Frase do dia

Publicado em por em Educação e Cultura, Saúde

Vestibular existe é para isso mesmo: para selecionar aqueles que tiveram melhor desempenho. Vaga de universidade merece quem tem competência.

Isadora Calderaro, aluna do curso de Medicina em Santarém, crticando a ideia de a implantação de “cota regional” para ingresso no curso.


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18 Responses to Frase do dia

  • Aos invejosos de plantão e em particular a Sara, vai a esta um pouco de conhecimento, o Manual de Redação da Presidencia da República ( Poder Executivo do Brasil) autoriza aos bachareis em DIREITO e MEDICINA o título de doutores. Aprenda querida e pronuncie com conhecimento.

  • Cara colega Isadora,

    Desconsidere as ofensas de quem não sabe da sua competência. Todos nos ali dentro sabemos a pessoa que vc é, e o fato de defender sua opinião é o exercício da mais pura e simples liberdade de expressão e uma lição de cidadania, como no caso desta dicussão que era para ser SAUDAVEL. É uma pena que as pessoas recalcadas por nunca terem conseguido passar numa universidade pública (seja qual for o curso, afinal, todos costumam ser mais concorridos que nas particulares) ou terem filhos, amigos, sobrinhos e etc que talvez não tenham se esforçado o suficiente para conseguir o mesmo e fiquem falando asneiras, defendendo uma tentativa absurda, a cara da política da atual, de ficar tapando sol com peneira.

    Pra entrar na faculdade pública, tem que ser competente sim. Em momento algum a aluna disse que vestibular mede cnohecimento. Na academia, existem pessoas que são boas e serão competentes, outras empurram cmo a barriga e serão péssimos profissionais. Mas isso é problema deles. Eles tem o mérito de terem passado pelo processo seletivo. E isso é um direito!

    Queria ver como seria se cada universidade de cada estado colocasse cotas. Coitados de nós, santarenos. Nossa educação pública é péssima sim e teríamos que superar muito mais dificuldades do que já enfrentamos, já que a educação primária é horrível, insuficiente e de pouca consistência. Não é colocando cotas que se melhora a educação de um país. Esses que se cnosideram estudiosos, procurem os sistemas educacionais do Japão e aprendam como se faz educação de qualidade e SEM COTAS!

    obs: pros recalcadinhos que falam que médico não é Dr., ondem foi que a aluna citou que médico deveria ser chamado com esse prefixo?

    Neguinho perde a noção na hora que não tem argumento decente… vou te falar.

  • Frase bem idiota, todos sabemos que muitos tem competência para passar e não tem vagas suficientes sendo ofertados na pública e da história do país para a inclusão de outras classes sociais,

    Palavrinhas de quem não conhece a realidade de nada. Palavrinhas incompetentes que já fala em competência.

    1. Realmente é bastante fácil ofender os outros sem nem mesmo se identificar, não é mesmo? Como disse anteriormente, leia na íntegra o que escrevi, entenda qual o foco da discussão. Depois emita juízo de valor.
      De fato, não existem vagas suficientes e muita gente competente fica de fora. Nunca disse que quem não passa é incapaz ou incompatente. Porém, aqueles que conseguem uma vaga são competentes sim. Existe alguma dúvida disso? Bom, eu não conheço ninguém até hoje que passou em uma Universidade pública por pura sorte. Você conhece? Eu nãlo
      Conheço muito bem a realidade da minha cidade e do ensino público. E, mesmo com o ensino público não sendo uma maravilha, conheço uma porção de alunos da própria UEPA que sempre estudaram em colégios públicos, nunca fizeram cursinho e estão lá. Serão profissionais daqui a alguns anos, certamente excelentes.
      Pelo teor dos seus comentários, você não conhece a realidade das Universidades públicas de Santarém. Uma pena

  • Quando cotas são criadas, simplesmente fazem crescer ainda mais uma idéia de preconceito. Quer dizer que pelo fato de alguém ser de santarem ela não eh tão capacitada a concorrer com os outros que por isso ela tem que ter cotas? Ahhhh, a garota tá certa! Só sabe quem passa em um vestibular de medicina, concorridissimo, quem estuda madrugadas afora pra conseguir a aprovação! Recalque muita gente tem, e como não tem capacidade pra passar prefere criticar quem conseguiu esse intento! E não querendo tirar o mérito de nenhuma instituição publica, mas talvez a aluna Isadora não prestou outra universidade apenas pelo fato de ser santarena, e querer permanecer em sua cidade, o que lhe é um direito e acima de tudo, não tem nada are acionado com a capacidade da mesma na esfera intelectual!

  • E é exatamente esse o principal problema de se ter um “curso” de medicina e não uma “escola” de medicina: pessoas medíocres tornam-se ALUNOS medíocres e, quando passam CINCO/SETE anos frequentando um curso medíocre, como é o curso de Medicina de Santarém, formam-se profissionais MEDÍOCRES.

    Ainda bem que a grande maioria vai para longe da nossa cidade. Só assim poderemos dormir tranquilos.

    Mas, a propósito, porque a Senhorita CALDERARO não foi estudar na USP, na UNIFESP, ou na UFRRJ? Já que ela SE SENTE tão capacitada, porque não concorreu para uma Universidade de verdade (sem querer ofender a UEPA)?

    1. Ô pessoa mesquinha, quando foi que a menina disse que se sente tão capacitada pra passar na USP, na UNIFESP e na UFRJ? Você não passaria na UEPA, por exemplo, pois para entrar existe prova de português com interpretação de textos.

      Por acaso você veio de SP? O que tá fazendo aqui? O que sabe sobre a UEPA? Estuda lá?

      Coitado de você que acha que a USP e a UNIFESP são perfeitas… fiz estágio lá antes de ir para o 6º ano do curso e acredite, aqui podem ter médicos tão bom quanto lá. Dependendo de que médico te atender lá, você estaria muito mais amparado passando mal e indo buscar socorro aqui no municipal. Não fale idiotices. Vá estudar.

    2. Caro TOM,
      Caso você inadivertidamente não tenha percebido, JÁ ofendeu a Universidade em que em estou me graduando quando vc se referiu a ela como MEDÍOCRE ao passo que se referiu às outras Instituições como de “VERDADE”. Até aí tudo bem, opinião cada um tem a sua. Uma pena a sua ser essa.
      Se você tivesse lido o meu comentário inteiro- e não apenas este trecho do mesmo- teria visto que em nenhum momento eu disse que sou mais competente que outrem. Pelo contrário: o que defendi foi a não criação de uma espécie de cotas para ampliar o número de alunos santarenas no curso desta cidade, o que eu continuo não defendendo. Se você conhecesse a UEPA, veria que hoje metade ou mais de 50% dos alunos que entram no curso são de Santarém, o que é maravilhoso.
      Acredito sim que objetivo do vestibular seja o de selecionar aqueles candidatos que, naquele
      momento, são os mais preparados para ocupá-las. E, mais uma vez: se você tivesse lido meu post, teria visto que falei de VESTIBULAR, não de MEDICINA . Sinto-me HONRADA e extremamente feliz de poder fazer o curso que eu tanto sonhei na minha terra, “Senhorito” TOM. Não me arrependo das escolhas que fiz e, muito menos, acredito que a minha Universidade seja menos VERDADEIRA que uma USP, UNIFESP ou UFRJ.
      Acho tacanho e mesquinho vocÊ se referir à minha Universidade como aquela que” forma profissionais medíocres”. Alguma vez vc já foi à UEPA? Conheceu a estrutura do prédio? Conheceu a metodologia de ensino lá utilizada? Sabe como os cursos de lá funcionam?
      Talvez se conhecesse, você saberia que aqui mesmo, nesta Universidade “MEDÍOCRE” temos cursos com nota máxima na avaliação do ENADE.
      Incrível, não é mesmo TOM? Mesmo aqui, no interior da Amazônia é possível sim ter uma educação de qualidade. Sinto mesmo é por você que demonstrou no seu post acima que não conhece a realidade local. Faculdades do SUL/SUDESTE são sim excelentes e de tradição, nisto eu concordo.Mas não acho que o fato de eu ou os meus colegas da UEPA termos nos graduado aqui nos tornará profissionais medíocres. Aqui na UEPA Santarém (acredite!) temos uma formação ética, voltada para a humanização do atendimento em saúde e focada na Saúde Pública.
      Tenho muito orgulho dos profissionais que acabaram de se formar e ainda se formarão nesta Universidade pois serão profissionais competentes, éticos e humanizados. No dia que você for atendido por um deles, Tom, você saberá do que estou falando.

  • Concordo com a estudante, é por isso que tem prédio caindo (péssimos engenheiros), gente morrendo em hospital por incompetência médica ( péssimos médicos), isso sem falar nos outros casos. Vestibular mede sim o conhecimento, eu passei com mto suor por ele e acho q quem se esforço passa no curso que quiser.

  • Caboquinha mais pávula hein? Se quando aluna de medicina, já é assim, imagina quando formada, qdo usar o famoso Dr. Um pouco de Humildade faz bem. Só para constar, só é Doutor, quem tem DOUTORADO. Médicos e Advogados, assim que se formam, se intitulam logo “doutores”. Errado. E nós continuamos com o erro, qdo o chamamos por doutores.

    Entrar em um curso de medicina, não quer dizer que a pessoa é competente. Muitos se formam, empurrando o curso com a barriga. Competência se adquire com o exercício da profissão. Concordo plenamente com o que disse Chico Corrêa.

    Quantos médicos especialistas, deixam a desejar com os seus diagnósticos? Conheço vários aqui em Belém, e em Santarém. É raro encontrar um bom profissional em medicina.

    Que vc Isadora, seja uma boa profissional.

    1. Minha querida, vou repetir o mesmo que disse para o caro colega TOM.

      Você diz:”Entrar em um curso de medicina, não quer dizer que a pessoa é competente”

      E quando foi que a estudante citou a palavra MEDICINA? Ela não disse que apenas pessoas competentes entram em medicina. Ela disse que para passar no VESTIBULAR, as pessoas selecionadas devem ser selecionadas por sua competência de passar na prova. Se isso não mede a inteligência ou competência das pessoas, o problema não é dela. O Brasil é assim, ela passou, eu também, e você?

      INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS É TUDOOOO!!!

    2. Pávula, Sara? Em nenhum momento disse que passar em medicina seja sinônimo de competência; Como disse ao amigo lá em cima, leia o que eu disse na íntegra. Não leia um trecho daquilo que eu disse e ache que sabe do que eu estou falando. Repito: Acredito que o ingresso na UNIVERSIDADE (leia-se UNIVERSIDADE,e não MEDICINA) depende sim do grau de preparação do candidato ao VESTIBULAR. Não apoio a idéia de criação de um sistema de cotas que garanta vagas aos candidatos santarenos. Pelo contrário, acho a idéia absurda uma vez que a educação é um direito de TODOS e o acesso a ela se inclui nisso.
      Não me julque por uma frase. O que eu defendi foi oportunidades de acesso à educação iguais.
      Quando passei em medicina fiquei imensamente feliz. Foi a recompensa pelo esforço estudando horas a fio, finais de semana em cursinhos. Acredito que o vestibular mede conhecimento sim e também acedito que, pelo número limitado de vagas, muitos candidatos muito bons fiam de fora.
      Concordo com você. O fato de passar no vestibular não quer dizer que futuramente o profissional será competente em sua área. Acredite: não sou nariz empinado, pelo contrário. Sei o quanto eu estudei p/ conquistar a minha vaga e, por isso, não sou leviana com ela. Estudo o quanto posso, atendo bem os pacientes que já tive oportunidade de atender em meus estágios, importo-me com a qualidade do conhecimento que estou recebendo nesta graduação e me importo com a qualidade do atendimento que darei aos pacientes agora e no futuro. Estou me esforçando para que eu seja uma médica competente, ética e humanizada.

  • Quanta arrogância dessa aluna! Aqui já podemos medir seu compromisso com a sociedade.
    Precisa ensinar a essa jovem que em nenhum lugar e em momento algum, vestibular mede competência de alguém. Competência senhorita, mede-se no exercício da profissão.
    Conheço inúmeros profissionais da mais alta qualidade, inclusive na área da medicina, que precisou se submeter a mais de dois e até cinco exames, para poder “entrar” na faculdade.
    Espero que sua reação senhorita, seja motivada pela empolgação do debate e rogo que você absorva um mínimo de humanismo, tão necessário na profissão que você pretende abraçar.

    Sucesso!

    Chico Corrêa

    1. Não sei se a aluna é jovem ou senhorita, espero que seja, assim terá tempo para rever sua posição.

    2. Meu povo, onde vcs viram arrogancia da coitada da menina? Você deveria ter vergonha de ficar julgando os outros, seu falso moralista!

    3. Chico Corrêa, uma pena você achar que pode medir meu compromisso para com a minha futura profissão mediante a uma frase que proferi. Você nem mesmo me conhece. Para a sua informação, a minha formação é baseada em ética, humanização, responsabilidade e compromisso com o meu paciente. Realizo trabalho vontário dedicado à população carente antes mesmo de entrar no curso e pretendo continuá-lo depois de formada. Cumpro meu papel como uma aluna e como uma cidadã. E como cidadã não vejo mal algum em dar minha opinião diante de discussões como esta aqui. Neste ponto concordo com você: A minha competência como MÉDICA apenas será vista no exercício da minha profissão. E estou lutando para isso. Porém, isso não muda minha opinião como estudante e cidadã: em matéria de vestibular quem passa são os mais preparados no momento, tanto teorica quanto psicologicamente. Acredito que ainda assim muitos bons candidatos fiquem de fora da Academia, afinal de contas as Universidades públicas oferecem número limitado de vagas. Quem consegue conquistar a tão sonhada vaga da Universidade com certeza o conseguiu por sacrifício, horas de estudo, renúncia, compromisso e competência, você não acha?

  • Isadora,

    Lamento o fato do meu amigo Jeso não ter postado na coluna principal um comentário que fiz a respeito da proposta de cotas regionais por mim apresentada e que apresentarei na forma de projeto de Lei de iniciativa popular. Como disse no comentário, e talvez você não tenha lido, a figura do médico do acadêmico de medicina ou do pretenso candidato a uma vaga à faculdade de medicina é secundária e passa distante da minha preocupação. O que pretendo e desejo, porque indiscutivelmente fundamental, é criar mecanismos que reduza o colossal deficit de médicos na nossa região e se crie meios indispensáveis para promover uma saúde pública de qualidade. Aqui, sim, o médico é figura principal, sem o qual não como falar em saúde.

    Não sei se é do seu conhecimento, mas em 12 dos 27 municípios da nossa região não tem um um único médico e em todos, sem falta de nenhum, o número de médico não chega a 10% do que seria necessário e satisfatório.

    A finalidade da implantação das cotas regionais, que em nenhum momento afasta a possibilidade de se selecionar os melhores e mais capazes, é precisamente criar mecanismos de fixação dos aprovados no vestibular à sua cidade natal,

    Como a faculdade de medicina de Santarém aprova um enorme contingente de estudantes de outros estados e de Belém, que não conseguiram passar nas suas cidades de origem, vendo por outro ângulo, a nossa faculdade, que seria para formar médicos de nossa região, ao final, e sem que você perceba e se dê conta, criou involuntariamente “cota dos reprovados” em medicina em suas cidades de origem.

    Se todos ou a maioria desse médicos se dispusessem a trabalhar em nossa região, minha proposta perderia seu objeto. Como acredito que bem poucos ficarão por aqui, então não tem jeito, vamos ter de lutar pelas cotas regionais.

    1. Caro Evaldo Viana,
      Entendo a sua preocupação em tentar incrementear a oferta de médicos à população em nossa região. Parabéns a você por isso. Porém, não acho que a criação de cotas regionais no curso de medicina Santarém vá realmente resolver o problema. Primeiro porque a grande maioria dos médicos recém-formados sai de sua cidade para a Residência médica (que é a especialização na área que se deseja trablahar). Isso dura entre 2 a 6 anos. Em segundo lugar, muitos dos acadêmicos que são de Santarém nem mesmo têm o interesse de continuar aqui ( o que não é o meu caso), enquanto muitos alunos que vieram de fora adoram a cidade e a consideram como lugar para continuar vivendo. O que eu realmente acredito que mudaria o panorama local seriam investimentos na área da saúde, propiciando melhoria das condições de trabalho aos profissionais da área da saúde (o que inclui técnicos de enfermagem, enfermeiros, fisioterapeutas, médicos..). Do pouco que conheço de certos Municípios do interior do Oeste do Pará, existem condições por vezes insalubres de trablaho. Já conheci hospitais onde não havia soro ou até mesmo um pacote de gaze, você acredita? Em situações como essas, entendo perfeitamente o receio do profissional médico de trabalhar nessas localidades. Inclusive o Código de Ética Médica permite ao médico a Recusa a “exercer sua profissão em instituição pública ou privada onde as condições de trabalho não sejam dignas ou possam prejudicar a própria saúde ou a do paciente, bem como a dos demais profissionais.”
      Muitos desses locais onde hoje não existem médicos não possuem o aparato necessário para a oferta de uma assistência médica de qualidade. Por isso acredito que trabalhar em prol de melhorias nesse sentido atrairia sim número adequado de médicos para o interior. Mesmo com a criação de cotas, a permanência dos médicos santarenos formados por aqui não seria garantida. Por esse motivo, não concordo com a criação das mesmas.
      O que você acha?

      Isadora Calderaro

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