Índios e negros quase em conflito por terras

Publicado em por em Oeste do Pará

O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou ofícios a órgãos de governo em que pede a regularização urgente de terras na região de Porto Trombetas, em Oriximiná (PA), na Calha Norte do rio Amazonas.

Indígenas e quilombolas estão na iminência de entrarem em conflito devido a impasses sobre os limites de suas terras.

A tensão é gerada por uma suposta sobreposição entre as áreas da Terra Indígena (TI) Kaxuyana e Tunayana, da comunidade quilombola Cachoeira Porteira e das Florestas Estaduais de Trombetas e de Faro.

O procurador da República Luiz Antonio Miranda Amorim Silva solicitou à Fundação Nacional do Índio (Funai) prioridade na conclusão dos estudos de identificação da TI e a presença de técnicos na área, para prevenir a eclosão de um conflito.

Leia mais em Para evitar conflito entre indígenas e quilombolas, MPF pede rapidez na regularização de terras no Pará.

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5 Responses to Índios e negros quase em conflito por terras

  • Comentário de gente iletrada, mais claro do quê está escrito, impossível: racismo é beneficiar uns poucos em detrimento de muitos; como reservas e quilombolas.

  • ÉGUA DO RACISTA ESCARADO ESTE TAL DE JOÃO RENATO EM!
    VADE RETRO COISA RUIM.

    1. Pelo contrário…, sou brasileiro e como tal sou oriundo da mistura de várias raças, ser racista é ser contra mim mesmo. De que adianta saber ler, se não há o saber de interpretar.

  • Índios e negros? Sinceramente, é uma vergonha essas reservas indígenas e quilombolas que o governo “inventa” para os pseudos negros e índios. Já se passaram mais de 500 anos que o Brasil deixou a selvageria para se constituir como nação e há mais de 100 anos a escravidão foi extinta. Já chegou o momento de se assumir de fato a miscigenação nacional e por um fim a esta perpétua segregação que é imposta a partir do momento em que se tenta dividi-la mais uma vez nas raças originais dos negros, índios e brancos (sem contar os amarelos, pardos, mulatos…), estipulando os direitos e privilégios de cada uma delas; sendo mais importante, sim, explorar suas peculiaridades culturais, sociais etc em prol da coletividade brasileira.

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