Brasil 247
Sem fazer alardes, o SBT afastou a polêmica apresentadora Rachel Sheherazade [foto] da grande de programação.
Oficialmente, a emissora de Silvio Santos alega que jornalista está em férias, mas segundo o colunista Ricardo Feltrin, ela já havia tirado folga em janeiro, em viagem a Paris.
Sheherazade despertou a ira de internautas e de outros jornalistas por apologia ao crime no ar. Em fevereiro, ela defendeu a ação de um grupo de “justiceiros” que acorrentaram um suposto infrator a um poste.
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O SBT está sob investigação pela Procuradoria Geral da República. O procurador Rodrigo Janot diz ver com “muita preocupação” denúncia contra Sheherazade. Segundo ele, é necessário deixar claro que incitação à violência é crime e, como tal, não se insere na liberdade de imprensa.
O procurador-geral encaminhou para São Paulo a denúncia apresentada pela líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ) contra o SBT e Sheherazade. A deputada pede abertura de inquérito contra a jornalista e suspensão de verba pública à TV enquanto durar a ação.
Em São Paulo, a procuradora da República Ryanna Veras declinou da competência para apreciar o pedido e o despachou para o Ministério Público Estadual.

Qualquer que seja o motivo de seu afastamento da TV, a jornalista continua tendo o meu apreço pela forma ímpar como justificava seus comentários. De fato, o episódio que resultou na saída dela da bancada jamais mudará seu jeito de conduzir a coisa, mas a levará a refletir sobre assuntos relevantes e certamente medirá suas palavras daqui pra frente. Raquel, contudo, continuará tendo minha admiração e de boa parte do Brasil, pois sem medo de ser feliz, afrontou políticos, empresários, artistas e pessoas em comum, sempre colocando de forma dura, porém responsável, seu entendimento dos fatos. Ela é revolucionária, e isso incomoda muita gente; dura verdade. Como jornalista, me solidarizo pela forma covarde que foi afastada do jornal, o que representa, infelizmente, em tempos que completamos cinquenta anos do “fim” de ditadura, um forma arbitrária de diminuir a livre expressão de opinião em meios de comunicação de massa. O SBT está de parabéns por apostar no talento da jornalista promissora, e nada mais “compreensível” por uma emissora que tem “rabo preso” com sua receita publicitária, cuja fatia do governo ultrapassa milhões.
Corrigindo. A palavra correta é “dizer”
Se realmente houvesse esse tipo de ação para todos os desmandos escandalosos que acontece no País dava para entender o afastamento da jornalista. A população não aguenta mais tanta violência seja por parte de marginais ou por parte do governo que comete os desmando a todos os instantes contra a população e fica sempre por isso mesmo.
Como disse o anônimo, os mensaleiros abriam uma conta solicitando dinheiro para pagar suas multas e arrecadaram até mais do que o valor necessário. De onde veio esse dinheiro?
Os bandidos matam, roubam, mutilam e fica por isso mesmo. Se acontecer o contrário, aparece o tal de direitos humanos para defende-los e quem defende o povo?
Esse marginal que foi amarrado no poste, uma semana depois voltou a assaltar no mesmo local.
Essa semana assisti em um canal de televisão, a fulga de um marginal em um carro roubado em São Paulo, e perseguido pela policia, bateu o veículo em um muro, danificando todo o patrimonio alheio e na hora da prisão, descobriu-se que era um menor. Quem vai pagar o prejuizo se o veículo não estiver no seguro?
Não se trata de incentivar a violência, mas chega um momento que qualquer um acaba perdendo o controle e falando o que não deve, pois é assim que acontece também em vários comentários que tenho lido nos blog ou face, onde quem escreve, ofende o citado com palavras de baixo calão e ofensas morais , e isso também é crime. Não é porque a pessoa se encontra na frente de um computador ou com o celular não mão, que pode disser o que bem entende a quer quer que seja..
Falou demais, queria o quê?
Já os que pagam as multas dos mensaleiros – o que é uma forma de incitação ao crime, pois torna a pena peuniária inócua – não estão, nem em sonhos, nas cogitações do procurador Rodrigo Janot.