
O juiz da 3ª Vara Criminal de Santarém (PA), Gabriel Veloso de Araújo, acatou pedido feito pela defesa do réu Sandro Carvalho, e incluiu 2 empresários como testemunhas do caso que resultou na morte do artista plástico Apolinário, 50 anos, ocorrido no ano passado.
Manoel Apolinário Oliveira de Sousa, também radialista, morreu em consequência do tiro disparado por Sandro Corrêa de Carvalho no dia 1º de dezembro de 2020, em Santarém. O episódio aconteceu em frente a um hotel da cidade.
O artista morreu 15 dias depois do tiro da pistola calibre 380 que o atingiu a região do abdômen. Ele era casado com Fredilana Vasconcelos. Deixou 4 filhos (3 meninas e 1 menino) órfãos.
A princípio, o magistrado achou desnecessário a oitiva dos empresários Aguinaldo Promissória e Marcelo Gamboa, que presenciaram o crime cometido por Sandro Carvalho. Resolveu, porém, acatar o pedido, “visando impedir qualquer alegação de cerceamento” da defesa do réu.
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Por isso, na audiência do próximo dia 28 (sexta-feira, às 9h) Promissória e Gamboa terão que se fazer presente e, como testemunhas, serem interrogados sobre o caso. A audiência, devido a pandemia da covid-19, será por videoconferência.
Ontem (14), por ocasião da primeira audiência de instrução e julgamento foram ouvidas 3 testemunhas: Fredilana Vasconcelos, a viúva, além de Kelvin Lopes Bezerra e Renato Rebouças Coelho, ambos presentes no evento particular realizado no hotel e do qual participaram o réu e a vítima.
A defesa de Sandro Carvalho, que está foragido desde dezembro do ano passado, ganhou agora a participação também de Alexandre Paiva, um dos mais qualificados advogados do Pará na área criminal.
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