Do leitor que se assina Paulo, sobre o mais recente artigo de Evaldo Viana, Estado do Tapajós já nasce independente:
Senhores,
Ficar no embate é interessante e democrático. As considerações do IPEA e as réplicas nos conduzem a refletir que rumo tomar.
Sou a favor da criação dos novos Estados. Para tanto, devemos usar estratégias e intenções estratégicas, afinal, o cronômetro já foi acionado.
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A intenção de confundir os eleitores da RMB – Região Metropolitana de Belém deverá ser prioridade nas regiões separatistas. Usemos a estratégia como truque para convencê-los que os “primos pobres” (segundo o IPEA) serão banidos da presença incômoda.
Depois da vitória, a prioridade será “correr” atrás da independência financeira.
Espero que nossos líderes tenham essas estratégias para utilização na hora e momento certo.
Cansei de pagar IPVA para que os belenenses não tenham que desviar de buracos.
Engraçado: eu pago tanto IPVA mas não consigo desviar meu carro do porrilhão de buracos que existem nas ruas de Belém. Quero que o Paulo me ensine como é que faz pra gente não ter que desviar dos buracos que o Dudu deixa proliferar feito erva daninha nas ruas da capital. Pelo visto, o “x” da questão não é dividir o Pará; é botar pra correr todos esses políticos carcomidos, corruptos e incompetentes que infestam Belém, o Oeste, o Sul, o Nordeste, enfim, de todos os quadrantes do Estado. É isso.
O forte interesse das elites de Belém está vedando seus olhos para uma questão interessante e muito preocupante.
Sua saga na manutenção do grande Pará começa a gerar na mídia nacional o acirramento do preconceito contra o Estado e ainda por cima uma grande propaganda antipará. Em quase todos os noticiários nacionais aparece aquele velho discurso dos tablóides belenenses de que são regiões pobres, violentas, sem estrutura, sem identidade cultural e tudo mais.
Eles não estão se dando conta de que estas notícias implantadas nos periódicos nacionais estão transformando o próprio Pará em um Estado onde não vale apena investimento de grandes empresas e até mesmo irá prejudicar o turismo!
Será que eles não conseguem entender que os noticiários podres sobre o Pará só irá prejudicar os paraenses? Qual turista vai querer conhecer um Estado pobre? De povo sem educação?
Qual empresário irá querer investir em um Estado miserável? Dominado por politiqueiros? Dominado por fazendeiros que defendem suas terras a mão de ferro?
Infelizmente são estas as impressões que a imprensa de Belém está passando para o Brasil sobre nossa gente, nossa economia, nossa terra…
“Depois da vitória, a prioridade será “correr” atrás da independência financeira.” = em outras palavras, a criação de Tapajós será como um casamento arranjado, onde as pessoas primeiro oficiliazam algo de direito para depois tentarem se amar. Aí eu pergunto: e se não conseguirem?
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“A intenção de confundir os eleitores da RMB – Região Metropolitana de Belém deverá ser prioridade nas regiões separatistas. Usemos a estratégia como truque para convencê-los que os “primos pobres” (segundo o IPEA) serão banidos da presença incômoda.” = a elite santarena e marabaense não consegue sequer esconder o quão baixa é.
“SÓ QUEM NÃO CONSEQUE ENXERGAR UM PALMO Á FRENTE DO NARIZ OU TEM OUTROS INTERESSES ESCUSOS NÃO VÊ QUE AS PERSPECTIVAS QUE SE ABREM PARA A ECONOMIA REGIONAL SÃO INFINITAMENTE MAIORES DO QUE O GRANDE NÚMERO DE VAGAS PARA VEREADORES, DEPUTADOS E SENADORES QUE SERÃO CRIADAS, POR CERTO, A ALTOS CUSTOS.”
“O CUSTO DE TUDO ISSO SERÁ DILUIDO ENTRE O QUE OS ESTADOS PRODUZIRÃO E ARRECADARÃO E ENTRE O GOVERNO FEDERAL, QUE TEM O DEVER DE APOSTAR NA AMAZÔNIA, ATRAVÉS DE IDEIAS FACTÍVEIS DE SEREM REALIZADAS(…). PORTANTO, OS ALTOS CUSTOS INICIAS NÃO NOS DEVE AMEDRONTAR, ATÉ PORQUE HAVERÁ MAS FORÇA POLITICA PARA A AMAZÔNIA EM BUSCA DE RECURSOS” DISSE O ECONOMISTA
“ECONOMISTA DE BELÉM FEZ ESSE COMENTÁRIO, EM MATÉRIA VEICULADA EM 10/06 EM UM DOS PRINCIPAIS JORNAIS DA CAPITAL”.