
O advogado Nivaldo Martins Reis Júnior teve uma das passagens mais meteóricas na história do primeiro escalão da Prefeitura de Juruti (PA). E por isso, no rastro de sua exoneração do cargo, subiu uma poeira de especulações na cidade.
Ele ocupou a chefia da Unidade Central de Controle Interno, vinculado ao Gabinete da Prefeita e que tem status de secretário, míseros 36 dias.
Foi admitido 19 dias após a posse da prefeita Lucídia Batista (MDB), em janeiro. E exonerado no mês seguinte – dia 24. Deixou para trás um salário nada desprezível de R$ 7,5 mil. Só R$ 500 a menos do que ganha, por exemplo, o procurador geral de Santarém (R$ 8 mil).
Nada verdade, Nivaldo Júnior pediu para sair.
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Por isso, provocou a tal nuvem de rumores que cobrem os céus de Juruti desde então. Um desses rumores dá conta que o advogado teria se recusado a ultrapassar a linha ética do seu exercício profissional no tocante a licitações do tipo chave de cadeia.
Diante da recusa, foi punido com a exoneração.
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Coincidência ou não, no dia seguinte à saída do advogado, o promotor de Justiça de Juruti, Thiago Sanandres, começou a emparedar o governo. Em recomendação endereçada à Lucídia Batista – leia a íntegra abaixo – mapeou a farra de processos licitatórios com odor de peixe podre e em curso na gestão da emedebista.
Larissa Marques Barbosa, advogada, é quem, desde a exoneração de Nivaldo Júnior, está à frente agora do Controle Interno.
E nem por isso a poeira baixou.
Recomendação do MPPA – licitações em Juruti by Blog do Jeso on Scribd
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Jeso, depois não adianta chorar….