Jesus Cristo. Foto: Glenn Inocencio/Flickr
Folha de S. Paulo
Um fragmento de papiro com inscrições borradas conhecido como “Evangelho da Mulher de Jesus”, que causou estardalhaço quando revelado por uma historiadora da escola de teologia de Harvard em 2012, passou em um teste de autenticidade.
Em estudo publicado ontem, cientistas atestam que o papiro e a tinta são muito antigos, e não se trata de uma fraude moderna.
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O ceticismo em relação ao pequeno fragmento inscrito é grande, pois ele contém uma frase jamais vista em qualquer trecho das Escrituras: “Jesus disse a eles, Minha mulher…'”. Convenientemente, também, a inscrição continha as palavras “ela poderá ser minha discípula”, afirmação que inflamou o debate em algumas igrejas sobre se mulheres poderiam ser sacerdotisas cristãs.
O fragmento de papiro foi analisado agora por professores da Universidade Columbia, de Harvard e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Eles relatam que a peça se assemelha muito a outros papiros usados entre os séculos quarto e oitavo.
Leia mais em Papiro que menciona “mulher de Jesus” é autêntico, diz estudo.
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