Depois de 226 dias parado, processo do mensalinho de Juruti volta andar na Justiça

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Vereador  reeleito Carlos Alberto, acusado de mensaleiro

Enfim, o processo sobre o maior caso de corrupção da história recente de Juruti voltou a emitir sinais de vida.

Trata-se da ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público do Pará contra 14 políticos acusados de participação no “escândalo do mensalinho” de Juruti que nesta quinta-feira voltou a ser movimentado.

Há exatos 226 dias, a ação não andava na Justiça.

Hoje, os autos saíram do gabinete do juiz Vilmar Durval Macedo Júnior para  as mãos do promotor de justiça Rafael Trevisan Dal Bem.

O QUE É

O “mensalinho de Juruti” foi um esquema de corrupção, segundo o MP, montado em 2014 e que consistia em pagamento de propina mensal, oriunda dos cofres públicos, feito pelo ex-prefeito Marquinho Dolzane (2013-2016) aos vereadores de Juruti na época.

OS ACUSADOS

Os 14 acusados de participação no esquema são:

— 1. CARLOS ALBERTO BATISTA DE OLIVEIRA
— ELBER GONCALVES DE AZEVEDO
— ELIVAN DA SILVA ROCHA
— MANOEL BORGES DOS SANTOS

— 5. MONICA DE FARIAS BRIGIDO
— ROGERIO SOARES DA SILVA
— CLEVERSON MAFRA DE SOUZA
— LUIZ ANTONIO BRAGA DE SOUZA
— JANISSON DE SOUSA NATIVIDADE

— 10. MARCO AURÉLIO DOLZANES
— EDJANIO PRINTES FIGUEIRA
— FLADIMIR DE AZEVEDO ANDRADE
— HERIANA DOS SANTOS BARROSO

O MENSALINHO

De acordo com as investigações da polícia, o ex-prefeito Marquinho Dolzanes (PSD) repassava mensalmente, em troca de apoio político, a cada um dos 13 vereadores de Juruti o seguinte:

— R$ 2 mil;
— 100 litros de diesel;
— 100 litros de gasolina;
— 10 passagens de barco no trecho Juruti–Manaus e
— 10 passagens no trecho Juruti-Santarém.

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