TCC nota 10

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O trabalho intitulado “Uma abordagem atual sobre a cultura dos Índios Munduruku da aldeia Karapanatuba, Jacareacanga, Pará, Brasil” foi o vencedor do concurso de melhor TCC do curso de Comunicação Social/Jornalismo da FIT (Faculdades Integradas do Tapajós).

O TCC é engenho & arte da jornalista Amanda Lago (foto), feito sob a orientação do professor doutor Edvaldo Bernardo.

Com 52 páginas, incluído anexos com imagens fotográficas, o TCC traz fatos da vivência dos índios Munduruku, da região do Alto Tapajós, com relação à economia, política e cultura, sob uma análise sócio antropológica daquele povo.

Para que este fosse realizado, Amanda realizou 3 viagens à aldeia, ficando lá em média 4 dias a cada visita.

Orçado em R$3,4 mil, o TCC teve apoio da Prefeitura de Jacareacanga e levou 2 anos, entre pesquisa de campo e bibliográficas, para ser concluído.


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18 Responses to TCC nota 10

  • Parabéns Amanda. Nunca duvidei de sua capacidade. O que lhe faltava era ordenar suas infinitas idéias. A FIT se encarregou disso.

  • Parabéns pelo trabalho. O professor Milton Mauer tem razão. O trabalho da aluna deve ter todos os méritos, é claro. Porém, se não aborda a comunicação sob a perspectiva da folkcomunicação, que em linhas gerais estuda a comunicação realizada pelas culturas à margem da grande sociedade, poderia tirar nota 10 sim, mas no curso de Antropologia ou História. Caso não, para o curso de comunicação, seria uma grande e boa reportagem. Aí dependeria muito da banca examinadora. Só lendo o trabalho para saber.

      1. O anomino acima tem razão. A manchete nota 10, e pela vitoria do concurso de melhor tcc da FIT, mas como nota nem sempre garante destaque, a nota da minha banca examinador, composta pelos seguintes professores: Prof. Dr. Edvaldo Bernardo, Prof. Msc. Handerson Bentes e a jornalista Jorgelene da UFOPA (nao lembro sobrenome neste momento), foi 9,5, porém meu tcc foi, sim, o melhor!

        Caro e amado amigo Jeso,

        Estou trabalhando meu tcc para artigo cientico, em bem breve, estará, com toda certeza, disponivél aos seus leitores.

  • Caros,

    Muitissímo obrigada pelos comentários. Isto só me incentiva a continuar sempre… Grata, também, pelo apoio que tive de todos os amigos, professores, me orientador, Edvaldo Bernardo e co-orientador, Hipocrates Chalkides e Padre Edilberto Sena pois sem isso talvez não tivesse continuado. Mas, saibam não pretendo parar por ai, o grupo indígena Munduruku e entre outros contam conosco, pensem nisso.

    Abraços carinhoso e um beijo com ternura a vocês!

  • Amanda, altiva alentadora da amizade, do agrado, do amor. Autêntica alma áurea. Ansiosa pelo apego, pelo atinado alvo almo. Assim, é AMADA AMANDA…

  • Parabéns para a Amanda. A natureza desta temática na pesquisa em comunicação exige inevitavelmente a orientação da investigação sob a perspectiva do referencial teórico da Folkcomunicação. A única vertente de pesquisa em comunicação genuinamente brasileira, originada em Luiz Beltrão. A INTERCOM pleiteia a disciplina Folkcomunicação na matriz curricular. O curso de jornalismo do Iespes não a possui. Fazemos a orientação de inserir a abordagem na disciplina de Pesquisa em Comunicação. Nosso problema: não há professores em Santarém com o domínio da matéria em questão.

  • Tive a oportunidade de conhecer a Amanda e aqui posso dizer que esse é um dos méritos que ela ainda há de receber. Parabéns pelo trabalho e esforço!
    Agora seria interessante e se possível disponibilizar o trabalho para nós amantes da boa leitura.

  • Parabéns Amanda!!

    Eu já sabia que seu TCC iria ser reconhecido, pelo grande esforço e pela dedicação que tivestes!!

    Bjs!!!

  • Não é só a criação acadêmica que parece ser bela, a criadora segue os mesmos passos.

  • Parabéns Senhorita Amanda

    muito sucesso em sua vida, vc merece isso e muito mais….

    bj

  • Tive a honra de trabalhar por um breve período, em 2009, com a Amanda (à época ela era estagiária) quando editei o Jornal da Manhã na Rádio Rural.
    O resultado de sua nota não é surpresa. Sua sagacidade e perseverança são qualidades que um jornalista precisa ter. E o que mais me chamou atenção à época é que, apesar de suas dificuldades iniciais típicas de todo estagiário, ela já sabia o que queria ser no futuro: professora nos cursos de comunicação.
    Ave, Amanda!

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