Em comentário no blog na noite de ontem (8), na caixinha do post Almofadinhas, traíras e o vencedor, o prefeito eleito de Marabá, João Salame (Pros), revela que é “vítima de um complô montado a partir do Palácio dos Despachos”, a sede do Poder Executivo do Pará, sob o comando do governador Simão Jatene (PSDB).
No início da semana (dia 5), Salame teve o seu mandato cassado por decisão do TRE (Tribunal Regional Eleitoral).
– Não há crime algum no meu processo, conforme atestou o juiz federal Ruy Dias em seu voto. Diversas aberrações jurídicas constam do processo onde a lei foi estuprada para atender os interesses dos atuais inquilinos do Palácio dos Despachos – revela o político marabaense.
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Abaixo, a íntegra do comentário dele:
Agradeço as manifestações generosas de solidariedade dos irmãos do Tapajós. Hoje estou sendo vítima de um complô montado a partir do Palácio dos Despachos, uma máquina azeitada para mentir e perseguir. Se Almir Gabriel tinha seus defeitos, seu pupilo acrescentou degenerações, pois ao contrário do seu criador prima pela preguiça e pelo acentuado caráter de perseguição que a cada processo se desnuda.
O Pará ainda está longe de viver ares republicanos. Essa é uma batalha que ainda está sendo travada. Sob o discurso demagógico de que “O Pará está acima de todos os partidos”, o atual governador acentua o uso da máquina pra massacrar seus adversários.
Acho que a interpretação correta dessa frase que ele reverbera deve ser acabar com todos os partidos, inclusive com o seu, onde Flexa Ribeiro, Mário Couto e Nilson Pinto tem poder de decisão pífio ou quase nenhum.
Topei enfrentar essa casta desde a época do plebiscito e a cada dia me sinto orgulhoso pelo que fiz. Fui às lágrimas ao receber o título de cidadão santareno e perceber o sincero sentimento de gratidão do povo desta bela terra naquele dia por ter colocado meus préstimos à disposição da sua bela causa.
No bom estilo implantado pelos tucanos no Estado, o Robert diz que me envolvi no escândalo da Alepa e assinei cheques em branco. Ele errou de nome: o deputado acusado de ter assinado cheques em branco é um tucano de alta plumagem.
Eu fui vice-presidente da Alepa e nesse período, num regime presidencialista, não assinei um documento sequer, não assumi a presidência por um dia sequer. E, registre-se, fui o único deputado que à época fazia parte da base de apoio do governo a assinar a CPI da Alepa.
Agora, montaram novo circo. Não há crime algum no meu processo, conforme atestou o juiz federal Ruy Dias em seu voto. Diversas aberrações jurídicas constam do processo onde a lei foi estuprada para atender os interesses dos atuais inquilinos do Palácio dos Despachos. Mas a verdade não tardará a aparecer. Confio na Justiça e na decisão do TSE.
Por último sai do PPS, que se tornou sócio menor dessa confraria que vilipendia o povo paraense. Assumi a presidência estadual do Pros, para o qual foram o deputado federal Dudimar Paxiúba, os estaduais Chico da Pesca e Raimundo Belo e mais de 100 vereadores.
Vamos fazer dessa organização partidária uma trincheira em defesa da democracia e de um Pará mais republicano, desenvolvido e justo.
Quanto a mim, continuarei a peregrinação política para que todos compreendam que foi um erro não promovermos a divisão territorial desse continente inadministrável. Um forte abraço aos amigos do Tapajós.

Vamos da nome aos bois, o” tucano de alta plumagem” que assinou os cheques da ALEPA, chama-se José Megale!
Grande Salame! Poderia lhe chamar de Moisés…O libertador do povo das garras de Faraó.
Continue firme. Acreditamos que somos vítimas de um esquema sórdido e que resultou na eleição de um boêmio pescador desinteressado de discurso polido pra iludir…Um David Coperfield, mas acreditamos que chegará a hora da nossa tão sonhada liberdade.
Sua coragem nos instiga à continuar acreditando que ainda temos e teremos no futuro, pessoas e sobretudo lideranças que nos motivem a continuar lutando, contra as forças opressoras deste estado, que depois da ditadura, alcança seu melhor nível de opressão. Acredito na força da democracia, mesmo percebendo sentimentos que arremetem aos instintos mais primitivos ao lembrarda “Cabanagem” e de sua frase celere,( Voces às cabanas! Nós aos palacios!) que norteiam os pensamentos e sentimentos de opressores palacianos representantes da elite do estado. Mas repito! Nos libertaremos da opressão desses parasitas palacianos!
O Robert deve morar nos bons edifícios de” belém” Um elitizado egoísta, que deve ter acesso a serviço e produtos de qualidade. Que tal fazer uma viagem seu “robert”? Não nas ilusões egoístas que pensas, vem fazer uma viagem na região oeste e conhecer nossas mazelas e a falta de serviços primários por um estado fálido, que não aproveitou a oportunidade e está mais fálido em tudo, inclusive ao quase ponto de uma guerra civil, por conta das injustiças socias…E digo mais! O povo que votou contra a redivisão, já deve estar arrependida, pois não tenho dúvida era a nossa grande saída, conforme explicada pelo Salame agora e muito bem explicada, na campanha do mesmo.
Prefeito João Salame, este humilde cidadão, militou o tapajós em Brasília e tive a alegria de participar de suas principais articulações e conquistas democráticas e participar de um momento único “o plebiscito” Onde você me surpreendeu, pela sua defesa embasada de um projeto que nos daría novas oportunidades.
À você meu irmão, meus sentimentos, orações e forças positivas, para que o mais breve saia dessa armadilha palaciana armada por inescrupulosos, aproveitadores do poder para oprimir………
À você meu incondicional apoio e apreço…Força e Fé Salame!
Salame,
Dizem que Deus escreve certo por linhas tortas.
Quem sabe agora ele não acaba de começar escrever…
Que a sua cassação seja o combustível que faltava para uma candidatura alternativa ao governo do Pará.
Sua aliança com o PT dos “Rochas” PMDB doa “barbalhos” vai lhe tornar um exatamente “igual”.
Que sua confiança na justiça seja a mesma em Deus.
Boa sorte.
Está claro demais que a cassação do prefeito de Marabá, João Salame, foi uma represália pela sua postura separatista, a de dividir o Pará continental para somar esforços no sentido do atendimento das demandas históricas de um povo.
A cada ato dessa natureza, o governador Simão Jatene se distancia mais da possibilidade de vitória na reeleição para o Governo do Pará.
É uma pena que ele não consiga ter o entendimento de o Executivo tem que governar para todos e não apenas para aqueles que deram o voto.
Caro Jeso,
Não sou porta voz e você bem sabe que rarissimas vezes me manifesto, mas, por uma questão de justiça e a bem da verdade, garanto aos seus leitores que o governador Simão Jatene não contribuiu para o processo de cassação do prefeito João Salame pelo pleno do TRE, como ele diz. E quem conhece ao mínimo o comportamento e caráter do Jatene, sabe muito bem que esse não é o seu estilo de atuar na política. Talvez o momento e as intrigas do mundo político tenham levado o Salame a pensar, equivocadamente, dessa forma.
Um forte abraço,
Orly Bezerra
O problema não é de tamanho Roberto. desse ponto de vista concordo com você. Os instrumentos que dispomos hoje nos permitem governar à distância. O problema é de recursos. Com a redivisão territorial do Pará e porque não do Norte teríamos fatias maiores do bolo do Fundo de Participação dos Estados e maior representação política na Câmara e no Senado. Só de emendas parlamentares, agora impositivas, teríamos alguns milhões a mais para a mesma região, desmembradas apenas por linhas imaginárias. O Pará é inadministrável porque não consegue ter R$ 500 milhões por ano para investimentos. O tamanho só agrava esse dilema, pois com pouco dinheiro é necessário atender uma área continental. Com a redivisào teríamos áreas menores para serem administradas, mais recursos via repasse constitucional, maior representação política e consequentemente maior repasse de recursos orçamentários. É simples. Matemática. Coisa que a paixão e a miopia não enxergam.
Quanto a cassação tô tranquilo. Pelo menos enquanto acreditar na Justiça! Um abraço. Por último, acho que essa decisão tem que ser tomada com base em amplo diálogo e convencimento de todas as partes envolvidas, apesar de uma minoria que não quer debater em nenhuma hipótese.
E quanto a cassação estou tranquilo. Pelo menos enquanto confiar na Justiça! Um abraço
Imaginem se norte-americanos, russos e chineses (grandes nações poderosas que estão sempre em destaque no mundo) pensassem como o João Salame; estariam assinando, assim como ele (João salame) acabou de assinar, seus atestados de incompetência em administrar, dizer que um grande território é o que dificulta o crescimento de uma população pois essa imensa dimensão territorial “prejudicaria” o desenvolvimento dessa região por ser inadministrável!?!?! AH! Salame, faça-me o favor! Então você nunca poderá se candidatar a governador, pois já assumiu que seu governo seria um tremendo fracasso. Hoje, com toda a tecnologia existente no mundo, não há como alguém proferir palavras tão absurdas. qualquer um que estude um pouquinho, saberá que a extensão territorial foi fundamental para o progresso dos Estados Unidos, mas Salame já provou que talvez só consiga administrar o seu própio quarto, Salame procure dicas com o seu GRANDE AMIGO separatista Lira Maia (o herói do Tapajós) e veja como escapar da cassação, pois disso ele entende bem.
O Robert (Bob) agora brasilianizou e veio camuflado de Roberto …… Civita?
Um exímio Historiador da “Conquista do Oeste” dos Farmers americanos
Qua…Qua…Qua…
Salame é o que não vai faltar para engolir !
Tiberio Alloggio
“qualquer um que estude um pouquinho, saberá que a extensão territorial foi fundamental para o progresso dos Estados Unidos”… Nossa, tem certas coisas que nos fazem sentir vergonha alheia. Se a questão do desenvolvimento tivesse algo a ver com dimensão territorial, então os países mais desenvolvidos do mundo não existiriam. Suécia, Noruega, Japão, Suíça, Finlândia, Alemanha etc. jamais teriam se desenvolvido. Os chamados Tigres Asiáticos não estariam, hoje, na lista dos países que mais se desenvolvem. Desenvolvimento não tem nada a ver com extensão territorial. Se fosse por isso, o Pará já seria desenvolvido e o Brasil, quinto maior país do mundo, seria, no mínimo, o quinto em desenvolvimento também. Mas, qualquer um que tenha estudado ao menos um pouquinho sabe que a realidade não é esta. O desenvolvimento passa por diversas áreas que envolve a cultura de uma nação, a política de um Estado, a cultura empresarial, as diretrizes econômicas adotadas em nível nacional, desenvolvimento tecnológico e educacional, entre outros. Desculpe o tom ríspido, mas, por favor, estude um pouquinho para ver se aprende alguma coisa antes de vir falar coisas vexaminosas em público e tentar contestar estratégias políticas importantes com base em pura ignorância.
Ótima colocação Válber Almeida!
O desenvolvimento exige uma série de ações articuladas. Destacaria investimentos, recursos e representação política de peso nacional . No caso da divisão territorial, teríamos 3 orçamentos estaduais, 3 repasses constitucionais o FPE- Fundo de Participação do Estado, para os mesmos limites geográficos separados apenas por linhas imaginárias e a nossa representação política que à muito já deveria se renovar, mais forte, com mais senadores e mais deputados federais para brigarem por investimentos estratégicos pra nossa região amazônica, dentre outros.
Hhahahahahahaha! Sim, qualquer um que estude um pouquinho, saberá que a extensão territorial foi fundamental para o progresso dos Estados Unidos, não foi a única, pois em nenhum momento eu falei que foi a única, mas foi fundamental sim, ou será que os historiadores estão errados e só você está correto? E eu estou falando da super potência mundial, não de países pequenos que são apenas coadjuvantes (como Japão que sempre foi servo dos EUA) no cenário mundial. Salame vem falar de um Pará com território gigantesco inadministrável, então vejamos, A Inglaterra, superpotência dominadora do mundo antes dos EUA, conseguia administrar um vasto leque de territórios conquistados no mundo todo, em uma época em que a tecnologia era escassa, imaginem hoje com todo o aparato tecnológico, mas João Salame sente imensa dificuldade em governar um pedacinho de terra chamado Pará, sendo assim ele assume sua incompetência em administrar. Mas vocês, separatistas, tem o dom de defender corruptos (Lira Maia, João Salame, Asdrubal, Jader Barbalho, sim Jader Barbalho, pois ele tem muitos votos nas regiões separatista e no plebiscito ficou em cima do muro). E o outro aí em baixo vem dizer que o melhor para nós seria termos mais políticos nos representando, faça-me o favor!
Neste mundo……. aparece cada Robert ou Roberto. Esse exemplo é de uma falta conhecimento do tamanho da arrogância desse tucano. Mas diria minha tia que até para ser arrogante precisamos de um mínimo conhecimento de cartilha do ABC. Só Deus e quem conhece um pouquinho a história, mesmo que seja a estadunidense, sabe a custa de que os americanos conseguiram toda esse extensão territorial e mesmo assim em algumas regiões alguns indicadores sociais estão bem abaixo de países bem menores e que graça a Deus não são poderosas. Cuba por exemplo é um deles.
Se for falar da China, e o espírito do Cívita baixar direitinho no “Robert” vai ensina-lo que a região central da China, principalmente a montanhosa, tem gente que nunca viu uma TV preto e branco e ainda morre de frio e fome. Na Rússia, não vou nem sair de Moscou, nos arrabaldes o tucano verá como coisa por lá é Russa.
Não basta ser potência, ter PIB tal, “crescer” 7, 8, ou 9% (neste caso os EUA nem entra) e o resto?
Quando esses tucanos vão deixar de ser vira-latas?
Chico Corrêa
O modus-operandi se repete com exatidão na UFOPA, pela trica Seixas-Ximenes-Aldo Queiroz, este último o candidato da continuidade.