O rei da soja e as 3 opções a seu dispor

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Do leitor Vinícius Pierri, sobre o post Rei da Soja quer construir terminal em Santarém:

O sonho de construir um novo terminal de grãos parece antigo (https://www.jesocarneiro.com.br/negocios/soja-megaprodutor-vai-construir-terminal-em-santarem.html#.UDNl06AvdRw).

Creio eu que o empresário aguarda três opções para o pleito: 1- a construção de uma linha ferroviária unindo o norte da soja mato-grossense através do Plano Nacional de Logística, lançado recentemente (https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/santarem-incluido-no-plano-nacional-de-logistica.html#.UDNoZ6AvdRw); 2- a construção da mesma linha ferroviária através de recursos privados externos (https://www.jesocarneiro.com.br/negocios/grupo-chines-quer-ferrovia-de-mt-a-santarem.html#.UDNpNKAvdRw) ou 3 – o término do asfaltamento da BR-163 (https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/br-163-nao-sera-concluida-em-2012.html).

O certo é que o investimento deva sair do papel visto que qualquer uma das opções acima se conclua a médio prazo, além disso, o atual terminal graneleiro em Santarém não suprirá a demanda oriunda do império da soja mato-grossense, a menos que a multinacional ali instalada amplie sua capacidade.

Mas antes disso, Santarém deve pensar em melhorias na sua infraestrutura, principalmente na duplicação da BR-163 (https://www.jesocarneiro.com.br/infraestrutura/br-163-sai-a-verba-para-o-projeto-de-duplicacao.html#.UDNuI6AvdRw) para que o progresso não se torne um caos.


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4 Responses to O rei da soja e as 3 opções a seu dispor

  • O pior que não são ambientalistas. Um ambientalista hoje em em dia tem a capacidade de discernir e agregar o progresso à natureza. Há um grupo de pessoas que é contra tudo tudo aquilo que não esteja em seu mundo idealizado pela incompetência de raciocínio ou atraso ideológico.

  • Muito corajoso este Rei da Soja. Aqueles da “Turma do Sempre Contra” que alegam áreas arqueológicas em todo lugar, que tudo é zona de preservação, que os forasteiros vêm aqui só para explorar os nativos, que não é gerado emprego para o povo da região, que os pseudos índios serão prejudicado etc, vão infernizar a vida dele. Do mesmo jeito que fazem com a CARGIL até hoje.

    1. É verdade João Renato, a perseguição será grande, mas com certeza a visão empreendedora do grupo superará qualquer obstáculo imposto por esses ambientalistas antiprogresso.

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