Com um decálogo daquilo que considera que precisa ser constituído como novos direitos ao humanismo no século XXI, o escritor e juiz federal do trabalho Océlio Morais acaba de lançar em Curitiba (PR) o seu mais novo livro: Humanismo …. E depois de ontem (Ensaio).
O escritor e jurista, nascido em Monte Alegre (PA), durante dois anos realizou uma pesquisa sobre as declarações de direitos do século XX, a partir do pensamento humanista do século XIX, e projeta o humanismo que interpreta ser o adequado aos problemas de inefetividade dos direitos humanos na sociedade informacional e tecnológica deste século.
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“Quais novos direitos seriam possíveis de colocar a dignidade humana no lugar prioritário na sociedade global? Esse é um dos problemas de estudo centrais do ensaio, que tem 116 páginas e conclui , no decálogo, formulando dentre outros direitos: todos os povos têm direito a um sistema global controle, segurança e cooperação contra a corrupção de qualquer natureza”, detalha o magistrado.
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“Todos os povos têm direito ao compartilhamento comum irrestrito dos sistemas comuns de controles a biotecnologia e da biotecnologia”.
Océlio de Jesus Carneiro Morais, que é fundador e o primeiro presidente da Academia Brasileira de Direito da Seguridade Social (ABDSS), esclarece que esse ensaio científico aponta que os ideologismos seccionistas são os grandes responsáveis pela destruição dos direitos humanos.

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