Do sociólogo Tibério Alloggio (foto), sobre o post Decisão com indícios de golpe:
João Salame é hoje a maior liderança política separatista do Estado do Pará.
Nada a ver com os nossos políticos almofadinhas e traíras aqui de Santarém.
Um leão que desbancou a turma Jaténica lá em Marabá.
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João Salame elegeu-se deputado e sucessivamente prefeito de Marabá
Um vencedor!
Derrotado pelo povo e puto da vida, agora o Parazinho quer humilhá-lo. Querem pendurar no seu colo o selo de “corrupto”.
Não conseguem ganhar no voto e tentam pelo tapetão.
Por isso, está sendo perseguido pela turma do “Golpe de Estado do Direito” por ter comprado gasolina numa carreata ainda na sua campanha vitoriosa para deputado. 18 requisições de 10 litros de combustíveis para a realização de uma carreata.
Um absurdo, pois nem prática ilegal isso é considerado pela justiça.
Vão apanhar de novo!
Agradeço as manifestações generosas de solidariedade dos irmãos do Tapajós. Hoje estou sendo vítima de um complô montado a partir do Palácio dos Despachos, uma máquina azeitada para mentir e perseguir. Se Almir Gabriel tinha seus defeitos, seu pupilo acrescentou degenerações, pois ao contrário do seu criador prima pela preguiça e pelo acentuado caráter de perseguição que a cada processo se desnuda.
O Pará ainda está longe de viver ares republicanos. Essa é uma batalha que ainda está sendo travada. Sob o discurso demagógico de que “O Pará está acima de todos os partidos”, o atual governador acentua o uso da máquina pra massacrar seus adversários. Acho que a interpretação correta dessa frase que ele reverbera deve ser acabar com todos os partidos, inclusive com o seu, onde Flexa Ribeiro, Mário Couto e Nilson Pinto tem poder de decisão pífio ou quase nenhum.
Topei enfrentar essa casta desde a época do plebiscito e a cada dia me sinto orgulhoso pelo que fiz. Fui às lágrimas ao receber o título de cidadão santareno e perceber o sincero sentimento de gratidão do povo desta bela terra naquele dia por ter colocado meus préstimos à disposição da sua bela causa.
No bom estilo implantado pelos tucanos no Estado, o Robert diz que me envolvi no escândalo da Alepa e assinei cheques em branco. Ele errou de nome: o deputado acusado de ter assinado cheques em branco é um tucano de alta plumagem. Eu, fui vice-presidente da Alepa e nesse período, num regime presidencialista, não assinei um documento sequer, não assumi a presidência por um dia sequer. E, registre-se, fui o único deputado que à época fazia parte da base de apoio do governo a assinar a CPI da Alepa.
Agora, montaram novo circo. Não há crime algum no meu processo, conforme atestou o juiz federal Ruy Dias em seu voto. Diversas aberrações jurídicas constam do processo onde a lei foi estuprada para atender os interesses dos atuais inquilinos do Palácio dos Despachos. Mas a verdade não tardará a aparecer. Confio na Justiça e na decisão do TSE.
Por último sai do PPS, que se tornou sócio menor dessa confraria que vilipendia o povo paraense. Assumi a presidência estadual do Pros, para o qual foram o deputado federal Dudimar Paxiuba, os estaduais Chico da Pesca e Raimundo Belo e mais de 100 vereadores. Vamos fazer dessa organização partidária uma trincheira em defesa da democracia e de um Pará mais republicano, desenvolvido e justo.
Quanto a mim continuarei a peregrinação política para que todos compreendam que foi um erro não promovermos a divisão territorial desse continente inadministrável. Um forte abraço aos amigos do tapajós
Do blog da Franssinete:
“Um enredo que fere de morte a cidadania
A gravação de uma conversa entre o prefeito cassado de Marabá, João Salame(PROS), e o ex-prefeito de Marituba, Antônio Armando(PSDB), na qual é dito com clareza solar por Antônio Armando, diversas vezes, que ele é acostumado a intermediar o pagamento de propinas a membros do TRE-PA, e que já evitou cassações, cobre de vergonha a Justiça Eleitoral paraense.
Antonio Armando cita com todas as letras o nome da juíza Ezilda Pastana Mutran, circunstanciando seu histórico em Marabá, o que não deixa margem a dúvida quanto a quem se trata. Conta que presenteou a magistrada com um carro, que providenciou o cargo de assessor do governador Simão Jatene para seu marido, que acertou com ela R$300 mil e que estavam garantidos os votos dela e de mais três juízes do TRE, “os dois do PT inclusive”, mencionando a juíza “Eva”( a única com esse nome no TRE é Eva do Amaral Coelho) e o juiz federal “Ruy”( no TRE atua o juiz federal Ruy Dias de Souza Filho), que teria embolsado R$500 mil. Antonio Armando ainda afirma que, se Salame quiser, o advogado Sábato Rosseti “vai pra cima” do juiz federal, que já fez isso várias vezes. O ex-prefeito de Belém, Duciomar Costa(PTB) aparece com destaque na gravação. Segundo Antonio Armando, suas espantosas absolvições teriam custado R$ 800 mil, em valores da época. E cita o advogado Sábato Rosseti como envolvido em todas essas negociatas.
Os 11 minutos da gravação dão náuseas. Antonio Armando diz que só não assumiu a prefeitura de Marituba porque não lhe deram um recado do juiz “Holanda”. E no TRE só há um juiz com esse nome: é o desembargador Raimundo Holanda Reis, vice-presidente e corregedor da Corte. Fala que o candidato Mário Filho teria prometido R$ 150 mil mas que pagou só R$ 80 mil, e que o filho do magistrado é que teria lhe contado o cano levado pelo pai(!).
A gravação foi entregue ao presidente do TRE-PA, desembargador Leonardo de Noronha Tavares, por Inocêncio Coelho, advogado de João Salame (ele foi julgado e cassado na terça-feira, 5, acusado de compra de votos na eleição de 2010, por três votos a dois). A pedido do TRE-PA, o MPF requisitou à Polícia Federal abertura de inquérito, que está em segredo de justiça.
A coisa está fedendo. A Advocacia-Geral da União vai interpelar judicialmente Antônio Armando para que confirme as gravíssimas afirmações. Se Antonio Armando confirmar e provar o que disse, será um escândalo internacional. Caso recue, ficará vulnerável a vários processos por injúria, calúnia e difamação, além de danos morais aos magistrados citados.
Não se tem notícia de alguma providência do Tribunal de Ética da OAB-PA quanto à conduta do advogado Sábato Rosseti.
O mais grave é que políticos de várias colorações sussurram ao pé do ouvido que há muitas outras gravações do tipo, que podem vir à tona a qualquer tempo.
Ouçam a gravação aqui. Pesquei do blog A Perereca da Vizinha, da jornalista Ana Célia Pinheiro. “
Jeso o negócio aqui no parazinho está fervendo:
Ouça áudio em que políticos falam de propina
Quinta-Feira, 07/11/2013, 21:44:57 – Atualizado em 08/11/2013, 12:30:12 2 cometário
Uma gravação com onze minutos de duração denuncia o pagamento de propina a membros do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para obtenção de resultados favoráveis em processo de cassação de mandato. Na conversa que vazou na internet, o ex-prefeito de Marituba, Antônio Armando Castro, e o prefeito de Marabá, João Salame Neto, conversam sobre a possibilidade de pagar membros do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), para obter resultados favoráveis em processos de cassação.
Ouça aqui o áudio
O TRE pediu investigação sobre a gravação dos políticos no último mês. Durante a conversa, Antônio Armando afirma diversas vezes ter intermediado o pagamento de propinas a membros do Tribunal, conseguindo, segundo ele, evitar cassações de outros políticos.
(DOL)
João Salame caminha para ser governador do Pará com a grande obra que ele realiza em Marabá. Então, antes que isto aconteça, a elite podre e corrupta do Pará, que apoia incondicionalmente os tucanos, decidiu jogar lama nele. É o resumo da ópera.
Tibério,
Quem sabe Robert pattinson, o ator corno da Imebecil Saga Crepusculo. Depois de levar um chifre da namorada em cadeia mundial, ele ainda pensa que é vampiro e quer nosso sangue!
Há…Salame nele!
Telma
É impressionante a capacidade dessa telma amazonas de escrever asneiras, mas diferente dela, a grande maioria da população do OESTE DO PARÁ, não estão mais nem aí pra estas baboseiras, e ela (telma amazonas) vai morrer e nunca vai ver existir esse absurdo chamado estado do tapajós e em homenagem ao seu sobrenome, ela bem que poderia se mudar pro Estado vinho, pois lá seria bem tratada, hahahaha!
Precisamos honrar o sangue dos cabanos!
É hora de aproveitar a onda de manifestações pelo Brasil e mostrar nossa insatisfação, precisamos nos posicionar, sul e oeste do estado e tomarmos medidas mais enérgicas, contra a elite colonizadora, que ora domina os incertos rumos de um estado falido. Se os nossos representantes não tem ouvido o som dos nossos gritos de dor, precisamos nos unir e nos manifestar de maneira mais radical, afim de que, tenhamos nossas demandas reprimidas durante muito tempo pelos palacianos da capital e aqueles que daqui lá chegam, se vislumbram com o poder e esquecem de quem o carregou até lá, deixando os mesmos decepcionados e desacreditados.
O Carajás tem lideranças coesas e articuladas e conta com dois linha de frente audaciosos e intransigentes na defesa do interesse de seus regionais, que reconhecem seus esforços e os elegem e reelegem a cada pleito, pois sentem que eatão cumprindo bem o seu papel em representá-los. Falo de Giovani Queiroz, principal articulador do plebiscito, e, que graças à sua ascensão à liderança de seu partido o PDT, condicionou o seu apoio ao presidente Michel Temer e Marco Maia, apenas em aprovarem o plebiscito do Tapajós e Carajás e que não descansou enquanto não aprovou, sou testemunha ocular disso. O deputado Salame despensa comentários
foi forjado na revolta e fez bonito na defesa dos interesses de seus regionais, protagonizou um dos mais emocionantes e embasados discursos, respaldados em números e na realidade dos regionais insatisfeitos com a situação de seu povo, que vive oprimido à séculos, pela classe dominante e opressora das elites da capital, que comandam e influenciam orgãos à nos oprimirem. Fomos covardemente ignorados e privaram nosso direito de seguir nossos rumos de forma covarde. Vale ressaltar que tanto Giovani, quanto Salame, abdicaram de cargos no estado e romperam com o ditador, digo falastrão governador, em protesto ao enforcamento do nosso maior sonho. E os daqui o que fizeram?….
O governador que aí está que poderia ter respeitado o nosso direito democrático e respeitar a nossa vontade de seguir nosso destino, preferiu usar artifícios faraonicos para nos manter presos e trabalhando para sustentar os manjares dos palacianos.
E o Oeste tem quem pra defender os nossos interesses? Quem se habilita à ser um moisés e libertar o povo sofrido de nossa região? Só uma intervenção divina, pois o que aí estão, só nos decepcionam, vendendo o nosso sonho de liberdade, por alguns manjares (cargos) mantidos pelos recursos de um povo oprimido.
Nós estamos a deriva e sem timoneiro, à espera de um milagre.
Ridículo.
Ué, não entendi o vão apanhar de novo, quem foi mesmo que apanhou no plebiscito? E quem tá apanhando novamente hoje? Independente se João Salame conseguir reverter essa decisão, o nome dele já tá sujo, aliais já estava quando o seu nome apareceu vinculado ao escândalo dos cheques em branco da ALEPA, pois naquele momento ele sendo deputado e secretário, os famigerados cheques também passavam por suas mãos, sua sorte neste último contexto, foi devido a pouca divulgação do seu nome, mas ele estava lá. É engraçado como os fins justificam os meios, estão defendendo fervorosamente um corrupto, assim como transformaram o Lira Maia em GRANDE HERÓI durante a campanha do plebiscito, vai entender!
Robert…. Civita ?
QUA…QUA…QUA….
Ainda vai ter que engolir muito Salame !!!
Tiberio Alloggio
Este meu comentário será um pouco também um desabafo.
O Pará está vivendo o momento político mais delicado desde a ditadura militar. Jamais tanto poder esteve concentrado nas mãos de um grupo tão pequeno de pessoas. O modus operandi do PSDB sempre foi o autoritarismo, a enganação e a truculência, mas neste momento em que a prefeitura da capital, das duas cidades mais importantes depois da capital -Santarém e Ananindeua- além do governo do estado estão nas mãos de um único partido, este modus operandi tomou dimensões monstruosas, tirânicas. Some-se a isso a total cooptação política do Ministério Público Estadual, que deveria zelar por princípios e direitos fundamentais, mas tem se comportado exatamente de modo oposto, como evidencia o seu comportamento perante a greve dos servidores da educação do estado. O seu papel de fiscalizador está sendo deixado de lado para exercer um papel repressor e policiador. Na mesma direção, a abusiva decisão da juíza Rosana Bastos contra a greve dos trabalhadores em educação do estado e, agora, esta decisão da justiça eleitoral parecem evidenciar que os tentáculos do Jatene e companhia podem já ter apodrecido politicamente outras instâncias do judiciário da província. Tudo isso está resultando em saldos extremamente negativos para a sociedade. É absolutamente impossível o diálogo entre estes governos e a sociedade civil, porque eles estão fechados em si mesmos, não ouvem e, assim, não atendem a lógica e as necessidades da sociedade. Através de posturas profundamente paroquiais, impõem sua agenda, seus interesses e decisões a qualquer custo. Usam os meios de comunicação oficiais -que aqui na capital são a FUNTELPA, através da rádio e TV Cultura, e as Organizações Rômulo Maiorana (ORM) que controla o conglomerado de rádios, jornais e Tvs do grupo Liberal- para enganar a população, ludibriar desinformados e fazer propaganda enganosa. Aliás, quem manda de fato na FUNTELPA todos sabem que são os Maiorana, pois o presidente da Fundação é um títere dos Maiorana, o pedante Ney Messias, sobre o qual recaem suspeitas oceânicas de corrupção: foi ele o principal artífice do imoralíssimo convênio pelo qual a FUNTELPA pagava ao Grupo Liberal pelo uso que este fazia das torres de retransmissão da Fundação no interior do estado durante o governo do Almir Gabriel. É uma relação totalmente promíscua entre o governo do estado e o conglomerado midiático dos Maiorana, o que se estende ao governo da capital e aliados em geral. Os governantes estão totalmente acobertados pela imprensa comprada e pelo judiciário cooptado, o que lhes proporciona um mar de tranquilidade para perseguir opositores, criminalizar movimentos sociais e grevistas, administrar dentro de margens morais super lassas, com seus compadres, suas comadres, seus parentes, amigos, amantes, apadrinhados e parasitas sociais em geral. A coisa pública no Pará, simplesmente, apodreceu e está em estado de franca decomposição. As greves que estão paralisando toda a administração pública, a violência descontrolada e as manifestações e passeatas de trabalhadores e da população quase diárias na capital evidenciam um mergulho no caos. É evidente que os trabalhadores concursados e qualificados da administração pública não podem aceitar ganhar mixarias por tanto trabalho que fazem, quando percebem que os cargos DAS não param de crescer e os gordos salários que estes estão ganhando para não fazer absolutamente nada além de puxar saco de políticos inescrupulosos. É horripilante ver a cúpula da administração, do judiciário e do legislativo estadual e municipal, além de dondocas e playboys desfilarem com carro do ano e de luxo, roupa de grife, um monte de quinquilharias fúteis, mas caríssimas, tudo custeado com dinheiro que ganham dos seus cargos comissionados nos quais chegam a receber mais de 20 mil por mês, e tudo isso para não fazer nada, ou fazer o mínimo, enquanto os trabalhadores que carregam nas costas a administração e os serviços públicos estão passando, literalmente, necessidade com os salários de pobreza que recebem. Há uma ebulição social em andamento na capital e no estado, e o governo não atenta para isso, acredita que a força bruta vai ser capaz de conter situações mais limites–apesar de não estar conseguindo conter, como mostra a violência sem controle e os protestos crescentes. Parece que ele conta, como último recurso, com a disposição e coragem de mandar massacrar algumas dezenas de pessoas, a fim de entrar para a história como algo ainda pior do que seu padrinho e mestre Almir Gabriel.
Certíssimo o seu desabado Válber, o Pará está nas mão de uma corja que domina, infelizmente, seus principais colégios eleitorais. Como São Paulo que há mais de 20 anos é dominado por essa corja e que só se ver é escândalos e roubalheira explicita como jamais visto na historia deste País. Lá, felizmente perderam a capital e não foi preciso muito trabalho para desbaratar uma quadrilha que até o momento roubaram mais de 500 milhões de reais dos cofres do município. Lá, Padilha neles, aqui, Salame neles.
Chico Corrêa
PS: Salame precisa sair do PPS, vá para o PC do B!
Chico, o Salame, salvo engano, deixou o PPS e ingressou no Pros.
Caro Chico, o Jeso está correto, o Salame ingressou no PROS. O PPS está nas mãos de um notório inimigo da causa separatista no Pará, o Arnaldo Jordy, que eu tive o prazer de derrotar num debate na Faculdade ESAMAZ durante o período da campanha pela divisão. O PCdoB no estado reproduz a mesma postura reacionária. Por isso, ele resolveu entrar, estrategicamente, no PROS que, sob seu comando, adotará a linha separatista de atuação política no estado.
Falou e disse, Tibério.