Rebento da 1ª ninhada de jornalistas diplomados em Santarém, Rosa Rodrigues (foto) inicia hoje em Belém, na UFPA (Universidade Federal do Pará), as aulas do 1º curso de mestrado em Comunicação Social do Pará.
A radialista e professora santarena tirou o 1ª lugar na seleção dos candidatos ao curso.
A tese dela abordará o seguinte tema: Estratégias da Comunicação Midiática na Amazônia.
Rosa largou tudo em Santarém – família, trabalho, filho, o rádio – para se dedicar com exclusividade a essa nova empreitada acadêmica.
Jeso, seria útil que essa pessoa que fala em patrocínio para a Rosa Rodrigues, apontasse o nome ou nomes dos patrocinadores. Bem ao contrário, as empresas onde ela trabalhava não deram a mínima para o esforço dela. Todo curso superior que se preza faz de tudo para ajudar seus professores a se aperfeiçoarem, o que não aconteceu com a Rosa, demitida sem mais nem menos de seus empregos. Burrice de seus patrões. Agora, Rosa tem uma bolsa e, mesmo com dificuldades, terá condições de ir adiante. Para aumentar o despeito dessa pessoa provavelmente anônima, informo que ontem, na abertura do curso de mestrado na UFPA, em Belém, a santarena foi escolhida pelos colegas e professores para falar em nome da turma, em sessão presidida pelo pró-reitor de pesquisa e pós-graduação, Emanuel Tourinho.
Dutra, não entendi até agora como uma instituição como o Iespes ignorou a aprovação de Rosa Rodrigues no mestrado. O desinteresse da instituição em reforçar o seu quadro docente com professores qualificados fica mto claro com esse comportamento. Em 2 anos, Rosa será mestre em Comunicação Social. O mercado terá, então, mais uma qualificada profissional que poderá reforçar o corpo docente de qualquer instituição superior séria, interessada também em ensinar.
Concordo em gênero, número e grau. Em vez de se esforçar por ter um quadro qualificado de professores, essa instituição faz isso, atitude que não é de hoje.
Rosa é exemplar. Luta pela categoria da radiodifusão e televisão sem aparecer. Em confronto na esfera sindical, com ela aprendi a validar importantes passos da comunicação, inclusive o oportuno e sábio silêncio… Parabéns!
A Rosa é craque! Tive o prazer de fazer parte da banca de avaliação de seu trabalho final do curso de jornalismo. O trabalho e a apresentação receberam um indiscutível 10. É a memória e uma excelente análise da importância das rádios comunitárias e o seu papel no contexto amazônico, na Vila Curuai, Lago Grande.
Eu não tenho dúvida, a Rosa volta pra cá com seu doutorado e todo o reconhecimento de sua capacidade intelectual e disciplina.
Parabéns e tudo de bom pra ti Rosinha!
Quando se tem um patrocinio e se pode largar tudo é otimo….
Que comentário infeliz. Parece que você não conhece a Rosa. Realmente ela largou tudo em Santarém. O único patrocínio é uma bolsa por ter sido a 1ª na classificação geral. Ela gostaria de saber dos patrocínios. A competência deixa muita gente preocupada.
Roberto,
Para com esse teu show que tu não és nem a Xuxa
quando se tem competência se consegue primeiro lugar, mas conheço a Rosa e sei que comentários como seu jamais a abalarão.
Meus desejos de muitas felicidades para voce Rosinha. E volte.
Além do ser humano especial que a Rosa Rodrigues é, ganhou o respeito profissional e acadêmico de todos os que a conhecem na imprensa local e no mundo acadêmico.
Discreta, sincera e realista, Rosinha, como é carinhosamente chamada por todos, sempre foi destaque por onde passou, sem nenhum estrelismo ou arrogância, as piores doenças que afetam muitos dos jornalistas comuns.
Convivi com Rosa no rádio, por anos, e sei que foi sua simplicidade que a tornou a primeira e única mulher a presidir nosso sindicato. Estudei com ela Letras e recentemente Jornalismo, e não foi à toa que ela recebeu a incumbência da turma de ser a nossa oradora, muito embora houvessem outros “medalhões” do jornalismo para tal tarefa.
A chegada dela ao Mestrado, e de forma brilhante como primeira colocada entre 80 candidatos inscritos, apenas corrobora com suas virtudes. E além de nos encher de orgulho, nos dá a responsabilidade de também tentar chegar lá. Se um dia, os profissionais mais experientes que Rosa foram seu espelho, hoje somos nós que devemos nos espelhar no seu exemplo. Ela segue os passos de outros jornalistas santarenos que ganharam destaque no meio acadêmico paraense, como Manuel Dutra, Otacílio Amaral, Édson Berbary e Lúcio Flávio Pinto.
E com certeza, retornará a Santarém para trazer o conhecimento adquirido e propagá-lo em nossas universidades locais.
Já dei os parabéns pessoalmente à Rosa. Repito-os publicamente, porque ela merece muito mais que isso. Tanto é que até ganhou uma bolsa da instituição, pelo seu merecido primeiro lugar!
AVE, ROSAE!
como se diria em latim…
A Rosa é uma aluna, profissional e colega muito dedicada e responsável e sabe que vale a pena alguns sacrifícios para conseguir nossos objetivos de vida. Meus cumprimentos a ela por ter sido aprovada no mestrado, mas tambem pela coragem de seguir em frente com seus sonhos, mesmo que pra isso precise deixar o que ama [família, trabalho filho e o rádio] por um tempo até reorganizar a vida com eles novamente.