Diretor do IMWF rebate críticas de leitor

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Diretor do IMWF (Instituto Maestro Wilson Fonseca), Agostinho Fonseca (foto) rebate, ponto a ponto, os argumentos do leitor Fernando Meireles no post Leitor critica Instituto Maestro Wilson Fonseca:

Agostinho Fonseca1 – O Instituto Maestro Wilson Fonseca foi criado por iniciativa do Governo do Estado do Pará como um polo da Fundação Carlos Gomes, quando então superintendente a Prof.ª Glória Caputo, através de convênio com a Prefeitura Municipal de Santarém e a Associação de Pais e Amigos da Escola de Música Maestro Wilson Fonseca para beneficiar a cultura santarena, em 1993.

Desde então vem cumprindo fielmente a sua função, tanto que já recebeu o Prêmio Mário de Andrade como reconhecimento do Ministério da Cultura pelos sua relevante importância e participação no cenário artístico cultural do Brasil. Além disso, seus frutos são inegavelmente comprovados não apenas na cidade de Santarém, como na região e até fora das fronteiras do Estado do Pará.

2 – A Bolsa de Estudo Cultura que a Orquestra Jovem Wilson Fonseca recebe, não é nenhum favor, mas sim o cumprimento de uma Lei Municipal, criada para dar apoio por reconhecimento de sua intensa participação na cultura local no desenvolvimento da arte e cultura. A Orquestra faz, em média, de mais de 100 (cem) apresentações públicas por ano, sendo a sua grande maioria atendendo a convites para participação nos mais variados eventos, sejam eles governamentais, militares, estudantis, desfiles, formaturas, cerimônias diversas, etc.

3 – Desde a sua fundação, o IMWF funciona nas dependências da Casa da Cultura como parte do acordo firmado entre o Governo do Estado do Pará, a quem o prédio pertence, e a Prefeitura Municipal de Santarém, que é a administradora dessa dependência.

4 – A contribuição mensal que o IMWF recebe de seus alunos, como você mesmo diz, É UMA CONTRIBUIÇÃO, e sendo assim NÃO É DE CARÁTER OBRIGATÓRIO! Quem não pode pagar, recebe os mesmo direitos, acessos, oportunidades e ensinos disponíveis no IMWF, ou seja, NÃO É UMA CONDIÇÃO PARA SER ALUNO DO IMWF. Vale ressaltar que cerca de 50% dos alunos não pagam essa contribuição, assim como os alunos de seus polos de extensão também não o pagam.

É importante dizer que o valor dessa contribuição é estipulado no ato da matrícula pelo aluno ou seu responsável legal, e que, se por algum motivo, o aluno não puder pagá-la, CONTINUARÁ TENDO OS MESMOS DIREITOS DE ESTUDO E OPORTUNIDADES NO IMWF. Ressaltamos que o IMWF possui instrumentos musicais e acessórios cedidos em comodato além de instrumentos adquiridos por doações ou compras através de promoções que realiza para esses fins, e que a sua manutenção é cara e se faz necessária, e que essa é uma fonte de renda para ajudar na manutenção desses instrumentos. Também é importante dizermos que parceria tanto com o Governo do Estado do Pará tanto com a Prefeitura Municipal de Santarém, não contempla a despesas de peças e reparo nesses instrumentos musicais, etc. Além do que, como toda instituição do gênero, o IMWF precisa de material de secretaria e didático para funcionar.

5 – Bem poderíamos fazer uma instituição auto sustentável, porém, se assim o fizéssemos, atenderíamos somente a uma pequena classe de público que tivesse renda suficiente para pagar seus próprios estudos, ou seja, estaríamos ELITIZANDO A CULTURA. Vale ressaltar que, através de parceria com o Poder Público, podemos oferecer e disponibilizar cursos de qualidade PARA TODOS, independentemente da capacidade de pagamento por parte dos alunos. E que muitos e muitos frutos já foram produzidos oriundos de famílias de baixa renda, e que hoje são profissionais da música, tanto como cantores, músicos instrumentos, regentes, professores, não apenas em nossa Terra Querida, mas na região e além das fronteiras do nosso Estado. Não pensamos só em oferecer ensino da Música, Dança e Teatro aos ricos, mas principalmente nos menos favorecidos. Para isso há a necessidade das parcerias.

6 – Não há nenhuma celeuma criada pela direção do IMWF. A direção do IMWF tem a obrigação de zelar pelo melhor funcionamento do IMWF para o bem de todos, inclusive da cultura local. A insatisfação não é só do diretor, mas do Instituto Maestro Wilson Fonseca e dos amigos da cultura santarena com relação ao que o senhor Secretário de Cultura Municipal falou publicamente em controvérsia com que o senhor Prefeito Municipal sempre nos falou, nos prometeu e nos garantiu.

7 – Dizer que o Instituto Maestro Wilson Fonseca está longe de ser uma instituição abandonada É DESCONHECER TOTALMENTE A NOSSA REALIDADE porque nossos professores vem trabalhando sem receber desde 2013. E vinham recebendo regularmente em todos os governos anteriores!

8 – Dizer que é muito egoismo da parte do IMWF criar alvoroço de nossa parte enquanto o IMWF recebe verba da Prefeitura, É TAMBÉM DESCONHECER TOTALMENTE A REALIDADE! A verba que o IMWF recebe, por intermédio de sua Associação, é fruto de uma Lei Municipal e é específica para pagamento de Bolsa de Estudo Cultural aos músicos da Orquestra Jovem Wilson Fonseca, e não para pagamento de professores que ministram aulas, atividade diferente dos músicos da Orquestra. Qual instituição consegue se manter com 18 professores sem receber seu salário? Ou você está achando que os R$15,00 (alguns contribuem somente com R$10,00) de contribuição por parte de cerca da metade dos alunos, seria suficiente para pagar os 18 professores que foram cortados? Sim, porque cerca de 50% dos alunos recebem bolsa de estudo por não terem condições de sequer contribuírem. E os que optam por contribuir, nem sempre podem honrar com seus compromissos regularmente, mas continuam a ter os mesmos direitos e acessos ao IMWF.

9 – Não somos contra nenhuma instituição cultural, seja no município ou fora dele, porém, entendo que cada gestor deve procurar gerencia-la, formar parcerias, buscar recursos de maneira que consiga atingir os resultados para as quais foram criadas. Não estamos pedindo nada além do que sempre tivemos em todos os governos passados, cuja história já ultrapassa os 20 anos. Não estamos pedindo aumento de folha de pagamento. Só estamos pedindo que a Prefeitura resgate o pagamento de nossos professores que desde 2013 continuam trabalhando por amor à nossa cultura santarena.

10 – Repito, temos uma Associação que tem uma diretoria própria, e como tal, tem lutado na busca de recursos através da iniciativas privadas. Como para isso precisamos de parcerias, bem que poderíamos contar com sua ajuda, também. Sinta-se bem-vindo! Não se trata de explorarmos ninguém, nem tampouco o Poder Público, mas bem sabemos que há verbas públicas que podem ser aplicadas nesse segmento em que o IMWF atua.

11 – A cultura santarena não é, nunca foi, e nem será feita só pela família Fonseca, mas negar a importância histórica da participação da família Fonseca no processo de formação, desenvolvimento, participação e valorização de nossa cultura é desconhecer totalmente a realidade dos fatos, é tentar apagar a história que aí está. Ou seria uma questão pessoal contra a família Fonseca? Nenhuma das verbas que estamos reivindicando são para benefício próprio da família Fonseca, mas sim para pagamento dos professores do Instituto Maestro Wilson Fonseca, na formação da cultura local, onde TODA A COMUNIDADE USUFRUI E SE BENEFICIA.

12 – Enquanto por um lado o senhor Prefeito Municipal diz que apoia o Instituto Maestro Wilson Fonseca e que é prioridade em seu governo – e acreditamos nisso – , o senhor Secretário de Cultura declara publicamente que o Instituto Maesto Wilson Fonseca não é prioridade de sua Secretaria e que o senhor Prefeito Municipal está equivocado.

13 – Conhecendo o senhor Prefeito Municipal, Alexandre Von, sabemos de sua sensibilidade cultural, inclusive que ele pertence também a uma família de grandes músicos como Joaqui Toscano, Expedito Toscano, Célia Von, Nélia Dias, Antônio Wanghon, temos a certeza de que ele dará o melhor encaminhamento e a melhor solução para atender às necessidades do Instituto Maestro Wilson Fonseca que tem como compromisso o desenvolvimento da cultura local, como o vem fazendo há 20 anos, com frutos de fácil comprovação, reconhecimento e inegáveis.


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22 Responses to Diretor do IMWF rebate críticas de leitor

  • Olha o melhor seria mesmo que chegassem a um acordo , a Prefeitura dá tanto e o Maestro se vira com o que tem. Tem crianças que dariam bons musicos e nao tem acesso ao Instituto , porque nem tem o que comer. Musica e cultura sao coisas muito boas , mais mais bom mesmo é crianças na escola…melhor a Prefeitura fazer primeiro pela escola , a musica a gente ve depois…NUma oportunidade estava eu na orla no dia de um grande evento , quando terminou de tocar a orquestra do maestro me diriji ate ele para pedir uma foto ja que nao moro aqui. Qual seria minha surpresa ao ver o destrato deste ser humano , sinceramente , nao sei nao se esta pessoa merece algum sacrifico da população…en nome de coisas boas pessoas fazem coisas muito estranhas…

  • Transcrevo dois artigos escritos pelo falecido Professor Wilde Fonseca, o conhecido maestro Dororó, irmão do maestro Isoca, ambos publicados no jornal O IMPACTO (para quem tem memória curta):

    UM RECADO PARA O ALEXANDRE

    Joaquim Toscano de Vasconcelos foi a maior expressão de Arte Cênica em Santarém, e dele o extinto “Teatro Vitória” mostrou magníficas interpretações, ao longo de muitos anos. Dele disse Graziela Martins Leal, esposa do grande prefeito Borges Leal, que se Joaquim Toscano tivesse vivido em grandes cidades, sua notoriedade como ator seria igual a de Procópio Ferreira, expressão máxima da arte cênica no Brasil. E, note-se, Graziela Leal foi educada na Inglaterra e só a força do destino a trouxe para Santarém, onde viveu muitos anos.
    Todo esse preâmbulo é para entrar no assunto a que me proponho nesta crônica.
    Alexandre é neto de Joaquim Toscano e está nas mãos dele resolver o assunto, pois creio que ele será o próximo Prefeito de Santarém: Restabelecer o prestígio da arte cênica em nossa cidade.
    Os grupos teatrais estão aí, trabalhando intensamente, mas não têm um teatro para mostrar o produto de seu trabalho. Diga-se, de passagem, que o palco da ‘Casa da Cultura’ não é um palco apropriado para ‘Teatro’, que requer outras dimensões e determinadas instalações em seu interior. O Palco da Casa da Cultura vem ‘quebrando o galho’, mas não é um palco para teatro, como não o é também a disposição da platéia.
    E imaginar que Santarém possuía um teatro no século XIX e parte do século XX e a incúria administrativa do Município de há alguns anos, deixou que ele se deteriorasse até desaparecer por completo!
    A atriz Fernanda Montenegro disse, em entrevista concedida à revista ‘VEJA’ que se pode avaliar o grau de cultura de uma cidade pelo número de teatros que possui.
    Santarém já teve e hoje não tem um teatro. Que decepcionante para uma cidade que se gaba de sua História e de sua Cultura.
    Temos várias Universidades, duas excelentes orquestras, grupos teatrais se debatendo em dificuldades, já tivemos um Maestro José Agostinho e um Wilson Fonseca, e afortunadamente ainda temos Sebastião Tapajós, mas… não temos um Teatro.
    Há dias, encontramo-nos, Sebastião Tapajós e eu, na Secretaria Municipal de Educação e o assunto que veio à tona foi… que estávamos no prédio onde antes havia um teatro, o Teatro Vitória. Achamos que ‘restaurar’ o Vitória ali mesmo seria impraticável, mas vimos que ali bem próximo havia um prédio municipal em excelente localização para a construção de um amplo teatro, ali onde funciona precariamente o Mercado Modelo, que hoje já perdeu quase toda a sua finalidade.
    Ampliá-lo para um teatro? Não! Aproveitar apenas o espaço para a construção de um teatro de verdade. O ponto é excelente, fazendo frente para a bela Orla Fluvial’, onde há abundante espaço para estacionamento de veículos e ainda ‘mostrando de cara’, logo de saída, aos muitos turistas que chegam de navio, que somos civilizados, pois temos um Teatro.
    Alexandre, neto de Joaquim Toscano, pense nisto!
    Ih! Só agora me dei conta de que quebrei o sigilo do meu voto!

    Jornal “O Impacto” on line – Santarém-Pará, 6 / 2 / 2004 • Ano 8, Edição nº 480 •

    AINDA AS ELEIÇÕES

    Nunca fui muito afeito à política partidária, limitando-me apenas a observar os políticos, como eles se conduzem para então fazer minhas opções em tempos de eleição, minha escolha recaindo sempre em nome de CANDIDATOS e não de PARTIDOS. Pouco me importa a que partido pertencem ou quem os apoiou. De concreto temos agora Lira Maia no Congresso Nacional, e Alexandre Von, Carlos Martins e Antônio Rocha na Assembléia Legislativa do Estado. Almir Gabriel nunca gostou de Santarém e ao tempo em que era Governador do Estado discriminou muito Lira Maia, que era o Prefeito de Santarém, muito embora eles estejam do mesmo lado agora. Coisa da Política.
    Agora, para o 2º turno, eu separo as coisas: Não pretendo “bisar” o Presidente da República, mas quero Odair Correa como Vice-Governador do Estado.
    Não me importando a que partido eles pertençam, acho, no meu entender, que Santarém estará politicamente bem representada se tivermos (e em parte já o temos) Lira Maia, Alexandre Von, Carlos Martins, Antônio Rocha e… Odair Correa, este um batalhador incansável há anos, pela causa da criação do Estado do Tapajós.
    Meu sobrinho e afilhado, Dr. Vicente Malheiros da Fonseca, em artigo assinado no Jornal “O Impacto” de 6 do corrente, me fez lembrar que já escrevi uma crônica especialmente endereçada a Alexandre Von, que se presumia, seria eleito Deputado Federal nas eleições anteriores à atual. Inexplicavelmente não o foi, a despeito da volumosa votação que recebeu, enquanto outros candidatos foram eleitos com inexpressiva votação. Mais uma vez, repito, coisas da política, que leva em consideração não tanto o nome do CANDIDATO, mas o do PARTIDO a que ele pertence.
    O tempo passou, e agora temos representatividade na Assembléia Legislativa, no Congresso e, quem sabe? Na vice-governança do Estado, quando então estaremos, parodiando o dito popular, “com a faca e o queijo nas mãos”.
    Aí, volto a fazer ao Alexandre os meus pedidos em “Crônicas” de 19.04.02 e 6.02.04: consiga meios para construir-se um Teatro em Santarém, cujo nome sugerido foi o de “Teatro Maestro Wilson Fonseca”, tal como em Belém o “Teatro Maestro Waldemar Henrique”.

    Jornal “O Impacto” – on line – edição nº 607, Ano 10, 14.10.2006 (Santarém-Pará)

    Senhor Prefeito Alexandre Von, os apelos do maestro Dororó ainda permanecem atuais. Queira se dignar de cultivar e respeitar a memória desse grande mestre santareno.

  • Sou professora no Instituto Maestro Wilson Fonseca e aluna desde sua fundação em 1993, há quase 21 anos, e mais que isso, conhecedora das dificuldades que as escolas de Música, Dança e Teatro deste Instituto enfrentam, bem como sua grande contribuição para a cultura de Santarém ao longo desses anos. Posso afirmar que a cultura em Santarém de um modo geral, principalmente no que tange a Música, tem florescido nas últimas duas décadas, desde a implantação deste pólo idealizado pelo projeto de interiorização da Fundação Carlos Gomes. Foi a partir desta visão do governo do estado em parceria com o governo municipal que muitas outras alternativas do fazer musical e cultural passaram a fazer parte do currículo cultural de Santarém, como o Curso de Licenciatura Plena em Educação Artística- Habilitação em Música pela Universidade do Estado do Pará- UEPA, a prática da Educação Musical nas escolas, empresas, igrejas, dentre muitos outros projetos. Este Instituto é de grande relevância para a construção do patrimônio cultural de Santarém. É com base nesta afirmação que apoio a resposta do maestro TINHO ao leitor Fernando Meireles, haja vista que suas declarações caracterizam críticas pessoais, e não dispõe de verdade. O governo municipal não quer priorizar o maior trabalho social e de qualidade que existe em Santarém.

  • Lamentável, lamentável…
    Fiquei chocado quando o Nato Aguiar aceitou fazer parte do governo do Von. Acho que se meteu numa armadilha da qual vai sair com o currículo sujo. Uma pena.
    Não consegui achar na pesquisa que fiz, mas (se não estou enganado) me lembro de ter lido aqui, no Blog do Jeso, um artigo de um membro do clã Fonseca, em que o autor elogiava Alexandre Von e dava apoio a sua candidatura.
    Que ingratidão do Von!

  • Em primeiro lugar, rendo e me curvo ao Tinho, ele sim faz algo de extraordinário.

    Celson, no post do Valber o Chico Correa sugere o mesmo, um movimento de arrecadação financeira. Apoio totalmente.

    Abs e Somos Todos Instituto Maestro Wilson Fonseca!

  • O Instituto Wilson Fonseca deu subsídios para famílias que não tinham acesso a cultura, como a música, dança e teatro e hoje independente da classe, cor ou religião atende a todos só com um objetivo, o de educar através da arte, uma das mais ricas que o nosso país possui. O Pará tem uma referência na música brasileira. O maestro Wilson Fonseca poderia muito bem ter feito obras mundo a fora. Mas não na sua humildade e simplicidade escolheu divulgar essa pérola do Tapajós para o mundo através de suas composições e músicas. Fora o hino da cidade e de muitas escolas que são referências nesta cidade que o mesmo contribuiu. Enfim, esses críticos no mínimo devem apresentar uma solução melhor ou mais argumentativa! Veracidade é muito importante antes de expor suas ideias e pensamentos.

  • O mais triste em torno dessa atitude do Prefeito é que verba pra carnaval, torneio de futebol, çairé, quadrilhas juninas etc. nunca faltou, também pudera, tem muita gente mamando nessas “associações culturais”. O desprezo do secretário talvez seja porque o IMWF não faz o gosto do “povão” que adora festas de aparelhagem e assemelhados.

    abs

  • Fufufufufufu… Eu não imaginava que o Von iria agir com tanto descaso em Santarém…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. É só votar nele na próxima eleição….

  • Quanto é o valor da folha que a PMS pagava aos professores do IMWF? será que é bem maior que a folha de pagamento da Nova Secretaria dos “engenheiros (as) amigos do VON O BOM?????

    1. vc nao sabe de nada cara , a queixa nao é contra o prefeito e sim contra o secretario de cultura o nato aguiar , se informa primeiro antes de abrir a bocona e deixar sair palhaçadas…

  • Jeso, bom dia.

    E se abríssemos um movimento para arrecadar verba para o instituto, através de doações? Acredito que a sociedade tem o potencial de se manifestar e ajudar a garantir a manutenção do Instituto. Cultura é vida, nossa região é rica em bons músicos, temos que ajudar a manter e expandir essa chama.
    É algo que eu adoraria ter tido a chance de fazer: estudar música desde criança! Não podemos deixar que nossos futuros artistas sejam privados dessa oportunidade.

    Vamos tentar uma campanha de arrecadação?

    Abraço,
    Celson

  • Maestro Agostinho, sou testemunha viva da sua luta em manter o Instituto. Fiquei indignado com as declarações do Sr. Fernando Meireles que mostrou total desconhecimento sobre a realidade dos fatos. Com relação ao prefeito Alexandre Von, muito me admira ele tratar dessa forma um instituto que já formou vários profissionais competentes e que hoje são exemplos de cidadãos. Com relação ao secretário Nato Aguiar, acho que ele (como artista) deveria rever a sua posição com relação ao instituto e ter a dignidade de se retratar. Me solidarizo com instituto e me coloco a disposição para ajudar no que for possível. Um abraço fraterno……

  • Apoio o Instituto Maestro Wilson Fonseca na sua totalidade, pois a grandeza desse Instituto é merecedora de mais e mais apoios. O trabalho que o Tinho realiza é de excelência. Eu admiro muito.

    1. Manos João Guilherme, Anderson, Sávio e Celsão Lima:

      Assino embaixo de cada letra. Acho que precisamos fazer algo, publicamente, na perspectiva de fortalecimento do Instituto Maestro Wilson Fonseca. A ideia do Celsão de abrir uma campanha de doações seria um bom começo.

      Contem comigo, manos! Beijos nos corações,

      Samuca

      1. Samuca, Anderson, Sávio, Celsão, ……
        Correto.
        Vamos abrir uma campanha de doações. Vamos ajudar IMWF.
        Contem comigo, também.

        1. Amigos, a minha contribuição e de amigos é garantida… A coisa pode acontecer de dois modos: 1) Um dos diretores do IMWF toma a dianteira e cria um site de arrecadação ou disponibiliza uma conta da instituição par fazermos os depósitos. 2) Criamos uma instituição, como, por exemplo, “Amigos do IMWF” e, por meio dela, ficamos arrecadando fundos para destinar à instituição. A segunda opção é, sem dúvida, a mais sensata, primeiro, para evitarmos acusações levianas contra a instituição, segundo, porque esta campanha não pode ser coisa de momento, dado que o Instituto precisa se manter ao longo do tempo, manter ou, mesmo, elevar ainda mais os investimentos em seus projetos. O problema é alguém com tempo para tomar a dianteira e ficar à frente. Neste momento, eu estou com o tempo exaurido… Alguém se propõe?
          Abraços,
          Válber Almeida

  • Maestro Agostinho Fonseca.
    Parabéns.
    Continue seu trabalho. Sabemos que não conseguimos agradar a todos. O importante é que o bom trabalho permanece e floresce e o “tempo” é o melhor Juiz.

  • deixemos de “flu flu” o gestor mumicipal eh o Alexandre. Os secretarios incluindo
    o da cultura e excluindo semtras, somente investem aonde ele detetmina……
    Eh o momento Maestro de Desapegar. ..voce e seus irmaos tem capacidade p
    e muita p isso. Sucesso….

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