Evangélicos e a política: ainda seguirão o bolsonarismo? Por Joniel Vieira de Abreu

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Evangélicos e a política: ainda seguirão com bolsonarismo? Por Joniel Vieira de Abreu

Abordado em outros artigos publicados aqui no JC, já se falou que os movimentos evangélicos passaram a atuar de maneira mais efetiva na política partidária no Brasil, após o período de redemocratização com marco a Constituição Federal de 1988.

Inicialmente, é importante compreender que o termo “evangélicos” é conceituado pela literatura acadêmica sendo “genérico”, por ser usado para diferenciar quem não é católico e se incluem como “evangélicos” tanto movimentos pentecostais (Cristã no Brasil, Assembleia de Deus, Deus é Amor…), os neopentecostais (Universal, Igreja da Graça, Mundial do Poder de Deus, Igreja Bola de Neve…) e os oriundos da reforma protestante (Luteranos, Batistas, Presbiterianos…), Francisco Cartaxo Rolim, 1985; Paul Freston, 1994.

Para fins introdutórios, uma diferença primordial entre os movimentos pentecostais e os decorrentes da reforma protestante é que os primeiros tem na “glossolalia” o êxtase religioso (momento em que o fiel tem a capacidade de falar línguas desconhecidas, chamado de batismo com Espírito Santo), quanto que os segundos, não adotam essa prática como regra de fé e até ensinam serem atos sem base bíblica (Freston, 1994).

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Já os neopentecostais fazem parte de uma vertente do pentecostalismo que ganharam força a partir do final dos anos 1970 e início dos anos 1980 com ênfase doutrinária na guerra constante contra o diabo, teologia da prosperidade e liberação de costumes tradicionais pentecostais, (Ricardo Mariano, 2005).

Mesmo diante de divergências doutrinárias entre os movimentos evangélicos, é fato indiscutível que a ascensão da extrema-direita ao poder encontrou nesses movimentos um campo fértil para inculcar sua ideologia e mantê-los como grupo de maior resistência ao governo Lula.

Considerando esse contexto o foco neste material é buscar explicar questões como: (i) Por que o bolsonarismo, que é averso ao maior mandamento cristão, foi bem recepcionado pelos movimentos evangélicos? (ii) O que levou os movimentos evangélicos a declarar a esquerda como seus inimigos? (iii) É possível o movimento evangélico seguir com Lula em 2026?

É importante salientar que a pauta política da extrema-direita unificou seguimentos religiosos cristãos brasileiros que, historicamente, conviviam num verdadeiro “estado hobbesiano[1]” pela afirmação doutrinária.

Até o século XIX, com a chegada dos grupos imigrantes italianos, portugueses, alemães e espanhóis para suprir mão-de-obra nas fazendas de café e “embranquecer” a população brasileira, o domínio religioso por aqui era unicamente da fé católica. Mesmo diante dos confrontos doutrinários que levaram ao cisma no cristianismo europeu no século XVI, com a Reforma Protestante, no Brasil, a fé cristã se manteve nos moldes medievais até finais do século XIX.

Esse marco histórico do século XIX tem relevância na história do cristianismo brasileiro por ser ele o advento que trouxe para o Brasil grupos de cristãos com pensamentos diferentes a fé cristã medieval que ainda dominava por estas bandas.

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Imigrantes de seguimentos religiosos cristãos reformistas (metodistas, presbiterianos, luteranos…), assim como, católicos, chegaram por aqui com uma mentalidade de cristianismo decorrentes da reforma e contra reforma[2], logo trazendo novas interpretações e repulsas ao cristianismo medieval que ainda se mantinha.

Outro incidente na história do cristianismo brasileiro foi o movimento pentecostal do início do século XX, com as igrejas Congregação Cristã no Brasil e Assembleia de Deus, que numa concepção de dogmática cristã popular passou a criar uma ideia de fé cristã possibilitando qualquer pessoa (seja com instrução teológica, secular ou não), assumir liderança nos grupos pentecostais (Rolim, 1985; Mariano, 2005).

Esse período que antecede a redemocratização do país foi marcado por disputas doutrinárias entre esses movimentos religiosos, sendo o inimigo em comum do movimento evangélico, a fé católica (Freston, 2005). A mudança de inimigo, ficou evidente, com a unificação do movimento em defesa de um projeto político encabeçado pela extrema-direita, momento que se elegeu a “esquerda” (representada por Lula e o PT) como novo inimigo.

Mesmo sendo o bolsonarismo averso ao maior mandamento cristão, evangélicos o seguiram

É explícito que a pauta da extrema-direita bolsonarista é aversa aos mandamentos cristãos, visto que o “amor” é o seu maior mandamento (Evangelho de Lucas 6.27; 1 João 4.20), já o bolsonarismo propaga abertamente o “ódio”.

Bolsonaro nunca escondeu em seus discursos que sua pauta era contra direitos dos pobres, minorias, meio ambiente, direitos humanos, políticas sociais…

Essa contradição entre o movimento evangélico com bolsonarismo, mas que seguiram juntos, segue na mesma complexidade levantada por Jessé de Souza ao buscar explicações para adesão de milhões de pobres ao bolsonarismo, visto que representava a contramão dos seus melhores interesses (SOUZA, Jessé. O pobre de direita: a vingança dos bastardos, 2024).

É importante entender que a concepção evangélica da política (principalmente os movimentos pentecostais) não é a mesma perspectiva secular, pois para eles trata-se de um espaço de poder que precisa ser dominado/subjugado e transformado em ambiente de proselitismo e de afirmação da fé evangélica. Por essa razão, pesquisadores das Ciências da Religião e Teologia tem apontado como vertente de estudo para compreensão desse fato a “Teologia do Domínio[3]” (Rodrigues Junior, 2025; BOFF, 2025).

Para essa concepção a religião não é concebida apenas como um Direito que o Estado tem o dever em garantir sua livre manifestação e sem embaraços. É o Estado que é visto nessa perspectiva como ente a ser dominado e convertido aos interesses religiosos. Se requerer sua subordinação a religião, por isso “o domínio”.

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A aliança evangélica com bolsonarismo não se vinculou justificado pela fé cristã e seus ensinamentos, nem como um direito a ser assegurado, mas por um projeto político-religioso de domínio das instituições estatais. Toda retórica bolsonarista de barbárie se justificava com base na luta em que o “bem” venceria o “mal”, por isso sem resistência dentro das comunidades evangélicas, visto que dominar esses espaços passou a ser uma prioridade de fé, por ser uma “guerra” travada contra o mal.

Desde a pré-campanha Bolsonaro passou a flertar com o movimento evangélico podendo ser citado seu batismo no Rio Jordão pelo pastor Everaldo Pereira, que inclusive foi preso em 2020 numa operação da polícia federal[4].

Durante a campanha os pastores usaram da narrativa que o posicionamento de Bolsonaro era claro em defesa de pautas morais como: contrário ao aborto, à liberação das drogas e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, além da campanha contra educação sexual e identidade de gênero nas escolas – chamada por religiosos de “ideologia de gênero”, justificativas que eram usadas para a manifestação de apoio ao bolsonarismo[5].

Para os movimentos evangélicos seguirem com Bolsonaro em 2018, não se justificou ser ele pertencente a um seguimento evangélico, pois sempre confirmou abertamente que era de seguimento católico, mas por se colocar como o candidato que daria execução ao projeto político-religioso de ‘domínio das instituições estatais ao fundamentalismo evangélico’. É tão evidente essa afirmação que se constata serem evangélicos os candidatos da época, Marina Silva[6] e cabo Daciolo[7], entretanto, não receberam apoio das lideranças evangélicas.

Com a eleição de Bolsonaro em 2018 diversos gestos foram feitos para legitimar que o pacto de domínio encontrava-se em execução, os quais destaco: (i) A criação do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos nomeando na pasta a pastora Damares Alves[8]; (ii) O jejum nacional convocado por Bolsonaro na pandemia[9]; (iii) A indicação do pastor presbiteriano Milton Ribeiro como Ministro da Educação[10]; (iv) e as anunciações que indicaria para o STF um ministro ‘terrivelmente’ evangélico[11], o atual ministro André Mendonça.

Cada ‘pedra’ mexida no tabuleiro político com indicação de pastores e membros evangélicos a cargos, só validava ainda mais o projeto político-religioso, justificando-se com isso os motivos das lideranças evangélicas repetirem o bolsonarismo em 2022, sem considerar os escândalos de corrupção, nem perdas de direitos sociais, nem problemas com a economia.

A pauta MORAL usada no discurso religioso evangélico para validar o bolsonarismo em suas comunidades sempre foi ‘justificativa ideológica’ para legitimar um projeto político-religioso.

Com o bolsonarismo a esquerda foi declarada sendo o novo inimigo dos movimentos evangélicos

Declarar a “esquerda” como o novo inimigo do movimento evangélico brasileiro não pode ser compreendido somente pela perspectiva da narrativa da moral religiosa, pois essa sempre foi secundário. Entretanto, foi com bolsonarismo que se teve pela primeira vez adesão em massa de fiéis evangélicos, justificando votar num candidato a presidente da república tendo como justificativas valores da moral religiosa.

É importante esse destaque para se entender que o primeiro ensaio de lideranças evangélicas pelo domínio do poder estatal aconteceu em 2002 com Anthony Garotinho[12]. Porém, a ‘justificativa ideológica’, não foi possível ser emplacada entre fiéis.

Nesse novo contexto, em que o alinhamento de interesses ao projeto político-religioso entre lideranças evangélicas e a extrema-direita, a narrativa de “partido das trevas’, ‘guerra do bem x mal’, ‘nós x eles’, ‘esquerdista não é cristão’, conseguiu ser disseminada e reproduzida pelos fieis sem qualquer questionamento. O fundamento bíblico passou a ser usado para justificar o ódio, a barbárie e todas as atrocidades levantadas pelo bolsonarismo.

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Ao declarar a ‘esquerda como inimigos da fé cristã’ se outorgou ao bolsonarismo ‘autoridade’ para praticar a barbárie, pois se passou a defender um ‘projeto evangélico’ de sociedade a qualquer custo. As divergências doutrinárias entre as comunidades evangélicas deram lugar a uma só ‘bandeira’, a de conquistar os espaços de poder da nação.

É importante o destaque de que lideranças evangélicas e a esquerda (representada por Lula e o PT) no Brasil, haviam andados as mãos em eleições. No segundo turno de 2002 lideranças evangélicas se dividem no 2º turno entre apoiar Lula e Serra[13]. Em 2006, na reeleição, Lula recebeu apoio de lideranças evangélicas ainda no primeiro turno[14]. Cabe o destaque que a pauta da esquerda as questões morais religiosas sempre foram conflitosas.

Todavia, foi com bolsonarismo que a proposta política-religiosa evangélica de domínio conseguiu vincular o discurso da moral ao projeto de poder.

Movimentos evangélicos e Lula para 2026

Em última questão proposta neste, é importante ressaltar, diante do exposto, que se tem em foco dois projetos políticos de sociedade: os ‘evangélicos’ buscam o domínio das instituições, já a ‘esquerda’ a afirmação de direitos com base em pautas sociais.

Na proposta política de Lula, grupos evangélicos não são excluídos e nem negados quanto sua existência e força política, sendo evidente em 2022 ao fazer uma carta aberta aos evangélicos[15] e no governo iniciado em 2023, passou a criar medidas e ambiente para fortalecer a cultura gospel como se exemplifica a Lei 14.998/2024, que instituiu o dia 09 de junho sendo o “Dia Nacional da Música Gospel”, e a Lei 12.795/2025, que reconheceu a valorização e a promoção da cultura gospel como manifestação cultural nacional.

Por outro lado, no projeto político evangélico a afirmação de direitos e o reconhecimento político do governo em busca de aproximação deixa em sua visão ‘evidente’ as tentativas do ‘inimigo’ em querer lhes enfraquecer para não atingirem seu objetivo – o controle do Estado.

É também evidente que há uma ‘crise de narrativa no meio evangélico para as eleições 2026’, conforme já comentado em texto neste portal, assim como, após a prisão de Bolsonaro nenhum nome da direita, que tem se lançado a presidência, é de consenso entre as lideranças evangélicas.

Sendo assim, tudo leva a concluir que 2026 poderá repetir o segundo turno de 2002, em que os seguimentos evangélicos se dividiram, pois no momento já estão entre os que já tem se manifestado em seguir numa reeleição com Lula e outros em se manter na oposição.

A adesão em seguir com Lula tem enfraquecido a bandeira da unificação, pois como já noticiado lideranças nacionais como o caso do bispo Samuel Ferreira, presidente executivo da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (CONAMAD) e líder da icônica Assembleia de Deus no Brás (SP)[16], tem buscado aproximação com Lula o que passa a perder força a narrativa da esquerda como “inimigo” do movimento evangélico.

Os incômodos com essa aproximação de lideranças evangélicas ficaram visíveis diante da reação de Michelle Bolsonaro ao comentar uma foto de Lula com o bispo Samuel Ferreira dizendo “ninguém pode servir a dois senhores” [17], evidenciando que a unificação evangélica de 2018 e 2022 em prol do bolsonarismo não se repetirá em 2026.

Em resumo, o bolsonarismo será essa mancha na história do movimento evangélico brasileiro que no afã da implantação de um projeto político-religioso se vinculou com a barbárie e a uma pauta aversa a mandamentos cristãos.

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REFERÊNCIAS:

1. BOFF, Leonardo. A teologia do domínio. Disponível em: https://iclnoticias.com.br/ateologia-do-dominio/ . Acesso em jan-2026.

2. FRESTON, Paul. Breve história do pentecostalismo brasileiro. IN: ANTONIAZZI, Alberto. Nem demônios. interpretações sociológicas do pentecostalismo. Petrópolis-RJ. Editora, VOZES, 1994.

3. MARIANO, Ricardo. Neopentecostais. sociologia do novo pentecostalismo no Brasil. São Paulo: Edições Loyola, 2005.

4. RODRIGUES JUNIOR, Geraldo Alves. O Dominionismo: Uma estratégia pentecostal para a política e a cultura? Dissertação de Mestrado em Ciências da Religião. Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Goiânia, 2025.

5. ROLIM, Francisco Cartaxo. Pentecostais no Brasil: uma interpretação sócio-religiosa. Petrópolis-RJ: Editora, Vozes, 1985

6. SOUZA, Jessé. O pobre de direita: vingança dos bastados. 5ed. Rio de Janeiro. Editora Civilização Brasileira, 2024.

Joniel Vieira de Abreu é advogado. Doutor em Direito pelo PPGD/UNESA-RJ. Mestre pelo PPGED/UFPA. Especialização em Direito pela UFPA. Especialização em Ciências Sociais pela UFPA. Bacharel em Direito. Bacharel em Teologia. É o atual presidente da Emater/PA. Membro do Conselho de Educação Cristã da Comieadepa. E-mail: jonielabreu@hotmail.com. Whatsapp: 93 991614022


[1] Refere-se ao pensamento de Thomas Hobbes ao estado de natureza dos homens (guerra de todos contra todos) antes da constituição do Estado.

[2] Resposta da Igreja Católica à Reforma Protestante no século XVI, visando barrar o avanço protestante, com reformas das próprias estruturas e reafirmação da doutrina católica.

[3] Movimento político-religioso que busca estabelecer uma sociedade cristã baseada em leis bíblicas, interpretando Gênesis 1:28 para justificar o controle das esferas sociais (governo, mídia, educação) por cristãos fundamentalistas, com raízes no nacionalismo cristão dos EUA e influência no Brasil, propondo a subordinação da política à religião e desafios à democracia secular.

[4] https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2020/08/4871770-preso-pela-pf–pastor-everaldo-batizou-bolsonaro-no-rio-jordao.html

[5] https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2018/10/01/bolsonaro-recebe-apoio-de-lideres-evangelicos.htm

[6] https://oglobo.globo.com/politica/marina-diz-que-maior-preconceito-que-enfrenta-por-ser-evangelica-22856709

[7] https://exame.com/brasil/quem-e-cabo-daciolo-o-candidato-que-confia-sua-campanha-a-deus/

[8] https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2019/janeiro/damares-alves-toma-posse-como-ministra-da-mulher-da-familia-e-dos-direitos-humanos-do-governo-bolsonaro

[9] https://www.cartacapital.com.br/politica/bolsonaro-convoca-jejum-religioso-no-domingo-e-e-apoiado-por-pastores/

[10] https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/07/10/bolsonaro-anuncia-professor-milton-ribeiro-como-novo-ministro-da-educacao.ghtml

[11] https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/07/10/bolsonaro-diz-que-vai-indicar-ministro-terrivelmente-evangelico-para-o-stf.ghtml

[12] https://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc3007200108.htm

[13] https://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u40359.shtml

[14] https://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0809200609.htm

[15] https://www.cartacapital.com.br/politica/leia-a-integra-da-carta-de-lula-aos-cristaos/

[16] https://revistaforum.com.br/politica/lula-costura-alianca-com-maior-denominacao-evangelica-do-brasil/

[17] https://oglobo.globo.com/blogs/sonar-a-escuta-das-redes/noticia/2025/10/17/michelle-bolsonaro-reage-a-foto-de-lula-com-bispo-e-posta-versiculo-ninguem-pode-servir-a-dois-senhores.ghtml

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3 Responses to Evangélicos e a política: ainda seguirão o bolsonarismo? Por Joniel Vieira de Abreu

  • Depois que bolsonaro impregnou na mente dos evangélicos que, LULA e a esquerda iam fechar as igrejas, e passado praticamente três mandatos de governo Lula e mais um mandato e meio de Dilma, nenhuma igreja foi fechada, não viramos Venezuela e nem Argentina e o Brasil continua sob regime democrático. O que de fato precisa é os ditos evangélicos, os mais radicais, tirarem as “traves dos olhos”, para poderem ver o cisco nos olhos dos outros. Se dizem cristãos e falam em nome de Deus, mas seguem um ser que: falava em matar seus adversários políticos, sempre exaltou a tortura, os torturadores e o regime repressor. Ou seja, tudo contrário ao principal mandamento da lei de Deus: AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO.

  • Texto muito bem escrito, perfeito. No entanto, pessoas como esse J Martins, foram vítimas ou não de uma lavagem cerebral, onde eles como robôs não conseguem enxergar a realidade, ou seja, repetem os meamos argumentos ( esquerdopatas, Deus, pátria e família, como se o Deus deles ( Bolsonaro) fosse exemplo de patriota ou fosse exemplo de família.

  • Esse camarada está longe da realidade dos princípios bíblicos. Ao contrário da esquerda o bolsobarismo defende aquilo que nós cristãos defendemos: Deus, Família e Pátria. Acho que esse Joniel é esquerdopata camuflado.. Mais ele é cria do Hélder Barbalho.

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