
Santarém (PA) tem taxa de letalidade de 17,2%, quando se verifica o número de pessoas contaminadas por coronavírus e aquelas que vieram a óbito. É quase 3 vezes maior que a média brasileira.
Atualmente, conforme o Ministério da Saúde divulgou neste domingo (19), a taxa no país é de 6,4%.
De acordo com a Semsa (Secretaria Municipal de Saúde) de Santarém, o número de infectados pela covid-19 no município, até ontem, somava 29. Desse total, 5 resultaram em morte.
O total no país, também até neste domingo, chegou a 38.654 casos confirmados. Só últimas 24 horas foram 2.055 novas confirmações, segundo o Ministério da Saúde.
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O número de óbitos também aumentou. Agora são 2.462, representando uma taxa de letalidade da doença no Brasil de 6,4%.
Máscara: uso obrigatório
A partir desta segunda-feira começou a vigorar o decreto municipal, assinado pelo prefeito Nélio Aguiar (DEM no sábado (18), que torna obrigatório o uso de máscara de proteção facial para todas as pessoas que saírem de casa.
O decreto também prorrogou o toque de recolher, a vedação de realização de cultos, missas/eventos religiosos presenciais, além de antecipar as férias nas unidades escolares da rede municipal para o período entre 1º e 30 de maio deste ano.
A saúde do povo santareno já estava na UTI, quando o prefeito passou o hospital e upa, para IPG, ficamos numa situação lastimável, sem saber o que fazer, pessoas morrendo por falta de equipamentos e estrutura e condições precárias no hospital e upa, não temos direção alguma por parte da SEMSA, estão de olhos fechados para a Saúde dos Santarenos, postos de Saúde, centros de Saúde, upa e Próprio Hospital não tem credibilidade, não por parte dos profissionais, mais pela condições que esse profissionais trabalham e pelo sucatamentos dos servições de saúde prestados a nossa comunidade santarena, fica aninha indignação como santareno. nesse momento tão critico que o mundo esta vivendo, e o brasil e o nosso estado e a nossa cidade, quantos sararemos vão morrer por falta de condições, na área de saudê. precisamos da uma chacoalhada em quanto a ida a tempo, cade o conselho de saúde, prefeito, veiadores e órgãos que deveriam fiscaliza a fragilidade do nosso sistema de saúde no município de santarém.
A saúde do povo santareno já estava na UTI, quando o prefeito passou o hospital e upa, para IPG, ficamos numa situação lastimável, sem saber o que fazer, pessoas morrendo por falta de equipamentos e estrutura e condições precárias no hospital e upa, não temos direção alguma por parte da SEMSA, estão de olhos fechados para a Saúde dos Santarenos, postos de Saúde, centros de Saúde, upa e Próprio Hospital não tem credibilidade, não por parte dos profissionais, mais pela condições que esse profissionais trabalham e pelo sucatamentos dos servições de saúde prestados a nossa comunidade santarena, fica aninha indignação como santareno. nesse momento tão critico que o mundo esta vivendo, e o brasil e o nosso estado e a nossa cidade, quantos sararemos vão morrer por falta de condições, na área de saudê. precisamos da uma chacoalhada em quanto a ida a tempo, cade o conselho de saúde, prefeito, veiadores e órgãos que deveriam fiscaliza a fragilidade do nosso sistema de saúde no município de santarém.
É muita falta de responsabilidade da área da saúde, uma negligência total com a população, cadê o hospital de campanha?
De acordo com o boletim de ontem da Prefeitura, em Santarém há 29 casos confirmados, 35 em análise e 303 notificados/monitorados.
Logo, a solução da equação está no que a prefeitura de Santarém chama de notificados/monitorados, no total de 303!!!
Os números não refletem a realidade, pois os casos em Santarém estão vergonhosamente subnotificados. Ontem mesmo morreu um servidor público que procurou atendimento e disseram para ele que não era Covid-19 sem fazer qualquer tipo de exame. Esse não vai sequer virar estatística. E muitos outros casos de sintomas leves e assintomáticos que não foram testados. Santarém não está fazendo coleta e exames nos casos suspeitos cujos sintomas sejam leves!!