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A vendedora de doces Maria Silvani tem quatro filhos, mora em uma região pobre do Distrito Federal e recebe todo mês R$ 106 do programa Bolsa Família, que completa dez anos no próximo domingo (20).
Ela recebe o benefício desde 2003, quando ele foi criado, ainda no governo Lula. O marido dela também trabalha fora: é auxiliar de serviços gerais em uma grande empresa de Brasília.
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Ministro do Esporte permanece no governo.
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A família de Maria integra o grupo de 72% de beneficiários adultos do programa de transferência de renda que, de acordo o MDS (Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome), trabalham tanto no mercado formal quanto no informal.
Maria Silvani encara o benefício como uma ajuda e, para ela, não dá para “se escorar” no Bolsa Família.
Segundo a pesquisadora do Cedepla (Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional) da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) Ana Maria Hermeto, há uma maior taxa de ocupação e menor taxa de desemprego entre os beneficiários da transferência de renda, quando comparados com aqueles que estão fora do programa.
Leia mais em Sete em cada dez beneficiários do Bolsa Família trabalham.
Bolsa Família, 10, estreou com linha oficial de miséria superior à atual
https://dinheiropublico.blogfolha.uol.com.br/2013/10/19/bolsa-familia-10-estreou-com-linha-oficial-de-miseria-superior-a-atual/
… E O RESTANTE, 28% SÃO DE ESPOSAS DE POLÍTICOS… QUE VERGONHA!!!
Claro, conheço varias pessoas, inclusive uma figura impar na minha vida. Chama-se Regina Silva, vive de faxina na capital paraense.
Diariamente sai da periferia de Ananindeua para fazer diarias em várias casas, falava repetidamente que a educação dos filhos tinha melhorado com o Bolsa Familia, que chegava a rezar quando ouvia boatos fim do programa, porque o pouco que recebia era de grande ajuda.