Foto: Jeso Carneiro/Gazeta de Santarém

Risoto de piracuí, por Regina Andrade, chef santarena, 46 anos, craque em pratos regionais. Ela é filha da Vinoca, tacacazeira de renome na cidade.
Ingredientes: piracuí, arroz branco, cenoura, repolho, batata, cebola, tomate e cheiro verde. Acompanha banana frita.
Leia (e veja) também:
Mapará assado na brasa, de Fabiano Carneiro.
Pato no tucupi, de Lúcia Pinto.
Milhionário, de Márcia Melo.
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Opinião do blog:
“Antes de mergulhar nessa viagem gastronômica, peça à Regina uma dose de aluá, com ou sem álcool. O seu apetite agradecerá”.
Onde comer:
Buffet Sabor Tapajó, na avenida Anísio Chaves, 2495 – Aeroporto Velho
Fone para pedidos: (93) 3524-1096/ 9143-7326/ 9121-0607
Ia dar uma dica e acabei esquecendo…. se cozinhar esse arroz no tucupi e não na agua deve ficar divino com aquele toque azedinho do tucupi. nossaaa…. vou parar por aqui
Adoro tudo isso….junto entao, deve ser otimo! parabens à culinarista!
Ai que torturante mesmo fui vê também justamente na hora do almoço e ainda com fome deve ser uma delícia!!!! eu quero é a receita dele pra pra mim fazer em casa…
que maldade (2)..hahaha vim ler o blog justo na hora do almoço? Ainda não tinha visto este prato, mas deve ser delícia, adoro arroz e piracuí, juntos então….
como a Alessandra falou, o formato me lembrou do Cuscuz de Piracicaba e a idéia do tomate/molheira está bem criativa, parabéns à chef Regina Andrade
Mestre Jeso,
Neste caso, e só exclusivamente, sou inteiramente à favor da censura rssss. Publicar no blog esse tipo de manjar de Deus aos mocorongos/as que latubam tão longe da Terra Querida é uma tortura psicológica ao estilo milenar chinês… Não se faz, cabôco.
Mas, para sua informação, ganhei da Dra. Zuila Dutra, minha irmã amada, um isopor cheio de delícias da nossa terra, na segunda quando ela passou aqui em Brasília. Vamos saborear um pato no tucupí feito por ela, amanhã depois da vitória do Brasil sobre Portugal, na casa do mano Leonel Neto, meu colega do Terceirão 1979 (CDA), que é pesquisador da Embrapa e vive no Cerrado há tempos.
Abraços fraternos e continue publicando essas torturas imagéticas, na boa.
Samuca
É torturante mesmo, Samuel. Ainda bem que vc. tem um remedinho em forma de isopor, para superar essa “dor gastronômica”. Um abração na Zuíla, no seu amigo Leonel e em todos os seus familiares.
Esse prato é mais um manjar dos nossos deuses amazônicos, cuja gastronomia precisa de mais divulgação e, por consequência, o blog, volta e meia, tem sido um veículo poderoso fazendo aquilo que os orgãos de turismo oficiais não fazem.
Parece interessante! Eu gosto muito de piracuí e já fiz esse prato mas sem a organização apresentada [e sem batata e sem banana frita]. O formato do prato da Regina me lembra o cuscuz paulista. Achei lindo o tomate servindo de molheira e vou reproduzir!!! Ah, se colocar shoyu pra temperar um porção individual, vai lembrar comida japonesa. =)
Que maldade, já me deu fome!!