanto os concursados ficam a ver rabetas?
    4) Alguns técnicos e professores continuarão se matando de trabalhar, enquanto outros fingem que trabalham sob as vistas da chefia?
    5) Docentes continuarão acumulando coordenadorias e assessorias, sem dar aulas, enquanto os alunos ficam sem aula por falta de professores (que deem aulas)?
    6) Diretores e coordenadores sem currículos continuarão ocupando o lugar de (e boicotando) professores capacitados mas sem força política?
    Isso é só o começo…
    Ou esse povo acha que, para ser universidade, basta ter estatuto e reitor eleito?

    1. Zé, eu já te disse cara. Pergunta no posto Ipiranga!
      Ou então, usa um pouco de inferência Bayesiana. Olha o histórico de UFPA e de UFOPA. Uma eleição agora cria condições favoráveis para se eleger um candidato da situação. Vai ficar tudo do mesmo jeito. Outra coisa… Na tua lista de reitoráveis faltou o Sr. Colares Aldista disfarçado.

      1. Se tem uma coisa que incomoda é ouvir impropérios, principalmente de quem se esconde por trás de pseudônimos. Este tipo de adjetivo é usado para caracterizar um seguidor. Isto não se aplica para mim.
        Se disser que sou amigo do Aldo, que sou amigo de muita gente da alta administração, que sou amigo de muita gente do sindicato, que sou amigo de tantas pessoas conhecidas ou desconhecidas, então estaria falando a verdade.
        Nunca omiti este tipo de informação. Nunca neguei a amizade e até o respeito que tenho por ele, enquanto profissional e como pessoa. Mas isto não significa que concorde plenamente com suas atitudes, que compartilhe de suas ideias e convicções, e muito menos que eu tenha a mesma visão política e educacional que ele.
        Te desafio a apresentar algum fato que corrobore sua afirmação.
        Enquanto isso, sigo minha trajetória que consegui com muito esforço e sem precisar destratar as pessoas, sejam elas possuidora dos mesmos ideais que eu ou não.
        Sigo com a paz de quem descobriu que a vida é curta demais para produzir feridas que podem nunca cicatrizar. Não compactuo com muitas opiniões e decisões do Aldo e de outros colegas da administração superior ou não da Ufopa, mas os respeito e considero legítimo que busquem construir hegemonia. Mas não faço parte do grupo, se assim fosse, já estaria compondo a gestão. A função que desempenho é de mérito acadêmico, e resulta de projeto que elaborei e foi aprovado na CAPES. Tive o aval de colegas que estão na administração em ambas as instituições e sem os quais o projeto não teria sido viabilizado. Sou grato a eles por terem possibilitado que esta importante ação fosse viabilizado, mas isto não me coloca em posição de subserviência nem tampouco de bajulador. Ao contrário, quem acompanha minhas atitudes e posicionamentos sabe muito bem que uso e desfruto de personalidade suficiente para dizer e fazer o que está em sintonia com minhas convicções e que me parece mais em sintonia com os interesses da sociedade que paga meu salário.

        1. Respeita o Aldo como professor e como pessoa??? Então, deves respeitar também o Jáder, o Collor, o Sarney, o Lira Maia… Tá na hora de rever seus conceitos!

          1. Meus conceitos estão consolidados.
            E pelo visto, nunca vão coincidir com os seus e de outras pessoas que parecem confundir respeito por subserviência ou concordância. Quando digo que respeito, me refiro ao fato de entender que ele tem e qualquer pessoa tem o direito de ter suas convicções, fazer ou deixar de fazer determinadas ações. Respeito, mas não concordo. Respeito, mas não aceito. Agora, tanto no ambiente de trabalho quanto fora dele, sou um ser humano adepto da civilidade e praticante da comunicação como mecanismo enfrentamento das divergências. Sempre procuro usar a força do argumento. Não sei se algum dia terei de lançar mão do argumento da força (até porque não fui aquinhoado com este tipo de característica). Mas a minha voz e as palavras que posso escrever sempre estiveram e vão estar a serviço do esclarecimento e do combate as injustiças e aos desmandos com o que pertence à sociedade, mesmo que seja um amigo que as cometam.

      2. Prezado Nurandaluguaburabara
        Não vou ao posto Ipiranga, porque acho que lá eles não respondem perguntas retóricas.
        Quanto ao professor citado, consulte um dicionário de inglês…

    2. Parabéns pelas as observações.Quero ver agora esses “candidatos” fazerem propostas concretas de mudanças na UFOPA, e não ficar falando mal a campanha inteira do seixas que ta saindo e não interessa mais . Infelizmente até agora os possíveis candidatos ainda tão nessa de ficar só detonado e detonado.Precisamos ver propostas dedes de já.

  • Vá entender essa gente?? Sempre os seus “adversários” estarão errados. Pelo que vejo haverá eleições diretas. É hora de se candidatarem os interessados e que vença quem convencer melhor.

  • Isso não passa de mais uma jogada do seixas, fingindo democracia na ufopa. Agora ele vai jogar a bola da decisão das eleições para o MEC escolher e assim limpar a barra dele aqui ,e o MEC em acordo com ele lá em Brasilia vai manter-lo por mais um tempo. É muita inocência de quem tá acreditando nessa psedo democracia do Seixas…O que vai acontecer agora é briga interna em os candidatos que vai tirar o foco das atenções das gambiarras que essa reitoria vive fazendo.

  • Todos que acompanham os fatos percebem a incoerência. Este que sempre criou empecilho para aprovação deste estatuto e encaminhamento de eleições, agora corre para que o mesmo entre e vigor, e que seja encaminhado calendário de eleições com a sua saída pela porta dos fundos. Este é o grito de desespero de uma gestão de conduta questionável e irresponsável. Se grito resolvesse, porco não morria.

  • Desde que a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) foi criada pela Lei nº 12.085, de 5 de novembro de 2009, que o Estatuto está sendo aguardado por todos aqueles que compreendem o valor da institucionalização de processos democráticos, como forma de garantia da tomada de decisões que considerem as necessidades coletivas acima dos interesses individuais. A gestão superior da UFOPA (especialmente Reitor e Pró Reitores) tem demonstrado pouca ou nenhuma disposição em dialogar com os segmentos organizados da instituição, e trabalha com a lógica de que o planejamento é algo a ser feito por supostos especialistas, a partir do levantamento de demandas e de estratégias matematicamente elaboradas. Talvez nunca leram ou se leram não concordam com Carlos Matus (autor de “Adeus, senhor Presidente” e criador do Planejamento Estratégico Situacional). Certos de estarem sendo democráticos em suas ações, e de que as vozes dissonantes são de uma minoria que não merece crédito, praticamente fecharem os ouvidos e os olhos para os problemas internos, e se blindaram para dar continuidade ao projeto inovador, mesmo que para isso tivessem que postergar a gestão pro (muito) tempore. Vale lembrar que a Lei que criou a ufopa estabeleceu:
    […]
    Art. 16. Enquanto não se efetivar a implantação da estrutura organizacional da UFOPA, na forma de seu estatuto, os cargos de Reitor e Vice-Reitor serão providos, pro tempore, pelo Ministro de Estado da Educação.
    Art. 17. A UFOPA encaminhará sua proposta estatutária ao Ministério da Educação para aprovação pelas instâncias competentes, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da publicação desta Lei.
    Art. 18. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
    Brasília, 5 de novembro de 2009; 188o da Independência e 121o da República.

    Portanto, a aprovação do Estatuto já deveria ter acontecido há muito tempo, se a equipe que compõe a administração superior tivesse mais interesse em que isto acontecesse. O prazo que a Lei estabeleceu não foi cumprido e motivou uma série de insatisfações, que aparentemente desgastaram o reitor e seus colaboradores mais próximos. Mas isto só será confirmado no término do processo eleitoral que vai culminar com a nomeação do primeiro reitor escolhido democraticamente por todos os segmentos que constituem a Ufopa. Embora a escolha seja proporcional, como determina a legislação que rege este tema, o reitor eleito terá representatividade e legitimidade para ampliar os espaços de ação dos segmentos representativos das diversas categorias, se assim o quiser. Em suma, eleição não é sinônimo de democracia, mas sem ela a democracia não existe. Um gestor eleito não é garantia de perfeição, mas é esperança de que possa estar disponível para o diálogo e considere as reivindicações e as sugestões das categorias também democraticamente organizadas antes de tomar decisões que afetem toda uma coletividade.

    1. Arrogância e prepotência foi o que marcou esta gestão. Se julgavam acima de tudo e de todos. A bancada decidiu e eles se acharam no direito de fazer o que quisesses, independentemente dos anseios da comunidade acadêmica e da sociedade. Deu no que deu. Caíram e agora estão de joelhos para tentar ficar mais um pouquinho…

      Qual o legado de Seixas?

    2. Professsor Anselmo, já ta na hora do senhor parar com essa tática de escrever e escrever aqui e não dizer nada. Assuma logo de que lado o senhor estar caso não queira perder outra vez uma eleição assim como o senhor perdeu a do consun. Ficar em cima do muro não vai e dar votos.

      1. Você me pede algo que nunca terá, porque deseja que eu escreva o que você quer. E eu escrevo o que minhas convicções admitem. Se você ou qualquer pessoa não consegue compreender o que escrevo, paciência, só voltando para a alfabetização.
        Não perdi eleição alguma. Submeti meu nome e ele foi incluído na lista de ocupantes do Consun, mesmo que na suplência, mas faço parte. E não me incomoda este fato. Se tivesse ficado fora, apenas sendo contra a eleição por causa da forma como foi proposto, eu deixaria de ser coerente com minhas posições. Sempre defendi que a participação é importante, mesmo em um ambiente onde saiba que as chances de vitória de um argumento, por melhor que ele seja, são ínfimas. Mesmo assim, participar é garantir a chance de falar, de saber das coisas por dentro e não apenas sob o crivo de outros.
        Como suplente do Consun me sinto tão integrante dele quanto os demais, mas da forma não me sinto responsável pelas decisões que este colegiado toma. E nem considero que todos os seus integrantes sejam pessoas irresponsáveis e inescrupulosas. Pelo contrário, entendo que elas defendem posições e convicções e provavelmente façam o que fazem acreditando que estão fazendo o melhor, o mais acertado. E é claro que para aqueles a quem elas representam agem acertadamente.
        Já é a primeira vez que respondo a um anônimo ou a alguém que se esconde por trás de pseudônimos estranhos, e digo que em primeiro lugar, deveriam ter a coragem e a dignidade de se apresentar, de dizer quem é, para poder dizer coisas que visam tão somente provocar discórdias ou denegrir a imagem de outra pessoa. Veja que eu sempre assino meus comentários, e evito ao máximo entrar na esfera pessoal, procurando sempre discutir o mérito, o tema central objeto da postagem. E assim vou continuar. Não tenho necessidade alguma de “assumir lado” pois não me sinto comprometido com ninguém, e não estou pedindo voto a você nem a ninguém. Se as circunstâncias me levaram a uma candidatura, vou analisar muito bem se vale a pena. E se concluir que sim, é um direito que me assiste, não me cabe dar explicações e muito menos pedir permissão a ninguém. Perder ou ganhar é parte do processo. Se houvesse apenas ganhadores, não haveria democracia, porque não haveria revezamento no poder. Perder não é motivo de vergonha. Penso que pior é não participar, por medo ou covardia, e depois dizer bobagem sem conhecimento de causa.
        A docência tem sido minha escolha de vida. Completei 30 anos de magistério. Ser professor é minha profissão, minha realização. Sou feliz e vivo em paz. Tenho me esforçado para oferecer o melhor aos meus alunos, para isto me qualifiquei e continuo a produzir pesquisa e participar do cenário nacional e internacional de minha área. Não tenho ambição por cargos na universidade. Quem me conhece de verdade sabe disso. Mas sabe também que não fujo da responsabilidade e que por isso mesmo, poderei vir a me candidatar se entender que posso fazer alguma coisa em prol de uma Ufopa mais próxima dos anseios da sociedade. Se você ou qualquer pessoa quiser entender isso como demagogia, como não dizer nada, ou sabe lá mais com o que … tanto faz. Fique a vontade. E se acha que estou em cima do muro, saiba que esta posição não me desagrada. De cima do muro posso enxergar melhor, e seguir meu caminho sem cair na lama, que geralmente está presente nos dois lados do caminho. A maturidade me permitiu a condição para procurar entender e respeitar as diferenças, e por isso descobri que não preciso estar o tempo todo atirando pedras ou me posicionando contra tudo e contra todos.

        1. Entendi, agora depois de apartado dos lados em contenda, ele se apresenta como o tertius J. Pinto Fernandes…

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