O diretor do Instituto Maestro Wilson Fonseca (IMWF), Agostinho Fonseca, não foi o único afastado do cargo por conta de denúncias de desvio de recursos públicos e que resultaram na semana passada na operação Primeira Arte, a 10ª da Perfuga.
O caso, sob segredo de Justiça, foi denunciado à 2ª Vara Criminal de Santarém pelo Ministério Público do Pará, através de 3 promotores: Luziana Dantas, Maria Raimunda Tavares e Bruno Fernandes Freitas.
As 5 pessoas da direção do IMWF denunciadas estão afastadas por 180 dias do cargo que ocupam e proibidas de:
— Contato com integrantes da banca sinfônica mantida pelo instituto;
— De ter acesso às dependências onde funciona o instituto;
— De retirar, emprestar, vender quaisquer instrumentos e/ou bens do instituto.
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Em entrevista à imprensa, Agostinho Fonseca negou as irregularidades e que vai repor a verdade dos fatos à Justiça.
Os afastados dos cargos foram:
— 1. José Agostinho da Fonseca
Cargo: Diretor do IMWF
— 2. Paulo Marcelo Pedroso Pereira
Cargo: Presidente da Associação Artístico Cultural Wilson Fonseca, a quem a Prefeitura de Santarém repassa recursos mensais na ordem de R$ 47,7 mil, para serem distribuídos como bolsas para integrantes do IMWF.
— 3. José Cândido Correa de Araújo
Cargo: Vice-presidente da Associação Artístico Cultural Wilson Fonseca.
— 4. Fátima Fonseca
Cargo: Secretária do IMWF.
— 5. Nilvanice Pereira Carneiro
CONTRAPONTO
Procurado pelo Blog do Jeso, Agostinho da Fonseca não se manifestou até o presente momento sobre o caso.
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Roubo coletivo, essa Paulo Marcelo Pedroso, é genro do Tinho. Essa prática já vem de muitos anos. Devem ser punidos e presos, para criarem vergonha na cara. Os integrantes da banda nunca ganharam um salário mínimo, e sim um certo valor x, exceto os monitores que ganhavam um valor a mais!!! Cadeia neles! Que instituto seja administrado pela prefeitura. Essa é a única solução.