Caça ao aedes egipty em área urbana do Brasil
Uma publicação científica no The New England Journal of Medicine deixou ainda mais clara a relação entre o zika vírus e os casos de microcefalia. A informação é do jornal El País.
O estudo realizado na Eslovênia foi feito em um feto abortado depois de 32 semanas de gestação.
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A gestante estava morando no Brasil, no Estado do Rio Grande do Norte, fazendo trabalho voluntário desde o final de 2013. Em fevereiro de 2015 ela engravidou, e logo no primeiro trimestre da gravidez foi infectada pelo vírus.
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Apesar dos fortes sintomas da doença manifestados na gestante, exames de ultrassonografia realizados no Brasil entre a 14ª e a 20ª semana de gestação mostravam que o desenvolvimento do feto era normal.
Já na 29ª, quando a grávida voltou à Europa, um novo exame identificou os primeiros sinais da microcefalia. Na 32ª semana a síndrome foi confirmada.
Em razão do prognóstico, ela resolveu abortar e a partir daí foi possível estudar a relação entre o zika vírus e a microcefalia.
Leia mais em Estudo reforça a relação do zika vírus e a microcefalia em bebês.
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