
A operação Magarefe, deflagrada no ano passado pela Polícia Civil em Juruti, oeste do Pará, só irá avançar se uma peça-chave for ouvida em depoimento pelo delegado Jair Assunção: Agostinho Guimarães.
O ex-titular da Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento, um dos primeiros a deixar a gestão do prefeito Henrique Costa (PT), é uma espécie de caixa-preta do esquema.
Sabe, como poucos, o modus operandi da engrenagem criminosa, que drenava dinheiro público para bolsos privados.
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E não era dinheiro pouco não.
O matadouro movimentava cerca de R$ 9 milhões/ano, com abate duas vezes na semana de, em média, 75 reses/dia, segundo uma fonte ouvida pelo portal Jeso Carneiro.
Agostinho Guimarães deixou o governo antes do escândalo estourar.
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Esse agostinho Guimarães o atende o chefe dele.. O Gerdeonor… como será que Agostinho Guimarães teria conseguido durante a estadia dele na ACORJUVE, lancha, posto de gasolina…