Com edição de Udirley Andrade, foi ao ar hoje, entre 6 e 6h30, o JM (Jornal da Manhã), da Rádio Rural AM, com as seguintes manchetes, na voz de Francimar Farias e Raik Pereira:
* Agentes de saúde paralisam atividades nesta quarta-feira.
* Projeto Rádio pela Educação será tema de programa da TV Brasil.
* Comunidades do Planalto vão ser beneficiadas pela escola da economia solidária.
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* “Economia a serviço da vida” será discutida na Semana da Comunicação da Diocese de Santarém.
* Professores do estado em Santarém decidem amanhã se aderem ou não a paralisação da categoria.
Mentiras e furtos bibliográficos viraram armas sistemáticas de campanha da candidata petista.
Leiam, é assustador.
Agora mesmo, no twitter, Dilma Rousseff decretou que falsificar a sua biografia é uma questão menor. Que mentir sobre o seu passado é uma questão menor. Que cometer estelionato biográfico é uma questão menor. Que basta que a vítima, devedora dos cofres públicos, pressionada pela fiscalização e pelos tribunais, concorde com o “roubo” da sua imagem, para a questão ficar menor. É bom que se diga, como prova definitiva da má fé e do mau caratismo, que a foto falsificada estava lá no Blog da Dilma há mais de uma semana. Ninguém corrigiu porque o objetivo era mesmo mistificar, enganar, mentir,mostrar a guerrilheira e terrorista anistiada, que pegou em armas, equiparada a uma artista que apenas lutava por liberdade de expressão. Na falta de uma mísera foto sobre o seu passado obscuro e tenebroso, pois passou a juventude na clandestinidade ou na cadeia, depois buscando um auto-exílio, a solução criativa foi “roubar” a foto de alguém que tivesse alguma semelhança com ela. Mas tudo isto, agora, segundo Dilma Rousseff, virou uma questão menor. Assim como foi uma questão menor a mentira sistemática em relação ao diploma que ela nunca teve. Ou a mentira sobre agenda que não tinha registro da reunião para defender interesses de um Sarney corrupto, acossado pela Polícia Federal. Ou a mentira sobre a criação de um Dossiê para atacar Dona Ruth Cardoso. Na verdade, o que temos, hoje, é uma candidata menor. Menor de caráter. Menor de biografia. Menor de capacidade.Menor de moral. Menor de tudo. Uma candidata de mentira, que tornou a mentira uma marca pessoal e intransferível.